Em 1982, muito antes de o iPhone existir e de a Apple se tornar a gigante que conhecemos, Steve Jobs deu um discurso na Academy of Achievement que ainda hoje inspira milhares de pessoas. Nele, o cofundador da empresa revelou sua visão única sobre inteligência, comparando-a a observar uma cidade do 80º andar.
O confronto tecnológico entre Estados Unidos e China ganhou um novo capítulo que vai além das fronteiras asiáticas. A mais recente medida de Washington busca limitar o avanço de Pequim no setor de semicondutores, mas ao mesmo tempo ameaça diretamente grandes empresas estrangeiras que dependem de suas fábricas em território chinês para se manter competitivas.
Um relatório recente revela quais profissões permanecem seguras diante do avanço da inteligência artificial e quais estão na linha de frente da automação. Enquanto áreas da saúde e serviços manuais aparecem como “resistentes à IA”, ocupações ligadas a vendas, tradução e atendimento estão entre as mais vulneráveis.
Uma supertempestade solar poderia derrubar satélites, travar GPS, interromper voos e até deixar cidades inteiras sem energia. Agora, a IBM e a NASA apresentaram Surya, um modelo de IA open source que promete prever esses eventos com horas de antecedência — e ajudar a proteger a infraestrutura tecnológica da Terra.
O que começou como uma estratégia de redução de custos para gigantes como Apple, Intel e Samsung acabou fortalecendo o rival que hoje ameaça sua liderança. A China, antes vista apenas como “chão de fábrica”, construiu conhecimento, inovação e independência tecnológica, alterando de forma irreversível o mapa global da tecnologia.
Meta enfrenta uma tempestade de críticas e uma queda de 12% nas ações depois que chatbots criados na própria plataforma começaram a se passar por Taylor Swift e outras celebridades sem autorização — e, em alguns casos, geraram imagens sensuais realistas.
À primeira vista, o setor de tecnologia parece distante das oscilações do mercado de petróleo. Mas, como mostrou a recente queda nas ações da Chevron, uma das maiores petroleiras do mundo, as duas áreas estão mais conectadas do que muita gente imagina.
O sucesso meteórico, porém, trouxe também pressões inesperadas, queda abrupta e um período sombrio. Hoje, ele conta como essa experiência acabou se tornando um ponto de virada em sua vida.
Nem todo o dinheiro do mundo parece suficiente para fazer os maiores nomes da inteligência artificial quererem trabalhar na Meta. Segundo uma reportagem do Financial Times, a operação de IA da empresa está um verdadeiro caos, e até profissionais que receberam cargos altos e salários milionários estão pedindo para sair poucos dias depois de entrar.
O setor de tecnologia sempre foi um dos mais tolerantes em relação ao uso de cannabis, e essa tendência está crescendo. Em um cenário em que mais estados nos EUA legalizam ou descriminalizam a substância, cada vez mais empresas estão revisando suas políticas de testes antidrogas para atrair e reter talentos.
A guerra na Ucrânia entrou em uma nova fase. A Rússia intensificou seus ataques com drones e transformou esses veículos não tripulados em peças centrais do conflito, usando-os para sobrecarregar defesas aéreas, atingir cidades e pressionar civis. Enquanto isso, a Ucrânia tenta reagir com táticas cada vez mais caras e sofisticadas.
Um estudo recente colocou dezenas de carros elétricos à prova em estradas norueguesas e revelou dados surpreendentes sobre a autonomia real desses veículos. O resultado mostrou avanços notáveis, mas também algumas decepções inesperadas. O que mais chama atenção é que Tesla e marcas chinesas estão ditando o ritmo da competição, superando expectativas e deixando rivais tradicionais para trás.
Após revelações preocupantes sobre respostas inapropriadas dadas a adolescentes, a Meta anunciou mudanças profundas no funcionamento de seus chatbots. As restrições incluem bloqueio de temas sensíveis e limitação do acesso a personagens virtuais de teor sexualizado. A medida surge em meio a forte pressão política e social para reforçar a segurança digital de menores.
Pequim acaba de revelar um plano estratégico que pode redefinir a disputa global pela próxima fronteira da tecnologia: os chips cerebrais. Enquanto o mundo ainda associa esse avanço à Neuralink de Elon Musk, a China quer assumir a dianteira em menos de uma década — e já começou a mostrar resultados concretos.
Uma falha de segurança expôs documentos sensíveis ligados ao Gmail e reacendeu a preocupação sobre a proteção de dados digitais. Apesar do alerta global para 2,5 bilhões de usuários trocarem suas senhas, o mercado financeiro não demonstrou alarme. O episódio levanta dúvidas sobre a confiança nos gigantes da tecnologia e a necessidade de regras mais rígidas.
Um erro crítico em dispositivos Apple permitiu que hackers invadissem iPhones sem que o usuário clicasse em nada. O WhatsApp e a Apple já corrigiram a falha, mas a revelação deixou claro: nem sempre basta ser cauteloso. O ataque foi altamente direcionado e atingiu menos de 200 pessoas — incluindo jornalistas e ativistas — reacendendo o alerta sobre a fragilidade digital.
Um novo plano piloto nos Estados Unidos propõe que a inteligência artificial avalie quais tratamentos médicos são “apropriados” para pacientes do Medicare. A promessa oficial é cortar desperdícios, mas críticos alertam que a medida pode atrasar atendimentos vitais, negar coberturas essenciais e transformar a saúde pública em um cálculo de custo-benefício.
A inteligência artificial já deixou de ser apenas uma ferramenta auxiliar e começou a ocupar espaços antes reservados aos humanos. Pesquisas recentes revelam que alguns grupos e profissões estão mais vulneráveis do que outros. Enquanto jovens e trabalhadores criativos enfrentam riscos crescentes, funções físicas e técnicas mostram maior resistência. O futuro do trabalho pode não ser uma substituição total, mas exige adaptação rápida.
Durante anos, a Microsoft parecia depender totalmente da OpenAI para impulsionar o Copilot. Agora, a empresa de Redmond rompe o silêncio e apresenta seus próprios modelos de inteligência artificial: um voltado para texto e outro para voz. A novidade não apenas redefine as capacidades do Copilot, mas também sinaliza um novo rumo para a parceria com a OpenAI — que já não é tão sólida quanto antes.
Com preço abaixo de R$ 600, o Moto G05 se destaca no mercado de entrada ao oferecer recursos geralmente encontrados em modelos mais caros. Bateria duradoura, câmera de 50 MP, tela ampla e design caprichado fazem dele uma opção irresistível para quem busca custo-benefício sem abrir mão de qualidade.