Sentimos a dor “dentro da cabeça”, mas a origem não está onde imaginamos. A ciência mostra que a cefaleia nasce fora do cérebro e envolve vasos, nervos e músculos que enviam sinais intensos ao sistema nervoso. Entender esse mecanismo muda a forma de interpretar um sintoma cotidiano.
E se máquinas pudessem agir em conjunto sem trocar mensagens, mesmo onde não há internet, rádio ou satélite? Um novo modelo científico sugere uma forma radical de coordenação entre drones e robôs, baseada em um princípio da física que desafia a noção tradicional de comunicação.
Uma ideia tem circulado com força entre pais e responsáveis: a de que casos de micropênis em crianças estariam se tornando mais comuns. Mas será que isso reflete a realidade médica? Um estudo apresentado no 40º Congresso Brasileiro de Urologia ajuda a separar percepção de fato — e os dados contam outra história.
Uma sequência inédita de lançamentos espaciais revela uma estratégia muito maior do que simples avanços tecnológicos. Em ritmo acelerado e com objetivos claros, a China se movimenta para garantir autonomia orbital, proteger interesses estratégicos e evitar depender de infraestruturas espaciais controladas por empresas estrangeiras.
Uma nova biblioteca científica consegue identificar medicamentos e substâncias presentes no organismo humano, mesmo quando ninguém lembra de tê-los ingerido. Ao analisar sangue, pele, urina ou alimentos, essa tecnologia promete revelar exposições invisíveis, melhorar diagnósticos e inaugurar um novo capítulo da medicina personalizada.
Imunização mudou o foco da prevenção, permitindo evitar a infecção antes do surgimento de lesões. Especialistas dizem que a estratégia já aponta para a possível eliminação do câncer de colo do útero em uma geração, desde que metas de vacinação e rastreamento sejam cumpridas.
Navios usados para driblar sanções ao petróleo russo estariam levando agentes ligados a serviços de inteligência e mercenários, segundo fontes ocidentais e ucranianas. A estratégia reforça o uso de táticas híbridas por Moscou e preocupa governos europeus, especialmente no Mar Báltico.
Trocar o nome da pessoa amada pode parecer um deslize imperdoável, mas a ciência mostra que esse tipo de erro raramente é aleatório. Por trás do constrangimento surgem mecanismos da memória, vínculos emocionais profundos e reações que podem fortalecer — ou abalar — a relação.
Comer apressado é um hábito comum, mas especialistas alertam que ele pode revelar muito mais do que falta de tempo. Ansiedade, alterações hormonais e prejuízos digestivos estão por trás desse comportamento automático, que costuma passar despercebido até que surgem sintomas físicos e emocionais difíceis de ignorar.
Natal costuma ser sinônimo de mesa cheia, reencontros e clima de confraternização. Mas, para uma parte dos brasileiros, o medo de discussões políticas ainda ronda a ceia. É o que mostra uma nova pesquisa da Quaest, divulgada neste sábado (20), que investigou tanto o impacto da política nas relações familiares quanto a percepção sobre a economia neste fim de ano.
O turismo espacial acaba de ganhar um capítulo histórico — e inspirador. Neste sábado (20), a engenheira alemã Michaela Benthaus se tornou a primeira pessoa cadeirante a viajar ao espaço, em uma missão suborbital da Blue Origin. O voo durou cerca de 10 minutos, mas o impacto simbólico promete ser muito maior.
Depois de anos de pressão política, teorias da conspiração e promessas não cumpridas, o governo dos Estados Unidos começou a divulgar novos documentos da investigação sobre Jeffrey Epstein. O material, liberado na sexta-feira (19), reúne centenas de milhares de páginas, incluindo fotos com celebridades, menções ao Brasil e registros ainda parcialmente censurados. O caso volta ao centro do debate público — agora com impacto direto sobre figuras poderosas.
Se você costuma olhar para o céu ao amanhecer e percebeu que Vênus anda sumido, não é impressão. O planeta mais brilhante depois do Sol e da Lua está prestes a desaparecer temporariamente do céu — e isso tem uma explicação bem conhecida da astronomia. Calma: Vênus não vai a lugar nenhum. Ele só está mudando de “turno”.
Durante muito tempo, a solidão foi tratada como um problema típico da velhice. Mas os dados mais recentes mostram um cenário bem diferente — e até preocupante. Hoje, quem mais sofre com o isolamento no Reino Unido são os jovens adultos, especialmente na faixa dos 20 anos. Entenda por que isso está acontecendo, o papel das redes sociais e quais caminhos começam a surgir para enfrentar o problema.
Depois de décadas marcadas por violência, perda territorial e quase extinção, uma notícia reacendeu a esperança no sul de Rondônia. No dia 8 de dezembro, nasceu o primeiro bebê do povo Akuntsú em mais de 30 anos — um marco histórico para uma das comunidades indígenas mais afetadas por conflitos fundiários no Brasil.
Em menos de um ano, um ativo historicamente subestimado dobrou de valor e passou a ocupar o centro das atenções globais. A explicação não está apenas nos mercados financeiros, mas em uma combinação de escassez, tecnologia e mudanças estruturais que colocaram esse metal em um novo patamar estratégico.
Se superstição já faz parte do futebol brasileiro, agora ela ganhou quatro patas e um pote de ração. O gato Frajola, novo fenômeno das redes sociais, virou assunto ao “prever” quem será o campeão da Copa do Brasil. E, como era de se esperar, o palpite incendiou a rivalidade entre torcedores.
Reciclar metais vai muito além de proteger o meio ambiente. A reutilização de materiais estratégicos reduz custos energéticos, corta emissões e diminui a dependência de poucos países que concentram recursos essenciais. Um movimento silencioso que começa no lixo e termina influenciando economia, indústria e poder global.
Um grupo de bilionários do setor de tecnologia prometeu até €860 milhões ao CERN para viabilizar o Future Circular Collider, projeto que pretende suceder o Grande Colisor de Hádrons. É a primeira vez que o centro europeu aceita recursos privados — e o plano só deve sair do papel a partir da década de 2040.
Muito mais do que abrir portas culturais ou profissionais, aprender idiomas ativa áreas profundas do cérebro ligadas à memória, atenção e flexibilidade mental. Pesquisas recentes mostram que esse hábito cotidiano pode fortalecer a saúde cerebral ao longo da vida e até atrasar o surgimento de doenças neurodegenerativas.