A temperatura dos oceanos está mudando — e, junto com ela, tudo o que entendemos sobre chuva, calor e eventos extremos. A nova previsão da Organização Meteorológica Mundial (OMM) traz um alerta importante: o La Niña deve continuar atuando, mas com um comportamento diferente do esperado.
Um gesto simples, feito quase no automático, pode dizer muito sobre a personalidade de alguém. Recolocar a cadeira no lugar ao levantar da mesa parece apenas questão de educação — mas, segundo a psicologia, esse hábito carrega significados mais profundos ligados a organização, consideração e até à forma como encaramos tarefas do dia a dia.
Um fármaco tópico chamado clascoterona apresentou resultados impressionantes em dois ensaios clínicos de fase III: até 539% mais crescimento de cabelo em comparação ao placebo. Se aprovado pela FDA em 2025, o medicamento pode inaugurar a primeira nova classe de tratamentos para calvície masculina em três décadas.
O CEO da OpenAI avaliou investir bilhões na startup aeroespacial Stoke Space para assumir o controle da empresa. A ideia? Construir foguetes capazes de lançar data centers de IA ao espaço, reduzindo o impacto ambiental e energético na Terra. A proposta revela até onde Altman está disposto a ir diante da explosão da demanda computacional.
O iPhone 17 Pro chegou com diversas melhorias, mas uma ausência inesperada chamou atenção: o aparelho não permite mais usar simultaneamente os modos Retrato e Noite. A função, presente desde o iPhone 12 Pro, continua disponível em modelos anteriores e deixou consumidores intrigados — e frustrados — com a decisão da Apple.
Os Estados Unidos permitem a entrada legal de estrangeiros sem visto tradicional por meio do Visa Waiver Program (VWP). O sistema funciona com uma autorização eletrônica chamada ESTA, válida para estadias curtas. Saiba quem pode utilizar o programa, como funciona o processo e quais são as regras que continuam valendo ao chegar ao país.
A Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, marca uma mudança histórica no torneio: será a primeira edição com 48 seleções, ampliando o número de participantes e modificando completamente o formato de disputa.
Um novo estudo indica que o cérebro começa a formar padrões elétricos organizados antes mesmo de receber qualquer estímulo externo. Esses sinais, observados em organoides feitos a partir de células-tronco humanas, sugerem que nascemos com um conjunto básico de instruções que estrutura nossa percepção e modo de pensar. A descoberta abre caminhos para entender melhor o neurodesenvolvimento e seus distúrbios.
O TikTok anunciou que construirá em Fortaleza seu primeiro centro de dados latino-americano, um investimento monumental de US$ 38 bilhões. A instalação funcionará apenas com energia eólica e promete reforçar o protagonismo do Brasil no mercado digital global. O projeto também revela o esforço diplomático do governo Lula para equilibrar relações com China e Estados Unidos.
Durante anos, as pesadelos foram vistas apenas como reflexo do estresse. Agora, estudos recentes sugerem algo mais inquietante: sonhar mal com frequência pode estar ligado a alterações cerebrais profundas que surgem muito antes dos primeiros sinais de declínio cognitivo.
Por trás da busca incessante por fazer tudo certo, pode existir muito mais do que disciplina e ambição. Especialistas mostram que esse comportamento costuma nascer de feridas emocionais profundas, molda a identidade ao longo da vida e cobra um preço alto na saúde mental — mesmo quando parece sinal de força.
Um novo experimento mostra que o estresse faz muito mais do que acelerar a queda dos fios: ele pode iniciar uma reação do próprio sistema imunológico contra o couro cabeludo. O processo deixa marcas duradouras no organismo e ajuda a explicar por que a perda de cabelo costuma voltar após novos episódios de tensão.
Pedir desculpas demais, observar tudo ao redor, evitar ajuda, minimizar a própria dor e precisar controlar cada detalhe. À primeira vista, parecem traços comuns de personalidade. Mas a psicologia reconhece esses comportamentos como marcas silenciosas de experiências infantis difíceis que seguem ativas, mesmo muitos anos depois.
Durante décadas, a ciência acreditou estar mapeando o código da vida com precisão quase absoluta. Mas um novo estudo revela que uma parte essencial desse quebra-cabeça ficou de fora — e isso pode estar influenciando diagnósticos, tratamentos e até a forma como entendemos doenças no mundo inteiro.
Um estudo surpreendente revelou que a convivência com cães durante a adolescência vai muito além da companhia emocional. Mudanças no comportamento, na sociabilidade e até nas bactérias da boca ajudam a explicar por que esses jovens demonstram mais bem-estar, equilíbrio emocional e melhores relações sociais.
Tratamentos sem hormônios, testes feitos em casa, terapias genéticas sob medida e vacinas com efeitos além da proteção original. O ano de 2025 marcou um ponto de virada silencioso, mas profundo, na forma como a medicina previne, detecta e trata doenças — com impactos que já podem ser sentidos agora.
Enquanto startups aceleram testes e investidores apostam alto, uma das figuras mais influentes da tecnologia segura o freio. A ideia parece oferecer uma saída rápida para a crise climática, mas envolve riscos científicos, políticos e éticos que ainda estão longe de serem totalmente compreendidos.
Durante décadas, um único ponto sustentou a presença humana contínua de uma potência no espaço. Em segundos, tudo mudou. Um incidente técnico raro, ocorrido no momento mais crítico de um lançamento, deixou o futuro das missões tripuladas envolto em incerteza e abriu um vazio histórico que ninguém esperava ver novamente.
Em um dos ambientes mais hostis da América do Norte, um organismo invisível aos olhos humanos desafia os limites da biologia. Ele cresce, se move e se reproduz onde nenhuma célula complexa deveria sobreviver. A descoberta surpreendeu os cientistas e pode redefinir nossa compreensão da vida na Terra — e fora dela.
Físicos confirmaram que os relógios em Marte correm levemente mais rápido que os da Terra — uma diferença minúscula, mas suficiente para afetar navegação, comunicação e sincronização entre planetas. O que parece curiosidade científica se transforma em um dos pilares das futuras missões tripuladas e robóticas ao planeta vermelho.