Uma manobra executada com precisão extraordinária mudou as expectativas para uma das principais missões espaciais da NASA. O resultado pode significar muitos anos extras observando o Universo.
Dados de satélites mostram que os polos estão subindo enquanto regiões próximas ao equador afundam. O fenômeno está tornando a Terra ligeiramente mais esférica e pode estar relacionado ao derretimento das grandes massas de gelo.
Uma descoberta indica que regiões responsáveis pelo pensamento e por funções vitais surgem de células embrionárias diferentes. A divisão pode remontar a mais de 550 milhões de anos de evolução.
Uma descoberta sobre as primeiras etapas do desenvolvimento cerebral desafia uma ideia aceita há décadas e pode abrir novos caminhos para estudar doenças neurológicas difíceis de investigar.
Uma grande expansão da rede sísmica mexicana promete revelar movimentos que hoje podem passar despercebidos e melhorar a resposta quando um terremoto atinge diferentes regiões do país.
Uma conversa pode virar disputa em poucos segundos. Mas uma frase simples consegue transmitir discordância sem fechar a porta para o diálogo — e a psicologia explica por quê.
Um experimento criado para reproduzir o interior de planetas gigantes acabou revelando algo inesperado: uma única sequência de laser pode transformar plástico em uma quantidade impressionante de nanodiamantes.
A centenas de anos-luz da Terra, um mundo recém-descoberto permanece mergulhado no material que o criou. E os astrônomos acreditam estar observando uma etapa raríssima.
Em vez de plantar uma árvore, uma cidade alemã decidiu experimentar algo inesperado: uma cobertura capaz de reproduzir parte da sensação de estar sob uma copa.
Quando uma bateria de carro elétrico perde autonomia, ela ainda pode guardar uma quantidade surpreendente de energia. Agora, pesquisadores estudam uma maneira de aproveitar esse potencial antes do descarte.
Terra e Vênus têm tamanhos semelhantes, mas suas histórias seguiram caminhos radicalmente diferentes. Uma nova simulação pode ajudar a explicar uma das maiores diferenças entre os dois planetas.
Uma tecnologia nuclear desenvolvida durante décadas acaba de ganhar um novo impulso internacional. E o detalhe mais interessante está no tipo de reator envolvido.
O cérebro desses animais passou a conter milhões de neurônios humanos vivos e conectados. O experimento pode abrir uma janela inédita para estudar doenças até hoje difíceis de reproduzir.
Energia, matéria-prima e tecnologia talvez não sejam os maiores obstáculos para uma cidade lunar. Um cálculo revelou que algo muito mais básico poderia limitar todo o projeto.
Pesquisadores de Stanford conseguiram acompanhar um único fônon mudando abruptamente de estado energético. O experimento pode abrir novos caminhos para computadores quânticos, sensores ultrassensíveis e sistemas de correção de erros.
Estruturas semelhantes a linfonodos foram encontradas na medula óssea do crânio e podem funcionar como uma primeira linha de defesa do cérebro. A descoberta abre novas possibilidades para estudar doenças neurológicas.
O método combina aquecimento, uma hora de caminhada e alongamento, de preferência às 6h ou às 18h. Apesar do nome chamativo, seus principais benefícios vêm de algo muito mais simples: caminhar regularmente.
Durante duas décadas, medições registraram uma mudança silenciosa em uma floresta dos Estados Unidos. O que parecia ser um problema nas árvores, porém, estava acontecendo em outro lugar.
Com menos de 1 milhão de anos e aproximadamente o tamanho de Júpiter, Elias 2-24 b ainda está mergulhado no disco de poeira de sua estrela. A descoberta oferece uma oportunidade rara de observar um planeta praticamente durante seu nascimento.
Enquanto milhões de brasileiros ainda organizam a vida em torno de seis dias de trabalho, empresas nórdicas estão testando uma alternativa que coloca uma questão incômoda no centro da discussão: e se fosse possível trabalhar menos?