Durante quase uma década, satélites observaram um fenômeno inesperado no planeta: enquanto algumas regiões passaram a brilhar mais do que nunca, outras mergulharam lentamente na escuridão.
OpenAI lançou um recurso experimental que permite conectar contas bancárias ao ChatGPT para analisar transações, investimentos, dívidas e hábitos financeiros. A novidade promete transformar o chatbot em um consultor financeiro personalizado, mas também reacende preocupações sobre privacidade, vazamentos de dados e segurança digital.
Relatos recentes indicam que algumas novas contas do Google estão começando com apenas 5 GB de armazenamento gratuito. Para recuperar os 15 GB tradicionais, usuários precisam vincular um número de telefone. A empresa ainda não confirmou oficialmente a mudança, mas o teste já levanta debates sobre privacidade, combate a spam e o futuro do armazenamento grátis na nuvem.
Uma nova máquina quântica desenvolvida na China trouxe uma combinação inesperada de arquitetura inédita, menor complexidade operacional e uma abordagem que pode alterar os rumos da computação avançada.
Uma ação coletiva apresentada nos Estados Unidos afirma que o ChatGPT teria enviado títulos de conversas, identificadores de usuários e até e-mails criptografados para sistemas de rastreamento da Meta e do Google. O caso ainda está no início, mas levanta uma discussão muito maior: até que ponto conversar com uma IA realmente é algo privado?
O Android 17 vai ganhar uma função chamada Pause Point, pensada para interromper o impulso automático de abrir aplicativos viciantes e ficar rolando a tela sem perceber o tempo passar. A ideia parece inteligente — até lembrarmos que o próprio Google ajudou a transformar o scroll infinito em um dos maiores motores da economia da atenção.
Uma nova geração de sensores promete transformar completamente a percepção de robôs e veículos autônomos ao combinar profundidade, cor e reconhecimento espacial em tempo real.
Enquanto o mundo ainda debate os limites da inteligência artificial, um país em guerra acelera silenciosamente o desenvolvimento de tecnologias militares que parecem saídas da ficção científica.
Uma empresa quer criar algo que lembra ficção científica: uma rede capaz de transmitir energia entre satélites no espaço. A proposta promete transformar missões orbitais e já desperta debates globais.
Com câmeras quase invisíveis e recursos de inteligência artificial, os Ray-Ban Meta se tornaram um dos produtos tecnológicos de crescimento mais rápido do mundo. Mas, enquanto milhões de pessoas aderem aos “óculos do futuro”, cresce também o temor de que eles estejam normalizando gravações escondidas e vigilância cotidiana.
Um novo relatório alerta que a próxima grande ameaça ao Bitcoin não envolve governos nem crises financeiras, mas uma tecnologia capaz de mudar toda a segurança digital do planeta.
O maior torneio de futebol do planeta não deve impactar apenas aeroportos, hotéis e redes de transporte. O Mundial de 2026 promete provocar uma explosão inédita no consumo de streaming, apostas online e conteúdo em tempo real na América Latina, pressionando data centers e sistemas energéticos em toda a região.
Ataques de ursos dispararam no Japão, e uma criatura com olhos vermelhos, uivos assustadores e aparência intimidadora virou a aposta mais curiosa do país para conter a crise.
Uma simples discussão política sobre taxar lucros da inteligência artificial provocou pânico em investidores e levantou um debate que pode se espalhar pelo mundo.
Enquanto milhões de pessoas compram os óculos inteligentes da Meta, cresce o temor de que a tecnologia esteja transformando qualquer lugar público em um espaço de vigilância invisível.
O plano parecia perfeito no papel: um megacentro de dados abastecido por energia geotérmica em uma das regiões mais promissoras da África. Mas bastaram alguns cálculos para que o governo queniano percebesse o tamanho do desafio. Para alimentar a estrutura planejada pela Microsoft, o país teria que sacrificar parte significativa do próprio consumo elétrico.
Um ataque interrompido antes de acontecer revelou algo que especialistas temiam há anos: modelos de inteligência artificial já conseguem descobrir falhas inéditas e criar armas digitais quase sem ajuda humana.
Depois de enfrentar temperaturas extremas e danos simulados no espaço, um projeto europeu começou a mostrar que a próxima geração de missões orbitais pode funcionar de forma completamente diferente.
Uma nova pesquisa revelou que a IA está entrando rapidamente na saúde brasileira — inclusive em áreas sensíveis como diagnósticos e tratamentos.
A nova tecnologia chinesa não quer apenas fotografar o planeta do espaço. Ela busca identificar materiais, poluição e mudanças invisíveis usando uma técnica que lembra exames médicos aplicados à Terra.