Durante anos, Baidu foi sinônimo de internet na China, mas 2025 expôs seus limites. A empresa perde espaço nas buscas para redes sociais como TikTok/Douyin e fica para trás na corrida da inteligência artificial diante de rivais locais. Com lucros em queda e investidores desconfiados, Baidu luta para não se tornar irrelevante.
Uma nova pesquisa revela quais profissões correm mais risco de desaparecer — e o que pode ser feito para sobreviver à revolução da inteligência artificial.
Um pequeno país da América do Sul está vivendo uma transformação que atrai a atenção do mundo. Impulsionado por descobertas gigantescas de petróleo e políticas estratégicas, já é visto como a “Dubai da região”. Mas será que essa ascensão conseguirá equilibrar crescimento econômico, justiça social e sustentabilidade?
A influência da inteligência artificial não se limita ao trabalho ou à escrita: ela já está moldando a forma como nos expressamos. Palavras incomuns que se repetem em chatbots passaram a aparecer em textos acadêmicos e até em conversas cotidianas. O que parece um detalhe linguístico pode estar transformando silenciosamente nossa maneira de pensar e nos comunicar.
Ter um assistente invisível ao lado pode deixar de ser fantasia. Os óculos Halo X, criados por ex-alunos de Harvard, prometem transcrever conversas, traduzir em tempo real e responder em segundos sem que você mova um dedo. O dispositivo gera entusiasmo, mas também dúvidas sérias sobre privacidade e confiabilidade.
O entusiasmo em torno da inteligência artificial cresce em ritmo acelerado, mas especialistas já veem sinais preocupantes de especulação. Até Sam Altman, CEO da OpenAI, reconhece a possibilidade de uma bolha que, se estourar, deixará poucas empresas sobreviventes. A questão é: estamos diante de um risco ou de uma fase inevitável de transformação?
Um experimento inédito realizado na Áustria mostrou que é possível “rebobinar” o estado de uma partícula quântica sem destruí-la. O feito desafia a ideia linear do tempo e pode revolucionar a computação quântica, tornando-a mais estável e eficiente. Entenda como funciona esse protocolo e o que ele significa para o futuro da ciência.
Mais do que controlar emoções, a inteligência emocional se revela na forma como escolhemos nossas palavras. Pessoas emocionalmente inteligentes utilizam expressões simples, porém poderosas, que demonstram empatia, equilíbrio e abertura para o diálogo. Essas frases fortalecem vínculos, reduzem conflitos e ajudam a construir relações mais verdadeiras e saudáveis.
Descubra o que realmente significa sua presença e por que ele nunca deve ser removido.
A nova série Alien: Earth, criada por Noah Hawley e disponível no Disney+, revela um ponto inédito na história da franquia: xenomorfos vivos e ovos viáveis chegaram à Terra anos antes dos eventos do filme original. A trama explora o que a Weyland-Yutani sempre quis, mas nunca conseguiu — estudar os alienígenas em solo terrestre.
Um estudo do MIT lança dúvidas sobre o tão falado “boom” da inteligência artificial no mundo corporativo. Apesar do entusiasmo e dos bilhões investidos, a maioria das empresas não vê retorno financeiro real. O relatório já impactou o mercado e reacendeu os temores de uma possível bolha tecnológica.
Muitos gênios da história tinham hábitos pouco convencionais, mas que estavam diretamente ligados à forma como pensavam e criavam. A psicologia aponta que pessoas de alta inteligência compartilham certas manias que, à primeira vista, parecem estranhas, mas na prática são ferramentas para estimular criatividade, inovação e novas formas de enxergar o mundo.
Um homem de 44 anos, que viveu por mais de três décadas com depressão resistente a tratamentos, entrou em remissão completa graças a uma técnica experimental de estimulação cerebral personalizada. O método, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Minnesota, devolveu ao paciente a capacidade de sentir alegria pela primeira vez em décadas.
No coração da América do Sul existe uma queda d’água que não impressiona apenas pela altura recorde, mas também pelo mistério e pela aura sagrada que a envolvem. Um destino remoto, cercado por lendas e ameaças ambientais, que permanece como um dos maiores tesouros naturais e culturais do planeta.
Um estudo realizado nos Estados Unidos trouxe novas esperanças para milhões de pacientes cardíacos: cientistas conseguiram reativar um gene embrionário por meio da tecnologia de ARNm, estimulando a regeneração do coração após um infarto. Se comprovada em humanos, essa técnica pode transformar a cardiologia e abrir caminho para curas de doenças até hoje irreversíveis.
Um apagão digital na madrugada de quarta-feira deixou a China praticamente isolada do restante do mundo por cerca de uma hora. O incidente, identificado pelo Great Firewall Report, bloqueou quase todo o tráfego HTTPS — e levanta dúvidas sobre um novo dispositivo de censura, um erro técnico ou até testes secretos do governo.
As companhias aéreas Delta e United Airlines enfrentam processos coletivos nos Estados Unidos por venderem assentos de janela que, na prática, não têm janela. Passageiros alegam propaganda enganosa e cobram indenizações pelos valores pagos para garantir um benefício que não existia.
Um estudo recente mostra que morar em bairros projetados para incentivar a caminhada pode aumentar em mais de mil passos diários a atividade física das pessoas. Ruas seguras, calçadas contínuas e serviços próximos não apenas melhoram a mobilidade urbana, mas também ajudam a cumprir metas de saúde de forma natural.
Um relatório recente revela quais setores já sofrem com a substituição acelerada por inteligência artificial. Enquanto profissões baseadas em dados estruturados estão entre as mais ameaçadas, outras ainda resistem por dependerem de critérios humanos, criatividade e inteligência emocional. O futuro do trabalho pode ser bem diferente do que conhecemos.
O que antes era visto apenas como resíduo incômodo agora pode se tornar uma poderosa ferramenta de sustentabilidade. Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram um protótipo capaz de transformar a urina humana em fertilizante e eletricidade, sem necessidade de rede elétrica. A inovação não só ajuda a enfrentar crises de saneamento em regiões vulneráveis, como também pode revolucionar a agricultura em escala global.