Um dos métodos mais eficazes para salvar bebês prematuros não envolve tecnologia sofisticada — apenas calor humano. O método canguru, baseado no contato pele a pele e na amamentação, reduz drasticamente mortes e complicações neonatais. A OMS agora o impulsiona como política essencial para hospitais e famílias em todo o mundo.
Nem todo cheiro que percebemos gera automaticamente uma emoção. Um novo estudo japonês revela que o cérebro divide a experiência olfativa em duas fases distintas: primeiro decodifica a química do aroma e, só depois, avalia se ele é agradável ou repulsivo. A descoberta redefine o papel do olfato na memória, emoção e diagnóstico clínico.
À primeira vista, ela até parece um cenário de filme fantástico. Mas a estrada mais sinuosa e extrema da China é real — e desafia motoristas com curvas impossíveis, paredões verticais e uma vista que beira o surreal. Prepare-se para entender por que a Tianmen Mountain Road virou ícone mundial.
Alguns usuários do novo Galaxy S25 Ultra estão fazendo algo inesperado: trocando o aparelho recém-lançado pelo modelo do ano passado. Parece estranho? Pois é exatamente esse movimento que está chamando atenção — e ele tem tudo a ver com design, ergonomia e, claro, o queridinho S Pen com Bluetooth.
Um estudo evolutivo com primatas indica que o beijo, longe de ser uma invenção humana, surgiu nos ancestrais dos grandes símios entre 21,5 e 16,9 milhões de anos atrás. A descoberta mostra que esse comportamento afetivo é muito mais antigo do que se pensava e oferece novas pistas sobre a evolução social dos primatas.
Um conjunto de sete experimentos com mais de 10 mil participantes revelou que aprender com respostas sintetizadas por IA gera conhecimento mais superficial do que pesquisar manualmente no Google. O estudo aponta que a facilidade das LLMs reduz o esforço cognitivo, empobrece a compreensão e diminui a capacidade de transmitir o que foi aprendido.
Adotar um cachorro parece uma decisão simples e carinhosa, mas estudos mostram que essa escolha tem um impacto climático muito maior do que imaginamos. A dieta carnívora, a cadeia da pecuária e percepções equivocadas sobre o que realmente polui colocam os cães no centro de um debate que desafia nossas prioridades ambientais.
Um novo estudo revela que a atividade física não só fortalece músculos e coração: ela envia sinais químicos ao cérebro que estimulam a criação de novas neurônias. A descoberta aponta para o papel das vesículas extracelulares — minúsculas mensageiras liberadas pelos músculos — e abre caminho para futuras terapias que imitem os efeitos do exercício.
As olheiras e as bolsas sob os olhos sempre foram tratadas como sinais de cansaço ou má saúde, mas a ciência moderna mostra outra realidade. Fatores genéticos, estruturais e ambientais explicam muito mais do que imaginávamos — e especialistas defendem que esses traços devem ser vistos como parte natural da diversidade facial humana.
O lançamento do Gemini 3.0 recoloca o Google no centro da disputa pela IA avançada. A combinação de melhorias técnicas, integração em produtos globais e programas educacionais dá à empresa uma vantagem estratégica diante de rivais como OpenAI e Anthropic, enquanto reforça seu caminho rumo à inteligência artificial geral.
A chamada “microaposentadoria” — períodos curtos de pausa total no trabalho para viajar, estudar ou simplesmente descansar — ganha força entre jovens da Geração Z. O movimento expressa um novo sistema de prioridades, no qual o bem-estar e a saúde mental superam a busca tradicional por estabilidade e carreira linear.
Uma descoberta científica inédita promete transformar a forma como tratamos doenças do sangue. Pesquisadores suíços conseguiram criar, pela primeira vez, uma medula óssea humana totalmente funcional em laboratório. O avanço abre portas para medicamentos mais precisos, menos testes em animais e terapias personalizadas que podem mudar o futuro da oncologia.
Uma infecção que parecia controlada está avançando novamente na região, impulsionada por desigualdades sociais, diagnósticos tardios e um estigma que mantém milhares longe do sistema de saúde. Novos dados revelam um aumento preocupante, formas resistentes do patógeno e falhas que podem transformar o cenário em uma crise maior se nada for feito.
Paul McCartney e outros artistas britânicos lançaram um álbum composto por faixas silenciosas para protestar contra uma proposta de reforma dos direitos autorais no Reino Unido. A medida, segundo músicos e escritores, abriria caminho para que grandes empresas tecnológicas utilizem obras criativas para treinar IA sem pedir licença nem pagar compensação.
Um comportamento cada vez mais comum está fazendo milhões evitarem consultas, exames e diagnósticos importantes — não por falta de tempo, mas por medo do que podem descobrir. A ciência acaba de alertar: esse hábito silencioso está atrasando diagnósticos, prejudicando a prevenção e afetando também a vida financeira, emocional e profissional.
Um relatório recente indica que a inteligência artificial pode extinguir 92 milhões de empregos até 2030, ao mesmo tempo em que criará mais de 170 milhões de novos postos. Segundo especialistas, o risco não está na tecnologia em si, mas na capacidade de adaptação: quem aprender a usá-la terá vantagem no novo mercado.
Um novo estudo combinou química avançada e inteligência artificial para identificar sinais biológicos em rochas de 3,3 bilhões de anos — quase um bilhão antes das estimativas anteriores. A técnica revela um passado invisível aos métodos tradicionais e inaugura uma estratégia totalmente nova para buscar vida em Marte, Europa e Encélado.
Após semanas de silêncio causadas pelo fechamento do governo dos EUA, a NASA enfim apresentará imagens inéditas do cometa interestelar 3I/ATLAS, apenas o terceiro objeto conhecido a entrar em nosso Sistema Solar vindo do espaço profundo. A divulgação reacende o interesse científico por um fenômeno raro e cheio de mistérios.
O acesso cada vez mais cedo à pornografia está moldando como crianças e adolescentes compreendem o desejo, o consentimento e o papel de gênero. Em um cenário de pouca educação sexual e muita exposição digital, estudiosos alertam para impactos emocionais, sociais e de saúde pública que já começam a aparecer.
Uma falha minúscula desencadeou um apagão digital que atingiu redes sociais, serviços de IA e sites essenciais ao redor do mundo. A causa, longe de ataques hackers, revelou algo mais inquietante: como um único componente mal calibrado pode comprometer grande parte da infraestrutura online global e colocar em risco milhões de usuários.