A inteligência artificial pode armazenar e recuperar enormes quantidades de informação, mas isso não significa que ela “lembre” como uma pessoa. Uma hipótese científica sugere que nossas memórias dependem de processos químicos e moleculares muito mais complexos do que os 1 e 0 utilizados pelos computadores.
Durante séculos, tentamos ensinar nossa linguagem a outras espécies. Agora, uma tecnologia está seguindo o caminho contrário — e os resultados podem mudar o que entendemos por comunicação.
Três dietas levaram a uma perda de peso semelhante, mas uma delas provocou mudanças metabólicas particularmente expressivas. O resultado abre uma discussão que vai além da balança.
Quatro semanas foram suficientes para os pesquisadores encontrarem sinais inesperados no organismo. O que apareceu nas análises ajuda a entender como uma mudança alimentar pode ser mais profunda do que parece.
A mesma água pode provocar sensações completamente diferentes dependendo do lugar onde toca. A explicação passa pela pele, pelos nervos e por uma espécie de mapa escondido no cérebro.
Um novo estudo encontrou alterações surpreendentes em uma das regiões mais importantes do cérebro, levantando novas pistas sobre a relação entre depressão, memória e funcionamento neuronal.
Perder um emprego, fracassar em um projeto ou tomar uma decisão ruim pode parecer apenas negativo. A ciência, porém, mostra como essas experiências podem transformar nossa maneira de reagir.
O aumento da temperatura dos oceanos pode estar modificando até o comportamento acústico das baleias. Na costa da Califórnia, pesquisadores observaram uma queda significativa nos cantos das baleias-azuis após uma intensa onda de calor marinha.
Um ar-condicionado doméstico pode produzir litros de água por condensação durante seu funcionamento. Embora não seja própria para beber ou cozinhar, essa água pode ser reaproveitada em diferentes tarefas domésticas e ajudar a evitar desperdícios.
Guardar limões no lugar errado pode acelerar a perda de suco, alterar sua aparência e favorecer o surgimento de mofo. Temperatura, umidade e circulação de ar fazem diferença, e uma mudança simples pode prolongar bastante sua conservação.
Uma incursão aparentemente absurda em uma das ilhas mais isoladas do planeta levantou uma questão muito maior do que a presença de uma simples lata na praia.
Um mundo maior que a Terra completa sua órbita em apenas algumas horas e desafia uma das formas mais conhecidas de encontrar planetas fora do Sistema Solar.
Algumas fotos de anfíbios e répteis parecem resultado de muita paciência, mas certas imagens escondem uma preparação inesperada que pode mudar completamente a história Uma rã imóvel sobre uma flor, uma cobra perfeitamente posicionada sobre uma pedra ou uma salamandra aparentemente indiferente à presença de uma câmera parecem cenas capturadas no momento certo. Só que essa tranquilidade nem sempre é natural. Pesquisadores alertam que algumas fotografias de animais silvestres podem envolver uma técnica pouco conhecida, capaz de reduzir seus movimentos e facilitar a criação de imagens que parecem espontâneas, mas foram cuidadosamente preparadas.
Uma conversa de apenas 20 minutos pode ser mais cansativa do que horas de trabalho. Isso acontece porque o cérebro precisa interpretar palavras, emoções, gestos e intenções enquanto controla as próprias reações. Algumas estratégias simples podem diminuir essa sobrecarga.
Durante anos, aquele pedaço da costa parecia apenas um enorme terreno abandonado. Até que algo inesperado começou a transformar completamente a paisagem.
O exoplaneta tem mais que o dobro do tamanho da Terra e está localizado em uma região onde mundos desse tipo são raros. Sua órbita é tão próxima da estrela que, no futuro, ele pode acabar sendo engolido por ela.
Depois de anos perseguindo as empresas mais promissoras da tecnologia, grandes investidores começaram a olhar para outro lugar em busca de crescimento, rentabilidade e algo cada vez mais valioso: resultados concretos.
Pesquisadores testaram mais de 120 fãs de heavy metal durante um dos maiores festivais do gênero no mundo. Depois de vários dias de shows, participantes conseguiram suportar por mais tempo a dor provocada pelo frio.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco desenvolveram uma técnica que utiliza células do próprio tumor para ensinar o sistema imunológico a reconhecer e destruir o câncer. O método apresentou resultados promissores em laboratório e em testes com animais.
Eles começaram a investir mais cedo, cresceram cercados por redes sociais e criptomoedas e poderiam parecer candidatos naturais ao risco. Os números, porém, revelam outro comportamento.