Quando uma bateria de carro elétrico perde autonomia, ela ainda pode guardar uma quantidade surpreendente de energia. Agora, pesquisadores estudam uma maneira de aproveitar esse potencial antes do descarte.
Terra e Vênus têm tamanhos semelhantes, mas suas histórias seguiram caminhos radicalmente diferentes. Uma nova simulação pode ajudar a explicar uma das maiores diferenças entre os dois planetas.
Uma tecnologia nuclear desenvolvida durante décadas acaba de ganhar um novo impulso internacional. E o detalhe mais interessante está no tipo de reator envolvido.
O cérebro desses animais passou a conter milhões de neurônios humanos vivos e conectados. O experimento pode abrir uma janela inédita para estudar doenças até hoje difíceis de reproduzir.
Energia, matéria-prima e tecnologia talvez não sejam os maiores obstáculos para uma cidade lunar. Um cálculo revelou que algo muito mais básico poderia limitar todo o projeto.
Pesquisadores de Stanford conseguiram acompanhar um único fônon mudando abruptamente de estado energético. O experimento pode abrir novos caminhos para computadores quânticos, sensores ultrassensíveis e sistemas de correção de erros.
Estruturas semelhantes a linfonodos foram encontradas na medula óssea do crânio e podem funcionar como uma primeira linha de defesa do cérebro. A descoberta abre novas possibilidades para estudar doenças neurológicas.
O método combina aquecimento, uma hora de caminhada e alongamento, de preferência às 6h ou às 18h. Apesar do nome chamativo, seus principais benefícios vêm de algo muito mais simples: caminhar regularmente.
Durante duas décadas, medições registraram uma mudança silenciosa em uma floresta dos Estados Unidos. O que parecia ser um problema nas árvores, porém, estava acontecendo em outro lugar.
Com menos de 1 milhão de anos e aproximadamente o tamanho de Júpiter, Elias 2-24 b ainda está mergulhado no disco de poeira de sua estrela. A descoberta oferece uma oportunidade rara de observar um planeta praticamente durante seu nascimento.
Enquanto milhões de brasileiros ainda organizam a vida em torno de seis dias de trabalho, empresas nórdicas estão testando uma alternativa que coloca uma questão incômoda no centro da discussão: e se fosse possível trabalhar menos?
Novos dados sísmicos revelaram uma região onde a crosta terrestre está surpreendentemente fina. O detalhe ajuda a explicar uma transformação continental que já está em andamento.
Ter um cachorro pode significar muito mais do que ganhar companhia dentro de casa. Para o pesquisador Dan Buettner, especialista em longevidade, a rotina criada pelos animais pode estimular hábitos associados a uma vida mais ativa e saudável.
Uma tendência que cresce nas redes sociais promete transformar o próprio corpo em uma poderosa ferramenta de sedução. O problema é que as evidências científicas contam uma história diferente.
Uma declaração inesperada revelou que os Estados Unidos já possuem determinadas capacidades militares no espaço. O detalhe mais importante, porém, continua escondido.
Um experimento simples com um ímã revela uma das maiores estranhezas da física: a interação que governa planetas e galáxias parece surpreendentemente fraca em escalas muito menores.
Uma geração cercada por telas, aplicativos e alimentos ultraprocessados vive em contato constante com estímulos capazes de reforçar comportamentos repetitivos. Segundo a pesquisadora Michaeleen Doucleff, pequenas mudanças na rotina podem ajudar a modificar esses hábitos.
Cientistas encontraram no cérebro de camundongos uma população extremamente rara de neurônios que pode coordenar grandes áreas cerebrais e facilitar uma mudança fundamental.
Um experimento conseguiu transportar informação visual usando um dos fenômenos mais estranhos da física. O resultado pode ser pequeno, mas aponta para uma internet completamente diferente.
Mais da metade das pessoas com 60 anos ou mais continua no mercado de trabalho no Peru, enquanto especialistas defendem uma nova visão sobre longevidade e produtividade.