Para um cachorro, sair para passear não é só dar uma volta no quarteirão. É abrir um arquivo completo de tudo o que aconteceu ali horas — ou até dias — antes. Onde alguém passou, quem passou, em que direção foi e até em que estado emocional estava. Parece exagero, mas a ciência mostra que os cães literalmente “enxergam” o passado usando o nariz.
Carregar um carro elétrico em poucos minutos sempre pareceu promessa distante. Mas um vídeo que viralizou nos últimos dias sugere que esse futuro pode estar mais perto do que muita gente imaginava. As imagens mostram um modelo elétrico da BYD recuperando quase 400 quilômetros de autonomia em cerca de cinco minutos — um tempo que começa a rivalizar com o abastecimento de um carro a combustão.
A corrida pela inteligência artificial não mudou só o jeito como trabalhamos, consumimos informação ou falamos com máquinas. Em 2025, ela também redefiniu quem ganha — e quanto ganha — no topo do capitalismo global. Em poucos meses, a IA transformou executivos e fundadores do Vale do Silício em alguns dos maiores vencedores financeiros da história recente.
Quem passou por Copacabana nesta sexta-feira (26) achou que estava vendo coisa errada. Uma enorme mancha escura tomou conta do mar, bem perto da arrebentação. Em tempos de tantos alertas ambientais, o primeiro pensamento foi de preocupação. Mas bastaram alguns segundos para o susto virar encanto: a mancha era vida pulsando.
O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou ao centro cirúrgico neste sábado (27) para realizar um novo procedimento médico enquanto permanece internado em um hospital particular do Distrito Federal. A informação foi divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que pediu orações e afirmou que o objetivo da intervenção era aliviar um quadro persistente de soluços.
Anãs brancas, restos densos de estrelas mortas, podem esconder sinais de partículas hipotéticas chamadas áxions — fortes candidatas a compor a matéria escura. Um novo estudo não encontrou evidências diretas, mas mostrou como essas “estrelas zumbis” podem ajudar a descartar caminhos errados e refinar a caça a um dos maiores mistérios do universo.
O reino animal parece ter acesso ilimitado a uma paleta de cores psicodélica. Mas, curiosamente, algumas espécies seguiram o caminho oposto — e abriram mão da cor quase por completo. Zebras, pandas, pinguins e gambás chamam atenção justamente pelo contraste radical entre preto e branco. A pergunta é inevitável: por quê?
Em clima de Natal, Zack Snyder compartilhou imagens inéditas de Henry Cavill vestindo o traje clássico do Superman, inspirado no usado por Christopher Reeve. Mais do que nostalgia, as fotos ajudam a entender por que o ator foi escolhido sem resistência para o papel e reacendem debates sobre o legado do herói no cinema.
Em um mundo dominado por notificações, mensagens instantâneas e inteligência artificial, jovens da Geração Z estão redescobrindo um hábito quase esquecido: a correspondência em papel. Cartas manuscritas, envelopes decorados e selos viraram um gesto consciente de pausa — e um antídoto inesperado contra a saturação digital.
Perfis antigos e abandonados guardam dados pessoais, usam senhas fracas e quase nunca têm proteção extra. Para criminosos digitais, são alvos fáceis para fraudes, golpes de phishing e roubo de identidade. Entender por que essas contas são perigosas é o primeiro passo para reduzir o risco.
O mau hálito nem sempre é sinal de pouca higiene. Língua, gengivas, boca seca, alimentação e até problemas fora da boca podem estar por trás da halitose. Entender a causa é o primeiro passo para tratá-la de forma eficaz — e evitar soluções que só mascaram o problema.
O aumento das temperaturas globais não está apenas derretendo geleiras ou intensificando eventos extremos. Ele também está afetando algo muito mais próximo — e preocupante: o desenvolvimento cognitivo das crianças. Um novo estudo internacional mostra que a exposição contínua ao calor excessivo pode comprometer habilidades básicas como alfabetização e matemática já na primeira infância.
Um experimento de laboratório produziu, pela primeira vez, uma tensão elétrica contínua a partir da rotação da Terra em seu próprio campo magnético. O sinal é minúsculo, longe de qualquer aplicação prática imediata, mas suficiente para recolocar na mesa uma antiga controvérsia do eletromagnetismo.
Com a explosão do consumo energético da inteligência artificial, empresários do Vale do Silício apostam em uma ideia radical: colocar centros de dados em órbita e alimentá-los diretamente com energia solar do espaço. O plano parece ficção científica, mas já envolve satélites em desenvolvimento, bilhões de dólares e um horizonte claro para a próxima década.
Uma explosão estelar detectada quando o universo tinha apenas 730 milhões de anos pode ser a supernova mais antiga já observada. Captada pelo telescópio James Webb após um raro surto de raios gama, ela desafia teorias consolidadas ao mostrar características surpreendentemente semelhantes às supernovas modernas.
Um experimento real colocou uma inteligência artificial no comando de uma simples máquina de vendas automáticas. A promessa era eficiência e lucro. O resultado foi o oposto: prejuízo total, produtos distribuídos de graça e decisões absurdas. O caso expõe limites pouco discutidos da IA quando ela enfrenta pressão humana e regras ambíguas.
A inteligência artificial já deixou de ser promessa futurista para governos locais na América Latina. Com apoio do Google, plataformas digitais estão ajudando prefeituras a responder mais rápido a crimes, ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir congestionamentos urbanos. O impacto já aparece em números, políticas públicas e decisões mais bem informadas.
Enquanto o poder econômico mundial se concentra em poucas nações, um novo ranking internacional revela uma presença latino-americana limitada, mas simbólica. Apenas dois países da região aparecem entre as maiores economias do planeta, um dado que chama atenção e levanta questões sobre o futuro econômico da América Latina.
A capacidade de notar sinais de doença antes que eles se tornem óbvios pode parecer intuitiva, mas não é distribuída igualmente. Um novo estudo científico indica que algumas pessoas captam mudanças sutis no rosto com mais precisão — uma diferença pequena, porém consistente, que pode ter raízes profundas na evolução humana.
Durante anos, a ideia de que o cérebro “termina de se desenvolver” aos 25 virou explicação popular para impulsividade e decisões ruins. Mas a neurociência moderna mostra um cenário bem mais complexo: o cérebro segue mudando, refinando conexões e ganhando eficiência muito além dessa idade.