A velhice nos cães não depende apenas do tempo. Tamanho, raça, genética e estilo de vida influenciam quando essa fase começa e como ela progride. Um novo estudo mostra que reconhecer os primeiros sinais pode aumentar o bem-estar e prolongar os anos felizes ao lado dos nossos companheiros de quatro patas.
O mundo chega à COP30 sob recordes de calor, eventos climáticos extremos e frustrações acumuladas. Entre jatos privados, lobbies fósseis e discursos de sustentabilidade, a conferência poderá ser a última grande chance de impedir que a crise climática ultrapasse limites irreversíveis. A Terra já está cobrando a conta.
Cientistas conseguiram rastrear, célula por célula, como o cérebro humano se constrói desde o embrião até a maturidade. O feito revela um desenvolvimento muito mais longo e complexo do que imaginávamos — e pode explicar a origem de transtornos como autismo e esquizofrenia. Um mapa que redefine a mente humana.
Perder um dente sempre foi definitivo — mas isso pode acabar antes de 2035. Pesquisadores do Reino Unido, Japão e Estados Unidos estão disputando quem conseguirá fazer nascer novos dentes humanos, seja em laboratório ou diretamente na boca do paciente. Se der certo, próteses e implantes podem se tornar coisa do passado.
A ciência acreditou, durante muito tempo, que nosso cérebro nascia praticamente pronto. Mas um novo atlas celular revela outra história: neurônios continuam surgindo, mudando e se especializando durante muitos anos. Essa plasticidade prolongada pode explicar nossa inteligência extraordinária — e também por que somos tão vulneráveis a transtornos como o autismo e a esquizofrenia.
A China deixou de ser coadjuvante na corrida espacial. Com sua própria estação em órbita e missões lunares cada vez mais ousadas, o país transformou o espaço em palco de tecnologia, diplomacia e estratégia internacional. Por trás dos foguetes e robôs, está surgindo um poder global que vai além da pesquisa científica.
Por que enxergamos cores que não existem? Aquela mancha verde após olhar uma luz vermelha ou o brilho fantasma que aparece diante dos olhos sempre intrigou cientistas. Agora, uma pesquisa britânica revela que a origem do fenômeno não está no cérebro — mas em um mecanismo escondido dentro da própria retina.
A psicóloga Clarisse Rabelo alerta que o racismo estrutural é um dos principais fatores de adoecimento psíquico da população negra. Em entrevista ao programa CB.Saúde, ela defende políticas públicas e ações coletivas para enfrentar um problema que, segundo ela, “não é individual, mas social”.
Durante um debate sobre o Novembro Azul, o médico Fernando Croitor defendeu que é preciso “massificar a informação” e vencer o tabu que ainda afasta muitos homens dos exames de prevenção do câncer de próstata. Ele alertou também para os riscos do autodiagnóstico e a importância do diagnóstico precoce.
O cometa 3I/ATLAS, descoberto em 2025, é apenas o terceiro objeto conhecido vindo de fora do Sistema Solar a cruzar nossa vizinhança. Em dezembro, ele atingirá seu ponto mais próximo da Terra, oferecendo uma rara oportunidade para estudar materiais formados em outro sistema estelar.
Confirmado pela NASA, o eclipse total de 2 de agosto de 2027 terá até 6 minutos e 23 segundos de escuridão completa — um tempo excepcionalmente longo para esse tipo de fenômeno. Porém, apenas regiões específicas da África e do Oriente Médio estarão na “faixa de totalidade”, onde o Sol desaparecerá por completo.
Trabalhar sem parar parece produtivo, mas a ciência mostra o contrário. Pesquisas revelam que pequenos intervalos de um a dez minutos podem melhorar a concentração, reduzir o estresse e manter a energia ao longo do dia. São os chamados microdescansos — pausas estratégicas que funcionam sem esforço, sem aplicativos e sem técnicas complexas.
Pela primeira vez, cientistas conseguiram traçar o desenvolvimento completo do cérebro humano — do útero à vida adulta. O que esses mapas mostram redefine como entendemos pensamento, memória, consciência e identidade. A tecnologia expõe a arquitetura invisível da mente e abre uma fronteira inédita para a neurociência.
O jejum intermitente virou tendência mundial, mas ainda há dúvidas: ficar horas sem comer atrapalha a concentração, a memória ou o raciocínio? Uma nova análise científica, baseada em mais de 70 estudos, traz uma resposta tranquilizadora — mas também revela exceções importantes e situações em que o cérebro pode, sim, sofrer impactos.
Um estudo de Harvard acompanhou quase 300 pessoas durante 14 anos e encontrou uma relação surpreendente entre um gesto simples do cotidiano e a velocidade do declínio cognitivo. A descoberta sugere que esse hábito pode retardar o avanço do Alzheimer por anos — e está ao alcance da grande maioria das pessoas.
Pode parecer apenas uma piada, mas não é. Um estudo europeu descobriu que certas barbas humanas podem abrigar mais bactérias do que o pelo dos cães — e até microrganismos capazes de causar doenças. O achado desconstrói um mito comum e levanta um alerta sobre higiene e saúde.
A ciência acreditava entender como o corpo envelhece — até agora. Um estudo com mais de 16 milhões de células imunológicas descobriu um detalhe oculto que pode mudar para sempre a forma como criamos vacinas e tratamentos. O que parecia deterioração pode ser, na verdade, uma nova estratégia das nossas defesas.
Já sentiu que você vira “outra pessoa” quando fala outro idioma? Mais simpático, mais direto, mais tímido ou mais ousado? A neurociência confirma: isso não é imaginação. Um novo estudo mostra que o cérebro de quem fala mais de uma língua muda o jeito de pensar, sentir e agir dependendo da língua usada.
O que têm em comum o café que desperta nossas manhãs, o chocolate que conforta e o vinho que celebramos? Uma ameaça silenciosa pode transformá-los em produtos raros e caros nas próximas décadas. Um novo estudo revela por que nem mesmo as tecnologias mais avançadas podem garantir o futuro desses sabores.
Pesquisadores documentaram no México ataques cooperativos de orcas contra tubarões-brancos juvenis. O comportamento, antes observado em outras regiões, indica transmissão cultural de técnicas de caça e pode pressionar ainda mais populações já vulneráveis.