Durante décadas, a ciência tratou o Parkinson como um problema genético. Mas o avanço acelerado dos casos e histórias como a de uma ex-oficial da Marinha dos EUA estão levando pesquisadores a olhar para outro lugar: o ambiente, a água potável e exposições invisíveis que podem estar moldando uma epidemia silenciosa.
Há comportamentos que julgamos como fraqueza, preguiça ou falta de autocontrole, mas a neurociência sugere outra leitura. Certas atitudes autossabotadoras podem ser tentativas inconscientes do cérebro de reduzir medo, controlar a incerteza e evitar ameaças percebidas como maiores. Entender esse mecanismo muda completamente a forma de enxergá-las.
Um novo estudo publicado no New England Journal of Medicine identifica um mecanismo biológico que ajuda a explicar o papel da aspirina na prevenção do câncer, especialmente em pessoas com risco hereditário. A descoberta reacende o interesse científico, mas também reforça a necessidade de cautela e mais pesquisas.
Por trás de hábitos difíceis de abandonar existe um processo biológico pouco conhecido. Uma descoberta recente revela que o cérebro possui um “acelerador” interno do aprendizado, capaz de fixar associações com enorme rapidez — inclusive aquelas que sabemos que nos fazem mal. Entender esse mecanismo pode mudar a forma como lidamos com hábitos e vícios.
Um dispositivo microscópico desenvolvido por cientistas israelenses promete encurtar drasticamente o tempo entre o surgimento de um novo vírus e a resposta médica. Ao reproduzir reações do sistema imunológico em escala mínima, essa inovação pode mudar como o mundo enfrenta futuras pandemias.
Existe um processo invisível, comum e muitas vezes ignorado que influencia o funcionamento do cérebro ao longo da vida. Ele avança lentamente, pode surgir em qualquer idade e está ligado a alterações cognitivas e emocionais. Reconhecer seus sinais precoces pode ser decisivo para preservar a saúde mental.
Visualizar momentos positivos com pessoas conhecidas pode ir muito além de um simples devaneio. Pesquisas recentes mostram que a imaginação ativa circuitos cerebrais ligados ao prazer, à aprendizagem e às relações sociais, revelando um potencial surpreendente para o bem-estar emocional e a saúde mental.
Com mais de uma tonelada, quase três metros de comprimento e um corpo comparável ao de um automóvel compacto, Big Bill entrou para a história como o maior porco já registrado de forma confiável. Criado nos Estados Unidos no início do século XX, ele não foi apenas uma curiosidade extrema da natureza, mas também o símbolo de uma era em que limites técnicos, éticos e biológicos simplesmente não existiam.
Embora o aquecimento global tenha sido frequentemente associado a ciclos naturais da Terra, as evidências científicas apontam para um fenômeno diferente. Sua aceleração começou há mais de 250 anos e tem como principal motor a atividade humana. Entenda o que a ciência diz sobre o início e a rapidez desse processo climático.
Durante décadas, acreditou-se que a felicidade dependia apenas de quanto se ganha. Pesquisas recentes mostram um quadro muito mais complexo: o dinheiro influencia, sim, o bem-estar, mas não atua sozinho. Entender essa relação ajuda a explicar por que algumas pessoas resistem emocionalmente mesmo em cenários de escassez.
Durante muito tempo, a desigualdade global foi tratada como um efeito colateral inevitável do crescimento econômico. Mas quando os dados são analisados em profundidade, essa explicação começa a ruir. Um novo relatório internacional expõe números que desafiam discursos confortáveis e revelam um desequilíbrio estrutural na forma como a riqueza é produzida, acumulada e distribuída no mundo atual.
Uma ampla revisão científica indica que dietas vegetarianas e veganas podem trazer benefícios para a saúde infantil, como melhor perfil cardiovascular e maior consumo de fibras. Ao mesmo tempo, os pesquisadores alertam para deficiências nutricionais importantes se o planejamento não for cuidadoso.
O que faz uma relação resistir ao tempo ainda é uma das perguntas mais estudadas — e menos consensuais — da psicologia. Amor, compromisso e comunicação são fatores conhecidos, mas novas pesquisas indicam que um sinal muito mais simples pode revelar a força real de um vínculo. Um comportamento cotidiano, quase invisível, parece dizer mais sobre o futuro emocional de um casal do que grandes declarações ou planos.
Você pode até achar que seu cachorro é 100% doméstico — mas a ciência discorda. Um novo estudo genético revela que a maioria das raças modernas ainda carrega traços diretos dos lobos. Sim, isso inclui até cães pequenos como o chihuahua. Entenda o que essa herança significa, como ela surgiu e por que ainda influencia o comportamento dos cães hoje.
A reprodução assistida é frequentemente vista como um dos campos mais controlados da medicina moderna. Exames, protocolos e tecnologia avançada criam a sensação de segurança absoluta. No entanto, uma investigação internacional recente revelou como falhas estruturais podem passar despercebidas quando sistemas complexos operam além das fronteiras nacionais. O caso levanta questões profundas sobre limites, responsabilidade e os reais alcances do controle genético na ciência contemporânea.
Todo fim de ano é a mesma pergunta: que cor usar na virada? Entre tradições, simpatias e tendências — incluindo o fato de o branco ter sido apontado como cor de 2026 — a dúvida só aumenta. Se você acredita que as cores carregam energia, a numerologia pode ajudar a escolher o tom ideal para começar o ano com o pé direito. Entenda como calcular seu Ano Pessoal e descubra o que cada cor pode atrair para 2026.
Ela nasce ao amanhecer e desaparece antes da noite cair. Parece exagero, mas é exatamente isso que acontece com uma das flores mais curiosas do mundo — e ela está roubando a cena em um parque de Joinville. Entenda por que a chamada “flor de um dia” virou atração e por que tanta gente corre para vê-la antes que seja tarde demais.
Imagine dar um passeio tranquilo na praia e se deparar com um polvo gigante e extremamente raro na areia. Foi exatamente isso que aconteceu com um banhista em Collieston, na Escócia, que encontrou uma criatura de águas profundas nunca registrada viva até então. O que parecia um cenário de ficção científica se tornou uma descoberta científica de tirar o fôlego.
Eles quase não procuram ajuda básica, mas são os que mais acabam hospitalizados. Um novo levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) acende um alerta sobre a saúde mental dos jovens brasileiros e expõe um paradoxo preocupante: quem mais precisa de cuidado é justamente quem menos chega aos serviços de prevenção.
Uma pesquisa da Universidade de Zurique propõe uma reinterpretação radical da composição interna de Urano e Netuno. Os resultados indicam que esses planetas podem conter muito mais rocha — e menos gelo — do que a ciência assumiu por décadas, com implicações profundas para a classificação dos planetas e para a compreensão da formação do Sistema Solar.