Beijar pode parecer algo puramente humano, romântico e moderno. Mas a ciência acaba de mostrar que o ato de encostar os lábios é muito mais antigo do que imaginávamos. Um novo estudo científico aponta que o primeiro beijo surgiu há cerca de 21 milhões de anos — muito antes dos primeiros humanos modernos existirem.
Poucas semanas após apresentar o Gemini 3, o Google revelou o Nano Banana Pro, sua nova geração de modelo de imagens. Gratuito e integrado ao app Gemini, o sistema promete criar infográficos detalhados, textos nítidos em diferentes línguas e edições avançadas, além de embutir metadados que ajudam a identificar imagens feitas por IA.
Flamengo no topo de uma lista que não é exatamente motivo de orgulho. Um novo ranking revelou quais são os clubes mais odiados do Brasil — e o resultado está dando o que falar entre torcedores de todo o país.
O observatório Swift, lançado em 2004 para estudar rajadas de raios gama, está perdendo altitude rapidamente e pode reentrar na atmosfera de forma descontrolada até o fim de 2026. Para evitar isso, a NASA contratou a startup Katalyst Space Technologies, que planeja uma missão inédita usando um foguete Pegasus lançado do ar.
A luta de Zumbi dos Palmares virou símbolo de resistência, coragem e liberdade. Mas a lembrança do líder quilombola também expõe um contraste doloroso: em pleno século 21, o Brasil ainda convive com novas formas de escravidão. E os números mostram que o problema é muito maior — e mais cruel — do que muita gente imagina.
Pela primeira vez, cientistas conseguiram observar as horas iniciais da morte de uma estrela massiva, um momento extremamente breve e difícil de captar. Usando o Very Large Telescope, no Chile, astrônomos registraram o início da supernova SN 2024ggi — oferecendo pistas inéditas sobre como estrelas gigantes realmente colapsam.
A observação simultânea do cometa interestelar 3I/ATLAS a partir da Terra e do orbitador ExoMars em Marte permitiu calcular sua órbita com uma precisão inédita. O feito, embora não envolva risco imediato, representa um avanço decisivo para sistemas futuros de alerta e desvio de objetos potencialmente perigosos para o planeta.
A Justiça espanhola condenou a Meta — dona do Facebook e Instagram — a pagar uma multa histórica por usar dados pessoais sem consentimento para obter vantagem publicitária. O tribunal determinou que essa prática violou o Regulamento Europeu de Proteção de Dados e prejudicou economicamente dezenas de meios de comunicação locais.
O governo ucraniano confirmou ter recebido de Washington um projeto de plano para encerrar a guerra com a Rússia. Embora os detalhes não tenham sido divulgados oficialmente, várias fontes afirmam que o documento incluiria concessões territoriais e limitações militares. Kiev afirma estar aberta ao diálogo, mas insiste em um desfecho considerado “justo”.
Muita gente deixa o celular carregando enquanto dorme para acordar com 100% de bateria. Mas estudos recentes mostram que esse costume tão comum acelera o desgaste químico do lítio, reduz a autonomia e encurta a vida útil do aparelho. Entenda por que a ciência recomenda repensar essa prática cotidiana.
O entusiasmo pelo running cresce, mas muitos iniciantes desconhecem riscos reais e cuidados essenciais. Estudos recentes revelam o que realmente causa lesões, quais temores são exagerados e como criar uma base segura para correr sem dores. Se você pretende calçar o tênis, a ciência tem recomendações indispensáveis.
Quando seu filho traz para casa um amigo de quem você simplesmente não gosta, a primeira reação costuma ser direta: “melhor não andar com essa criança”. Mas proibir raramente resolve. E pior — pode afastar seu filho de você. Especialistas explicam como lidar com essa situação delicada sem transformar a convivência em guerra.
Uma nova abordagem promete mudar o futuro de quem sofre com depressão severa e não responde a nenhum tratamento. Pesquisadores descobriram uma forma de agir diretamente nos circuitos emocionais do cérebro e personalizar a terapia de cada paciente em tempo real. Os resultados iniciais são impressionantes — e reveladores.
A China acaba de testar uma ideia ousada: transformar milhões de carros elétricos em uma única bateria nacional, capaz de estabilizar a demanda de energia em tempo real. O experimento já paga aos motoristas e revela uma ambição inédita: criar um sistema elétrico flexível, gigante e impossível de replicar em qualquer outro país.
Um amplo estudo britânico mostra que o uso precoce das redes sociais altera pilares fundamentais do bem-estar juvenil: o sono, a autoimagem e a confiança nas outras pessoas. Entre meninas da Geração Z, os efeitos são mais intensos, aumentando a ansiedade, a desconfiança e os sintomas depressivos ao longo da adolescência.
Um novo estudo de grande escala revela que fumar pouco está longe de ser inofensivo. Mesmo quantidades mínimas aumentam drasticamente o risco de doenças cardíacas e mortalidade precoce, derrubando a ideia de que “fumar pouco não faz mal”. A descoberta promete mudar a forma como médicos e pacientes encaram o consumo reduzido de tabaco.
Um estudo pioneiro conseguiu registrar, pela primeira vez, os sinais cerebrais que anunciam um desejo compulsivo de comer antes que ele aconteça. A descoberta revela a região exata envolvida nesses impulsos e abre caminho para terapias capazes de antecipar desejos, oferecendo novas soluções para quem convive com comportamentos alimentares difíceis de controlar.
A Rússia tentou mostrar ao mundo que ainda podia competir com gigantes como Tesla e Boston Dynamics. Mas o primeiro passo do seu novo robô humanoide terminou no chão — e em viralizações desconfortáveis. O episódio revelou a enorme distância entre o discurso oficial e a capacidade real do país em plena era de sanções.
Pesquisadores identificaram um mecanismo até então desconhecido que pode explicar por que algumas pessoas com Alzheimer deixam de reconhecer quem mais amam. O estudo revela que uma estrutura cerebral específica se deteriora antes do esperado — e aponta um caminho promissor para proteger, e talvez recuperar, essa memória afetiva tão essencial.
A escolha da roupa de banho infantil pode influenciar diretamente a segurança. Estudos mostram que certos tons praticamente somem debaixo d’água — especialmente brancos, azuis claros e cores escuras. Já os neons oferecem contraste máximo e ajudam a localizar uma criança mais rápido em caso de emergência.