Por muito tempo considerada uma conspiração, a ideia de que boa parte do que circula na internet já não é humano começa a ganhar novos contornos. Sam Altman, CEO da OpenAI, trouxe o tema novamente à tona ao destacar a explosão de conteúdos e perfis gerados por inteligência artificial nas redes sociais, levantando dúvidas sobre o futuro da autenticidade online.
Imagine estar em um ambiente e perceber que sua simples presença faz com que outras pessoas comecem a tossir, espirrar ou sentir coceira. Esse fenômeno curioso, conhecido como PATM (“People Are Allergic To Me”), ainda não tem explicação oficial, mas já começa a ser investigado pela ciência com pistas químicas surpreendentes.
Um novo dispositivo criado por cientistas sul-coreanos pode transformar o futuro das cirurgias de fraturas. A tecnologia permite regenerar ossos de forma personalizada, durante o próprio procedimento cirúrgico, com potencial para prevenir infecções e reduzir complicações. Os resultados iniciais já despertam grande expectativa na comunidade médica internacional.
Pesquisadores da Finlândia e do Reino Unido encontraram bactérias escondidas em placas arteriais que podem estar ligadas ao surgimento de infartos. O estudo sugere que infecções silenciosas poderiam desempenhar um papel-chave no desencadeamento de ataques cardíacos, abrindo caminho para novas formas de prevenção e tratamento.
Um pacto inédito de 500 milhões de dólares entre Estados Unidos e Paquistão promete mudar o equilíbrio da transição energética global. O acordo inclui exportações imediatas de minerais críticos e a construção de uma refinaria polimetálica em território paquistanês. A aliança surge em meio à crescente pressão para reduzir a dependência da China no setor.
E se a proteção contra a perda de memória não estivesse em remédios, mas em jogos que fazem o corpo e a mente trabalharem juntos? Pesquisadores suíços descobriram que videogames ativos podem melhorar funções cognitivas e até gerar mudanças estruturais no cérebro em poucas semanas.
Um relatório recente da Oficina do Censo dos Estados Unidos revela que a adoção da inteligência artificial nas grandes companhias está desacelerando. O resultado coloca em dúvida a narrativa de que a IA seria uma ferramenta corporativa indispensável, levantando questões sobre sua eficácia prática e futuro no ambiente empresarial.
Pesquisadores da Universidade de Cambridge descobriram uma forma inovadora de interromper a progressão do glioblastoma, o tumor cerebral mais agressivo. Em vez de atacar diretamente as células cancerígenas, a técnica modifica o ácido hialurônico do cérebro, bloqueando a rota que as células usam para se espalhar. Uma estratégia promissora que reacende a esperança contra esse câncer letal.
Um novo relatório da Common Sense Media acendeu o alerta sobre o Google Gemini: apesar de versões supostamente adaptadas para adolescentes, a IA ainda trata jovens como adultos. O estudo mostra riscos que vão desde exposição a conteúdos sensíveis até orientações equivocadas em saúde mental.
Um novo estudo revela que 10 dos 16 estádios da Copa do Mundo de 2026 enfrentam alto risco de calor extremo e outros eventos climáticos severos. Temperaturas acima do limite de segurança já desafiam jogadores e organizadores, e a pressão sobre a FIFA para adotar medidas emergenciais só aumenta.
Dormir bem vai muito além de descansar a mente. Um estudo da Universidade da Califórnia em Berkeley revelou como o sono profundo ativa um circuito cerebral que libera a chamada “hormona do crescimento”. Essa descoberta mostra por que noites reparadoras são decisivas para a força física, o equilíbrio metabólico e até futuras terapias de saúde.
Guillermo del Toro promete reinventar um dos monstros mais icônicos da literatura com um toque ousado e inesperado. Jacob Elordi, estrela de Euphoria e Saltburn, assume um papel que vai mexer com a imaginação do público. O visual do personagem já está chamando atenção — e por um motivo surpreendente.
A sensação de “falta de força de vontade” diante de biscoitos, fast-food e chocolates pode não ser apenas fraqueza. Estudos mostram que mecanismos químicos no cérebro, pouco conhecidos até agora, ajudam a explicar por que os ultraprocessados criam um ciclo compulsivo que desafia até mesmo o maior autocontrole.
Nem sempre a poluição vem apenas de fábricas, carros ou queimadas. Um estudo da NASA revelou que os raios, além de iluminarem o céu, podem liberar gases que afetam a qualidade do ar que respiramos. Esse achado muda o entendimento sobre a atmosfera e ajuda a prever riscos à saúde.
Um novo relatório global revelou quais são os países com maior poder militar do planeta — e trouxe uma surpresa para a América Latina. O Brasil ultrapassou o Irã e se posiciona entre as 11 maiores potências bélicas do mundo, consolidando-se como força estratégica no cenário internacional.
Treinar pela manhã, à tarde ou à noite? Pesquisas recentes apontam que o horário da atividade física pode influenciar diretamente a saúde cardiovascular, respiratória e metabólica. Mas os especialistas são claros: mais importante que a intensidade, a constância e a regularidade fazem toda a diferença para alcançar melhores resultados.
A inteligência emocional entrou para a lista das 10 habilidades mais valorizadas pelo mercado de trabalho, segundo um relatório do Fórum Econômico Mundial. Para Ron Siegel, professor de Harvard, desenvolver essa competência será tão importante quanto dominar tecnologia e IA para prosperar na carreira.
Um relatório recente de segurança digital recomenda que adolescentes e crianças evitem usar o Google Gemini. A pesquisa aponta falhas nas proteções para menores, riscos de exposição a conteúdo sensível e alerta para problemas graves na forma como o chatbot lida com saúde mental e apoio emocional.
Ignorar a troca do filtro do ar-condicionado pode custar caro para sua saúde e para o seu bolso. Entenda por que esse pequeno componente é essencial para a qualidade do ar, para o desempenho do aparelho e para reduzir o consumo de energia.
Uma descoberta feita no fundo do mar do Caribe intriga cientistas e arqueólogos há mais de 20 anos. Estruturas simétricas, possíveis pirâmides e vestígios de uma metrópole perdida sugerem que a história humana pode ser muito mais antiga e complexa do que aprendemos nos livros.