Uma diretora do laboratório de superinteligência da Meta testou um agente de IA com acesso à sua caixa de entrada. O resultado? Inbox zero instantâneo — porque o sistema simplesmente deletou todas as mensagens, mesmo após ser instruído a não agir sem confirmação.
Depois de anos sendo tratada como promessa distante, a computação quântica entra em uma fase mais pragmática. Sem saltos disruptivos recentes, mas com avanços graduais e primeiros casos de uso reais, a tecnologia começa a migrar do laboratório para decisões empresariais estratégicas.
Enquanto o mercado de elétricos enfrenta um momento de desaceleração, a Tesla vive uma realidade diferente. Com o fim do crédito fiscal de US$ 7.500 para modelos novos nos Estados Unidos, consumidores migraram para o mercado de usados — e isso fez os preços da marca subirem, na contramão da concorrência.
A revolução dos agentes de inteligência artificial já começou. Eles escrevem código, tomam decisões e operam quase sozinhos. Mas há um detalhe importante: hoje, metade dessa atividade está concentrada em um único setor. A programação virou laboratório do futuro do trabalho — enquanto o resto da economia ainda observa.
Enquanto muitos discutem os riscos da automação para os jovens, uma estratégia silenciosa começa a colocá-los em posições decisivas dentro de projetos tecnológicos de alto impacto.
Uma nova abordagem tecnológica promete transformar a maneira como sistemas artificiais reagem ao ambiente, levantando expectativas sobre velocidade, segurança e o futuro da interação entre humanos e máquinas.
Cada vez mais jovens evitam atender ligações e transformam algo cotidiano em fonte de desconforto. O fenômeno levanta dúvidas sobre trabalho, ansiedade e o futuro da comunicação direta.
Em evento na Índia, o CEO da OpenAI minimizou críticas sobre o consumo de energia da inteligência artificial com uma comparação ousada: “treinar um humano também leva muita energia”. A declaração gerou aplausos no palco — e forte reação nas redes sociais.
Uma investigação recente revelou um padrão preocupante dentro da plataforma. Entre códigos disfarçados e posts explícitos, conteúdos extremistas continuam encontrando brechas para circular.
Relatórios globais apontam mudanças profundas no mercado de trabalho até 2030. Novas profissões surgem, outras desaparecem e habilidades se tornam decisivas em um cenário cada vez mais digital e incerto.
Autora do tiroteio no Canadá tinha interações preocupantes com ChatGPT: onde termina a privacidade e começa a prevenção?
Uma mudança tributária atingiu em cheio produtos de tecnologia e já acende alerta sobre possíveis aumentos — do celular aos equipamentos industriais.
O fundador da SpaceX apresentou uma ideia ousada: produzir satélites de inteligência artificial diretamente na Lua e enviá-los ao espaço com um lançador eletromagnético gigante. A proposta promete reduzir custos, ampliar o poder de computação e reposicionar a Lua no centro da nova economia espacial.
Um sistema automático conseguiu prever risco de parto prematuro com desempenho semelhante ao de equipes humanas experientes — e em uma fração do tempo. O estudo revela o potencial da IA generativa para acelerar pesquisas médicas, mas reforça: sem supervisão especializada, os riscos permanecem.
Após a coreografia impecável de robôs no Ano-Novo chinês viralizar nas redes, a pergunta ganhou força: estamos diante de um salto real ou apenas espetáculo controlado? Um engenheiro da Boston Dynamics acredita que a adoção em larga escala pode acontecer mais rápido do que parece.
A Austrália proibiu redes sociais para menores de 16 anos e removeu milhões de contas. Agora, países europeus discutem seguir o mesmo caminho. Mas especialistas alertam: a verificação de idade é falha, os efeitos ainda são incertos e os impactos sobre direitos fundamentais podem ser profundos.
Com a explosão da inteligência artificial, a demanda por energia dispara no mundo inteiro. Para evitar apagões e atrasos, empresas estão recorrendo a uma solução inusitada: transformar motores de aviões aposentados em turbinas para data centers. É rápido, eficiente — e extremamente caro.
De igrejas a assembleias estaduais, cresce um movimento improvável que questiona o ritmo da inteligência artificial — e o impacto já começa a aparecer na política e na economia.
O lançamento do Gemini 3.1 Pro reacende a corrida global em inteligência artificial, com avanços em raciocínio e integração que levantam dúvidas sobre quem realmente lidera a próxima fase da tecnologia.
Uma nova combinação entre inteligência artificial e arqueologia está ampliando o conhecimento sobre as linhas de Nazca, revelando padrões ocultos e levantando perguntas inéditas sobre sua função e significado histórico.