Enquanto celebramos avanços cada vez mais rápidos da inteligência artificial, uma pergunta simples revela o que realmente está em jogo: quem você ligaria no meio da noite se não estivesse bem? Em meio à obsessão por eficiência, dados e automação, cresce o risco de esquecermos que relações humanas não são um detalhe — são a base da nossa saúde, da nossa criatividade e da nossa capacidade de atravessar crises.
Centros de dados gigantescos, fábricas de baterias para carros elétricos e projetos de hidrogênio verde passaram a ocupar o centro da nova corrida por investimentos em infraestrutura. Na Espanha, construtoras, fundos internacionais e empresas de tecnologia disputam espaço em um mercado que promete movimentar dezenas de bilhões de euros na próxima década — mas que ainda enfrenta gargalos regulatórios, energéticos e de demanda.
Ele foi o telefone mais popular da história e parecia impossível de quebrar. Duas décadas depois, reaparece em sites de venda como peça de coleção — e o preço revela muito sobre tecnologia, memória e nostalgia.
Uma nova ferramenta baseada em inteligência artificial promete mudar a forma como criamos humor digital. Sem aplicativos extras e sem custo, qualquer imagem do celular pode virar meme com apenas alguns toques.
Todos os anos, o mercado global observa atentamente quais empresas conseguem se adaptar às transformações tecnológicas sem perder relevância. Em 2026, esse olhar voltou a se concentrar em um nome que parece imune ao desgaste do tempo.
Mais do que um simples voo de teste, a missão Artemis 2 levará astronautas a uma viagem histórica ao redor da Lua. Durante dez dias, a tripulação irá observar áreas do lado oculto lunar nunca vistas diretamente por humanos, testando não só a nave Orion, mas também uma nova forma de fazer ciência no espaço profundo.
Um anúncio inesperado revela planos ambiciosos para uma nova geração de navios de guerra. Tecnologia inédita, inteligência artificial e símbolos históricos sugerem que o domínio dos mares pode estar prestes a entrar em uma nova era.
Uma tecnologia simples, movida apenas pelo sol, promete resolver um problema histórico da dessalinização. O detalhe que parecia técnico demais pode redefinir como comunidades sem energia produzem sua própria água potável.
Uma descoberta escondida no código do aplicativo do Gemini sugere que o Google prepara algo novo e ambicioso. O indício aponta para um recurso capaz de mudar a forma como a inteligência artificial cria conteúdo.
Uma mudança no site da Tesla esconde uma virada estratégica profunda, envolvendo pressão regulatória, novos modelos de assinatura e o reposicionamento de uma das tecnologias mais controversas da marca.
Com apoio da SpaceX, a empresa americana Vast Space acelera o desenvolvimento da Haven-1, uma estação compacta, modular e totalmente privada. O projeto surge como peça-chave para garantir a presença humana contínua no espaço após a aposentadoria da Estação Espacial Internacional, prevista para 2030.
Um enorme banco de dados com milhões de credenciais ficou acessível online e levantou dúvidas sobre a origem das informações, o alcance do impacto e o que usuários comuns deveriam fazer agora.
Em Davos, o bilionário afirmou que robôs humanoides, combinados com inteligência artificial avançada, podem inaugurar uma era de abundância sem precedentes, transformar o trabalho e redefinir a vida cotidiana.
Sergey Brin afirmou que a empresa vem contratando muitos profissionais sem formação universitária formal. A mudança reflete uma virada mais ampla no setor de tecnologia, que passa a valorizar habilidades práticas, autonomia e capacidade de resolver problemas acima de credenciais acadêmicas.
Após anos de tensão política e negociações discretas, uma reestruturação profunda altera os bastidores do TikTok nos EUA — e pode mudar a forma como dados, algoritmos e poder são distribuídos.
O entusiasmo com a inteligência artificial está levando ações a níveis históricos. Mas sinais sutis começam a preocupar analistas, que veem paralelos inquietantes com a bolha da internet no ano 2000.
Em Davos, uma previsão direta chamou atenção: inteligência artificial mais inteligente que humanos em poucos anos. A fala veio acompanhada de apostas sobre robôs, carros autônomos e uma virada econômica global.
O bichinho virtual que marcou os anos 1990 retorna em 2026 completamente transformado. Agora conectado, falante e com um universo online próprio, ele aposta na nostalgia — mas joga com regras bem modernas.
Uma ideia simples, um nome desconfortável e um medo silencioso ajudaram um aplicativo a explodir em downloads. Por trás do sucesso, está uma geração cada vez mais sozinha — e preocupada em desaparecer sem ser notada.
O que começa como uma simples prova de programação pode esconder um ataque silencioso. Campanhas sofisticadas estão usando processos seletivos para acessar credenciais valiosas e abrir portas dentro de grandes empresas.