Resíduos agrícolas, bactérias, fungos e sobras da indústria estão dando origem a uma nova geração de materiais de construção mais leves, resistentes e muito menos agressivos ao meio ambiente.
Dificuldade para entender sinais sociais, repetir os mesmos erros e depender de ajuda para problemas simples podem acender um alerta, mas a explicação nem sempre é a mais óbvia.
Um pequeno ícone que aparece no topo da tela do celular parece inofensivo, mas pode revelar quando aplicativos estão acessando câmera ou microfone sem chamar atenção.
Em uma das experiências mais ousadas da Europa para estimular a natalidade, casais receberam dinheiro, benefícios e promessas. Anos depois, os resultados reacenderam um debate delicado.
O WhatsApp vai encerrar o suporte para parte dos celulares mais antigos em 2026, e isso pode afetar desde o acesso a novos recursos até a segurança das conversas.
A Netflix enfim mostrou as primeiras imagens de um novo filme de ficção científica e terror que mistura isolamento, paranoia e sobrevivência. O mistério é grande, mas alguns detalhes já bastaram para acender o hype.
Um estudo rastreou a origem de uma substância química extremamente persistente que vem se espalhando pelo planeta em silêncio. E a resposta aponta para compostos que, durante anos, foram tratados como heróis ambientais.
Um teste em humanos reacendeu o sonho de frear o envelhecimento ao mexer no “relógio” das células. O resultado empolga, mas também expõe riscos e limites que ainda estão longe de desaparecer.
Uma estudante ainda no ensino médio chamou atenção na Europa com uma ideia que não apenas desaparece sem deixar rastros, mas também pode atacar um dos resíduos mais persistentes da era moderna.
Milhões de celulares tocaram de forma inesperada durante a madrugada e espalharam confusão em diferentes regiões do país. Agora, autoridades tentam entender se o episódio foi mais grave do que parecia.
A vitória da seleção brasileira veio com gosto amargo após um problema físico de um de seus nomes mais decisivos. Agora, o temor em torno de Raphinha vai muito além do próximo jogo.
Eles chegaram com a promessa de reduzir danos e até ajudar fumantes a largar o cigarro. Mas novas pesquisas estão acumulando sinais de alerta sobre metais pesados, dependência e riscos ao coração.
Apresentado em um programa de TV na Espanha, um exoesqueleto robótico chamou atenção ao prometer algo raro: mais autonomia, mais movimento e uma nova rotina para crianças com limitações motoras.
Pesquisadores encontraram uma forma de jogar Wordle que troca o chute intuitivo por um cálculo frio — e o resultado foi uma taxa de acerto que muda a lógica do quebra-cabeça.
Um indicador antes restrito a atletas e laboratórios ganhou novo peso na ciência da longevidade e pode ajudar a antecipar riscos importantes muito antes dos primeiros sintomas aparecerem.
Entre agulhas, fios e movimentos repetitivos, uma prática vista por muito tempo como antiquada vem ganhando novo status: o de aliada contra o estresse, a ansiedade e até o desconforto físico.
François Englert ajudou a formular uma das ideias mais importantes da física moderna e viu sua teoria ser confirmada quase 50 anos depois. Sua morte encerra uma trajetória decisiva para a ciência.
A ciência do clima ficou mais direta, mais política e mais urgente. Mas um novo estudo sugere que, ao tentar apontar saídas, muitos pesquisadores podem estar tropeçando em outro problema.
A torcida tem seus palpites, mas um modelo estatístico decidiu entrar no debate. Depois de simular a Copa do Mundo 1 milhão de vezes, ele apontou quem larga na frente em 2026.
Muito antes de a bola rolar, outro símbolo já ajudava a contar a história da Copa. Ao longo de quase 60 anos, as mascotes do Mundial deixaram de ser coadjuvantes e viraram protagonistas.