A ordem acontece após os Estados Unidos enviarem navios de guerra para a costa da Venezuela, aumentando a pressão diplomática sobre o governo chavista.
Ouvir música pode ser muito mais do que um simples prazer. Pesquisas mostram que melodias suaves e lentas ajudam a reduzir a pressão arterial e contribuem para a saúde do coração. Quando associada a hábitos saudáveis, essa prática se transforma em uma estratégia simples, acessível e prazerosa para o cuidado diário com o bem-estar cardiovascular.
Ver a Terra do espaço pode deixar de ser um privilégio restrito a astronautas profissionais. A Virgin Galactic prepara uma aeronave que promete levar passageiros comuns a mais de 90 km de altitude, oferecendo microgravidade, janelas panorâmicas e uma experiência de luxo. Mas, por trás da promessa, surgem também desafios tecnológicos e financeiros.
Durante anos, ouvimos que telas e gadgets poderiam prejudicar nossa saúde mental. Mas uma nova pesquisa sugere justamente o contrário: entre pessoas mais velhas, a tecnologia pode ajudar a manter o cérebro ativo e reduzir o risco de demência.
Existe um estado mental em que corpo e mente trabalham em perfeita sincronia, permitindo atingir o máximo rendimento com calma, foco e precisão. Chamado de “estado de fluxo”, ele pode ser acessado por atletas, músicos e profissionais em qualquer área. A ciência mostra como ativá-lo, quais condições o favorecem e como treiná-lo no dia a dia.
O órgão internacional que monitora a segurança alimentar declarou nesta sexta-feira (22) que a situação na cidade de Gaza atingiu nível 5, o mais grave da escala, e advertiu que a crise pode se espalhar para Deir al Balah e Khan Yunis até o final de setembro.
Durante anos, Baidu foi sinônimo de internet na China, mas 2025 expôs seus limites. A empresa perde espaço nas buscas para redes sociais como TikTok/Douyin e fica para trás na corrida da inteligência artificial diante de rivais locais. Com lucros em queda e investidores desconfiados, Baidu luta para não se tornar irrelevante.
Uma nova pesquisa revela quais profissões correm mais risco de desaparecer — e o que pode ser feito para sobreviver à revolução da inteligência artificial.
Um pequeno país da América do Sul está vivendo uma transformação que atrai a atenção do mundo. Impulsionado por descobertas gigantescas de petróleo e políticas estratégicas, já é visto como a “Dubai da região”. Mas será que essa ascensão conseguirá equilibrar crescimento econômico, justiça social e sustentabilidade?
A influência da inteligência artificial não se limita ao trabalho ou à escrita: ela já está moldando a forma como nos expressamos. Palavras incomuns que se repetem em chatbots passaram a aparecer em textos acadêmicos e até em conversas cotidianas. O que parece um detalhe linguístico pode estar transformando silenciosamente nossa maneira de pensar e nos comunicar.
Ter um assistente invisível ao lado pode deixar de ser fantasia. Os óculos Halo X, criados por ex-alunos de Harvard, prometem transcrever conversas, traduzir em tempo real e responder em segundos sem que você mova um dedo. O dispositivo gera entusiasmo, mas também dúvidas sérias sobre privacidade e confiabilidade.
O entusiasmo em torno da inteligência artificial cresce em ritmo acelerado, mas especialistas já veem sinais preocupantes de especulação. Até Sam Altman, CEO da OpenAI, reconhece a possibilidade de uma bolha que, se estourar, deixará poucas empresas sobreviventes. A questão é: estamos diante de um risco ou de uma fase inevitável de transformação?
Um experimento inédito realizado na Áustria mostrou que é possível “rebobinar” o estado de uma partícula quântica sem destruí-la. O feito desafia a ideia linear do tempo e pode revolucionar a computação quântica, tornando-a mais estável e eficiente. Entenda como funciona esse protocolo e o que ele significa para o futuro da ciência.
Mais do que controlar emoções, a inteligência emocional se revela na forma como escolhemos nossas palavras. Pessoas emocionalmente inteligentes utilizam expressões simples, porém poderosas, que demonstram empatia, equilíbrio e abertura para o diálogo. Essas frases fortalecem vínculos, reduzem conflitos e ajudam a construir relações mais verdadeiras e saudáveis.
Descubra o que realmente significa sua presença e por que ele nunca deve ser removido.
A nova série Alien: Earth, criada por Noah Hawley e disponível no Disney+, revela um ponto inédito na história da franquia: xenomorfos vivos e ovos viáveis chegaram à Terra anos antes dos eventos do filme original. A trama explora o que a Weyland-Yutani sempre quis, mas nunca conseguiu — estudar os alienígenas em solo terrestre.
Um estudo do MIT lança dúvidas sobre o tão falado “boom” da inteligência artificial no mundo corporativo. Apesar do entusiasmo e dos bilhões investidos, a maioria das empresas não vê retorno financeiro real. O relatório já impactou o mercado e reacendeu os temores de uma possível bolha tecnológica.
Muitos gênios da história tinham hábitos pouco convencionais, mas que estavam diretamente ligados à forma como pensavam e criavam. A psicologia aponta que pessoas de alta inteligência compartilham certas manias que, à primeira vista, parecem estranhas, mas na prática são ferramentas para estimular criatividade, inovação e novas formas de enxergar o mundo.
Um homem de 44 anos, que viveu por mais de três décadas com depressão resistente a tratamentos, entrou em remissão completa graças a uma técnica experimental de estimulação cerebral personalizada. O método, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Minnesota, devolveu ao paciente a capacidade de sentir alegria pela primeira vez em décadas.
No coração da América do Sul existe uma queda d’água que não impressiona apenas pela altura recorde, mas também pelo mistério e pela aura sagrada que a envolvem. Um destino remoto, cercado por lendas e ameaças ambientais, que permanece como um dos maiores tesouros naturais e culturais do planeta.