Uma decisão polêmica do TikTok substituiu centenas de moderadores humanos por inteligência artificial, gerando fortes reações de sindicatos e defensores da segurança online. Enquanto a empresa defende a medida como avanço tecnológico, especialistas alertam para riscos à proteção de usuários, especialmente os mais vulneráveis.
Com quase 80% do mercado mundial sob controle da China, as baterias de lítio se tornaram o centro de uma disputa geopolítica decisiva. Agora, os Estados Unidos buscam uma saída inesperada: fortalecer um aliado asiático capaz de redesenhar o equilíbrio global no setor de carros elétricos.
Depois de uma sequência de explosões e falhas técnicas, a SpaceX se prepara para o décimo voo da Starship — um lançamento experimental cheio de riscos que pode definir o futuro do programa antes da chegada da nova geração. O que está em jogo vai muito além de um simples teste.
O Mark Zuckerberg decidiu entrar com tudo na corrida pela superinteligência artificial. O CEO da Meta anunciou, nesta terça-feira (19), a quarta reestruturação da divisão de IA em apenas seis meses. O objetivo? Acelerar o desenvolvimento de sistemas mais poderosos que o cérebro humano e colocar a empresa na dianteira contra rivais como OpenAI e Google.
O maior foguete do mundo está de volta à ativa. Depois de uma série de falhas e explosões, a SpaceX prepara um novo teste crucial do Starship, sua aposta mais ambiciosa para chegar a Marte em 2026. A missão acontece neste domingo (24) e vai ao ar ao vivo — com direito a mudanças importantes para evitar mais um desastre.
Se você já discutiu sobre quem faz mais tarefas domésticas, não está sozinho. Uma nova ferramenta quer acabar com isso: a Accord, app sueco lançado em setembro de 2024, já tem mais de 25 mil usuários na Europa e promete reduzir desigualdades, melhorar a organização e trazer mais harmonia para os lares.
A corrida pela inteligência artificial ganhou um novo capítulo com o lançamento do DeepSeek-V3.1. Mais que um modelo eficiente, ele foi projetado para conversar diretamente com a próxima geração de chips chineses, um passo que pode redesenhar o equilíbrio global entre EUA e China no setor tecnológico.
O mercado de influencers e criadores de conteúdo acaba de ganhar um novo capítulo. A cidade de São Paulo recebeu a Community Creators Academy, a primeira “faculdade de criação de conteúdo” do Brasil, com cursos de até R$ 35 mil, mais de 200 estúdios de gravação e até banheiros instagramáveis para turbinar produções digitais.
O que antes era um processo escondido em menus complicados agora pode ser feito com um simples toque. A nova aplicação oficial do Google promete tornar a gestão de senhas mais prática, rápida e acessível para milhões de usuários de Android.
Elon Musk volta a provocar com um projeto ousado e um nome polêmico. Batizada de Macrohard, a nova empresa busca criar softwares totalmente movidos por inteligência artificial, em uma visão que pode redefinir – ou gerar fortes controvérsias – no setor tecnológico global.
A maior empresa de energia do país acaba de dar um passo importante rumo ao futuro. A Eletrobras firmou parceria com a C3 AI para usar inteligência artificial na operação e no monitoramento da rede de transmissão elétrica do Brasil. O objetivo? Tornar o sistema mais rápido, seguro e inteligente.
O Google está preparando um novo smart speaker para acompanhar o lançamento do Gemini for Home, atualização que promete levar recursos avançados de inteligência artificial para todo o ecossistema de casa conectada. E, pelo que indicam os vazamentos, o dispositivo deve trazer um design familiar, novas funções e uma troca importante de assistente.
Ver a Terra do espaço pode deixar de ser um privilégio restrito a astronautas profissionais. A Virgin Galactic prepara uma aeronave que promete levar passageiros comuns a mais de 90 km de altitude, oferecendo microgravidade, janelas panorâmicas e uma experiência de luxo. Mas, por trás da promessa, surgem também desafios tecnológicos e financeiros.
Durante anos, ouvimos que telas e gadgets poderiam prejudicar nossa saúde mental. Mas uma nova pesquisa sugere justamente o contrário: entre pessoas mais velhas, a tecnologia pode ajudar a manter o cérebro ativo e reduzir o risco de demência.
Durante anos, Baidu foi sinônimo de internet na China, mas 2025 expôs seus limites. A empresa perde espaço nas buscas para redes sociais como TikTok/Douyin e fica para trás na corrida da inteligência artificial diante de rivais locais. Com lucros em queda e investidores desconfiados, Baidu luta para não se tornar irrelevante.
Uma nova pesquisa revela quais profissões correm mais risco de desaparecer — e o que pode ser feito para sobreviver à revolução da inteligência artificial.
A influência da inteligência artificial não se limita ao trabalho ou à escrita: ela já está moldando a forma como nos expressamos. Palavras incomuns que se repetem em chatbots passaram a aparecer em textos acadêmicos e até em conversas cotidianas. O que parece um detalhe linguístico pode estar transformando silenciosamente nossa maneira de pensar e nos comunicar.
Ter um assistente invisível ao lado pode deixar de ser fantasia. Os óculos Halo X, criados por ex-alunos de Harvard, prometem transcrever conversas, traduzir em tempo real e responder em segundos sem que você mova um dedo. O dispositivo gera entusiasmo, mas também dúvidas sérias sobre privacidade e confiabilidade.
O entusiasmo em torno da inteligência artificial cresce em ritmo acelerado, mas especialistas já veem sinais preocupantes de especulação. Até Sam Altman, CEO da OpenAI, reconhece a possibilidade de uma bolha que, se estourar, deixará poucas empresas sobreviventes. A questão é: estamos diante de um risco ou de uma fase inevitável de transformação?
Um estudo do MIT lança dúvidas sobre o tão falado “boom” da inteligência artificial no mundo corporativo. Apesar do entusiasmo e dos bilhões investidos, a maioria das empresas não vê retorno financeiro real. O relatório já impactou o mercado e reacendeu os temores de uma possível bolha tecnológica.