Dados recentes mostram um cenário preocupante: a maioria das crianças não consome nutrientes essenciais como cálcio e vitamina D. Ao mesmo tempo, cresce a consciência sobre alimentação saudável. Entre ciência, indústria e educação, surge uma pergunta central: como transformar conhecimento em hábitos reais?
Após mais de cinco décadas desde a última missão tripulada à Lua, a NASA concluiu com sucesso o retorno da Artemis II. A cápsula Orion atravessou a atmosfera em altíssima velocidade e amerizou no Pacífico, encerrando uma missão crucial que pode redefinir o futuro das viagens espaciais.
Um estudo global alerta que população e consumo já pressionam demais o planeta. A questão vai além dos números — envolve hábitos que podem definir o futuro.
Um método mais objetivo promete identificar altas capacidades com mais precisão. A novidade pode reduzir erros, acelerar diagnósticos e corrigir desigualdades ignoradas há anos.
Um cardiologista revelou hábitos noturnos que podem afetar diretamente o coração. Pequenas ações após o fim do dia podem influenciar mais do que dieta e exercício.
A missão Artemis II chega ao seu momento mais tenso: o retorno à Terra. A cápsula Orion enfrentará calor extremo, blackout de comunicação e uma janela mínima de erro. Cada etapa da reentrada é vital para a segurança da tripulação.
O cometa interestelar 3I/ATLAS pode ter até 12 bilhões de anos, segundo um novo estudo. Se confirmado, ele seria um fragmento de um sistema planetário já desaparecido — oferecendo pistas raras sobre como se formavam mundos quando a Via Láctea ainda era jovem.
Antes da ciência, antes da escrita, antes das cidades, um membro do gênero Homo levantou os olhos para o céu. Esse gesto simples pode ter dado origem à curiosidade científica, ao pensamento simbólico e até às primeiras estratégias de sobrevivência baseadas nos ciclos da natureza.
Um experimento na Australian National University mostrou algo que parecia impossível: átomos de hélio se comportando como se estivessem em vários lugares ao mesmo tempo. O resultado reforça fenômenos quânticos estranhos e pode ajudar a conectar duas das maiores teorias da física moderna.
Da matéria visível às forças invisíveis que dominam o cosmos, a ciência construiu um retrato cada vez mais detalhado do universo. Mas, apesar dos avanços, perguntas fundamentais continuam abertas — inclusive sobre o que aconteceu nos primeiros instantes de tudo.
Durante anos, acreditou-se que o estresse causava câncer. Agora, um grande estudo científico traz uma resposta diferente — e muda a forma como entendemos o risco.
Uma startup propõe iluminar a Terra durante a noite usando espelhos no espaço. A promessa é tentadora, mas especialistas alertam para impactos inesperados que podem mudar o céu como conhecemos.
O aumento das alergias não é coincidência. Mudanças no ambiente, na alimentação e no estilo de vida estão alterando o sistema imunológico — e criando um cenário difícil de evitar.
Uma ideia antiga voltou a ganhar força: criar uma bandeira que represente toda a humanidade. Entre várias propostas, uma baseada em ciência está chamando mais atenção.
Um organismo terrestre mostrou uma resistência surpreendente em condições extremas. O detalhe mais intrigante é que seu comportamento levanta novas perguntas sobre até onde a vida pode ir.
Uma missão reacendeu o interesse global pela Lua, mas uma região estratégica já vinha sendo explorada silenciosamente há anos — e isso muda o equilíbrio da nova corrida espacial.
Uma proposta voltou a circular com promessas impressionantes sobre energia e propulsão espacial. O detalhe é que a física envolvida existe — mas está muito longe do que muitos imaginam.
Durante o retorno à Terra, astronautas enfrentam temperaturas extremas. Um sistema pouco conhecido é o responsável por garantir que tudo permaneça seguro dentro da nave.
Uma nova pesquisa propõe um cenário intrigante: fragmentos de rocha ejetados da Terra poderiam transportar células microscópicas até Vênus. A ideia não prova a existência de vida, mas mostra que o caminho físico para isso pode ser mais plausível do que se imaginava.
Um novo estudo revela uma forma inédita de interromper temporariamente a fertilidade masculina. O método não envolve hormônios e pode mudar o futuro dos contraceptivos.