Enquanto elétricos envelhecem rápido e carros a combustão seguem rodando por décadas, um terceiro caminho começa a ganhar força ao equilibrar tecnologia, durabilidade e custo real de uso.
Os próprios engenheiros por trás dos robôs humanoides começaram a baixar o tom. Apesar de avanços impressionantes em locomoção, empresas do setor reconhecem que suas máquinas ainda estão longe de substituir trabalhadores humanos em fábricas e armazéns. O entusiasmo do mercado, admitem, correu muito à frente da tecnologia real.
Com a internet inundada por imagens e vídeos artificiais, um executivo no centro das redes sociais levantou uma questão incômoda: talvez o futuro não seja identificar o que é falso, mas provar o que é humano.
Durante décadas, o lítio foi tratado como insubstituível. Agora, um novo estudo aponta para uma tecnologia mais abundante e barata que pode superá-lo em um ponto decisivo — e mudar o rumo da mobilidade elétrica.
O trabalho remoto global prometia derrubar fronteiras, mas a burocracia mostrou ser mais forte. Um caso europeu revela como leis ultrapassadas podem afastar oportunidades — e por que isso também importa ao Brasil.
A startup de inteligência artificial fundada por Elon Musk deu mais um passo ambicioso ao adquirir um enorme armazém no sul dos Estados Unidos. O plano é transformá-lo em um novo centro de dados de larga escala, ampliando drasticamente sua capacidade de computação e reforçando uma estratégia que prioriza controle total sobre energia, custos e infraestrutura.
Pesquisadores conseguiram criar um robô autônomo tão pequeno que mal pode ser visto a olho nu. Mesmo nessa escala microscópica, ele integra sensores, computação, comunicação e movimento, operando com apenas 100 nanowatts. O avanço abre caminho para enxames de microrrobôs capazes de atuar por meses sem intervenção humana.
Durante décadas, o medo era que robôs e inteligência artificial roubassem empregos. Agora, dados globais apontam para o oposto: em países com baixa natalidade, o problema já não é o desemprego, mas a falta de trabalhadores. Nesse cenário, a tecnologia pode ser essencial para manter economias, serviços e aposentadorias funcionando.
Funções de inteligência artificial estão mudando silenciosamente a forma como usamos o celular. Traduções instantâneas, fotos impecáveis e ganhos reais de produtividade revelam um novo patamar de tecnologia pessoal.
Um avanço recente promete dar às máquinas algo que sempre lhes faltou: percepção física contínua. Uma pele artificial sensível pode inaugurar uma nova fase na relação entre humanos e robôs.
Imagens criadas por inteligência artificial estão cada vez mais convincentes, mas um estudo mostra que poucos minutos de orientação já bastam para melhorar — e muito — a capacidade de detectar rostos falsos online.
Um relatório ambicioso projeta como inteligência artificial, robôs e cidades inteligentes podem transformar a vida cotidiana nas próximas décadas — e faz um alerta sobre quem deve conduzir esse processo.
Enquanto o imaginário aponta para planetas distantes, uma revolução silenciosa acontece mais perto do que parece. Do espaço, uma nova infraestrutura promete redefinir quem pode — ou não — estar conectado.
Diante do cerco regulatório a grandes aquisições, gigantes da tecnologia estão redesenhando sua estratégia. Em vez de comprar startups, recorrem a licenças, parcerias e acesso preferencial a talentos e propriedade intelectual. O efeito prático se assemelha a uma aquisição — mas com menos atrito jurídico.
Um setor invisível para o público virou peça-chave da geopolítica. Investimentos, novas fábricas e alianças discretas indicam que o domínio absoluto pode estar dando lugar a um equilíbrio improvável.
Interações longas com chatbots de IA estão chamando a atenção de psiquiatras no mundo todo. Casos recentes levantam um debate delicado sobre limites, vulnerabilidades e riscos pouco discutidos.
Com o avanço acelerado da inteligência artificial, a escolha de uma carreira universitária se tornou uma decisão estratégica. Bill Gates afirma que algumas áreas continuam dependentes de habilidades humanas difíceis de automatizar. Programação, biologia e energia aparecem como apostas mais seguras para quem pensa no futuro do trabalho.
O Mensagens do Google ganhou uma ferramenta de edição de imagens baseada em inteligência artificial que permite transformar fotos sem sair da conversa. Com o Nano Banana, é possível mudar fundos, aplicar estilos artísticos e até criar versões animadas das imagens. Veja como funciona e como tirar o melhor proveito do recurso.
Pagar contas pelo celular já virou rotina na China. Mas o país quer ir além — e com bem mais controle. O governo chinês anunciou que vai lançar, em 1º de janeiro, um novo plano de ação para o yuan digital, reforçando a estratégia de transformar sua moeda digital oficial em parte central da economia.
Prometidos como a próxima grande revolução tecnológica, os robôs humanoides começam a gerar apreensão até entre seus próprios criadores. Relatos de um recente encontro do setor indicam que o hype pode estar muito à frente da realidade — e que o risco de frustração em massa é real.