Um estudo com mais de 38 mil crianças nos Estados Unidos trouxe um alerta preocupante: a pressão arterial elevada ainda na infância pode aumentar em até 50% o risco de morte por doenças cardíacas antes dos 55 anos. O monitoramento precoce, segundo os especialistas, pode ser tão importante quanto vacinas ou acompanhamento do crescimento infantil.
Produtos “zero açúcar” e “sem calorias” costumam transmitir a ideia de saúde e leveza. Porém, um estudo brasileiro revelou um efeito preocupante: o consumo elevado de adoçantes artificiais pode acelerar o envelhecimento do cérebro em quase dois anos. A descoberta levanta dúvidas sobre até que ponto essas substâncias são realmente seguras.
Com avanços em biotecnologia, células-tronco e tratamentos de doenças crônicas, a ciência investiga como retardar o envelhecimento. Mas viver até 150 anos ou alcançar a imortalidade ainda é, segundo especialistas, um objetivo distante. Descubra o que a ciência sabe hoje e quais são as apostas para o futuro.
Um avanço científico no Reino Unido promete transformar o futuro de milhões de pessoas que convivem com doenças neurológicas. Pesquisadores desenvolveram um capacete de ultrassom capaz de atingir regiões profundas do cérebro sem cirurgia, com precisão inédita e efeitos reversíveis. A tecnologia pode abrir caminho para novos tratamentos contra o Parkinson, a depressão e até mesmo a dor crônica.
Envelhecer não significa apenas perder massa óssea, muscular ou memória. As nossas defesas internas também sofrem com o passar dos anos, em um processo silencioso que afeta a forma como o corpo reage a vírus, bactérias e inflamações. Pesquisas recentes revelam que a idade do sistema imunológico pode pesar até mais que a do próprio calendário.
As garrafas reutilizáveis ganharam espaço como símbolo de sustentabilidade e alternativa ao plástico descartável. Porém, um estudo recente mostrou que, quando não higienizadas corretamente, podem acumular bactérias perigosas, inclusive as associadas à contaminação fecal. O alerta é claro: o cuidado com a limpeza é tão importante quanto a escolha sustentável.
O sal está presente em quase todas as refeições, mas novas pesquisas mostram que tanto o excesso quanto a escassez podem trazer riscos sérios à saúde. Encontrar a medida certa é essencial para proteger o coração, a pressão arterial e até o funcionamento do cérebro.
Pesquisadores identificaram duas gigantescas estruturas sólidas no interior da Terra, sob a África e o Oceano Pacífico, que podem reescrever livros de geologia. O achado, publicado na Nature, revela “ilhas” com características únicas e ajuda a entender fenômenos como vulcões, montanhas e a própria evolução do planeta.
Um reservatório colossal de água doce foi encontrado sob o Atlântico Norte, próximo à costa dos Estados Unidos, e pode abastecer cidades inteiras durante séculos. O achado, feito por uma expedição internacional, traz novas esperanças em meio à crise hídrica global, mas também levanta desafios ambientais e tecnológicos.
O cometa interestelar 3I/ATLAS surpreendeu os astrônomos ao exibir uma composição química jamais registrada. Observações do Telescópio Espacial James Webb revelam níveis de dióxido de carbono oito vezes maiores que água, levantando novas hipóteses sobre sua origem, história e sobre a formação de sistemas planetários além do nosso.
Uma descoberta feita em laboratórios paulistas promete chacoalhar o setor de energia renovável. Pesquisadores brasileiros estão desenvolvendo células solares feitas com melcherita, um mineral que pode ser ainda mais eficiente que o silício usado nos painéis solares atuais. Se der certo, o Brasil pode assumir protagonismo global na corrida pela energia limpa.
O céu será palco de um espetáculo raro: o eclipse lunar total desta noite terá uma duração incomum de 83 minutos e promete exibir o famoso efeito de “lua de sangue”. Veja onde será visível, por que acontece e quando teremos a próxima chance de observar um fenômeno como este.
Uma tendência de altíssimo custo está redefinindo os padrões de beleza em Hollywood e além: os faciais com “veneno de serpente” e a chamada “cirurgia líquida” prometem resultados discretos, sem bisturi e sem rigidez. Mas, entre marketing, ciência inconclusiva e riscos à saúde, a juventude eterna continua sendo um privilégio para poucos.
Um estudo do Harvard Center on the Developing Child mostra que os primeiros anos de vida são decisivos para a forma como o cérebro e o corpo reagem ao mundo. Experiências repetidas na infância definem padrões automáticos de segurança, medo e resposta emocional que podem durar décadas — mas há caminhos para reprogramar essas respostas.
A possibilidade de estender a vida humana até 150 anos já não pertence apenas à ficção científica. Conversas entre líderes globais e avanços em terapias celulares reacendem o debate sobre os limites do corpo humano e da sociedade. A questão central, porém, não é apenas biológica: quem terá acesso e como lidaremos com as consequências de viver tanto?
Assim como temos uma mão ou um pé preferido, também existe um olho que lidera nossa visão. Descobrir qual é pode melhorar o desempenho em esportes, fotografia, direção e até influenciar decisões médicas. Um teste rápido em casa revela a resposta em segundos e pode fazer diferença no dia a dia.
Uma nova pesquisa da NASA sugere que Titã, a maior lua de Saturno, pode reunir os elementos necessários para o surgimento da vida. A descoberta envolve moléculas orgânicas e estruturas primitivas que poderiam funcionar como precursoras celulares, mudando o rumo das buscas por vida fora da Terra.
Um estudo inédito revelou que missões espaciais aceleram o envelhecimento de células-tronco humanas, essenciais para a saúde do sangue e do sistema imunológico. A pesquisa, apoiada por inteligência artificial, traz implicações para a exploração espacial e pode ajudar a entender o envelhecimento aqui na Terra.
Ser visto como alguém sempre disposto a ajudar parece a fórmula perfeita para criar laços sociais. Mas, segundo psicólogos, o excesso de amabilidade pode minar a autenticidade e afastar amizades verdadeiras. A chave está no equilíbrio entre bondade, vulnerabilidade e respeito próprio.
Grande parte das doenças que afetam os seres humanos vem dos animais, mas agora esse risco cresce de forma acelerada. Mudança climática, desmatamento e urbanização estão ampliando o alcance das zoonoses, comprometendo a saúde pública e até a segurança alimentar. Especialistas alertam para a urgência de novas políticas preventivas.