Nem todo cheiro que percebemos gera automaticamente uma emoção. Um novo estudo japonês revela que o cérebro divide a experiência olfativa em duas fases distintas: primeiro decodifica a química do aroma e, só depois, avalia se ele é agradável ou repulsivo. A descoberta redefine o papel do olfato na memória, emoção e diagnóstico clínico.
Um estudo evolutivo com primatas indica que o beijo, longe de ser uma invenção humana, surgiu nos ancestrais dos grandes símios entre 21,5 e 16,9 milhões de anos atrás. A descoberta mostra que esse comportamento afetivo é muito mais antigo do que se pensava e oferece novas pistas sobre a evolução social dos primatas.
Adotar um cachorro parece uma decisão simples e carinhosa, mas estudos mostram que essa escolha tem um impacto climático muito maior do que imaginamos. A dieta carnívora, a cadeia da pecuária e percepções equivocadas sobre o que realmente polui colocam os cães no centro de um debate que desafia nossas prioridades ambientais.
Um novo estudo revela que a atividade física não só fortalece músculos e coração: ela envia sinais químicos ao cérebro que estimulam a criação de novas neurônias. A descoberta aponta para o papel das vesículas extracelulares — minúsculas mensageiras liberadas pelos músculos — e abre caminho para futuras terapias que imitem os efeitos do exercício.
As olheiras e as bolsas sob os olhos sempre foram tratadas como sinais de cansaço ou má saúde, mas a ciência moderna mostra outra realidade. Fatores genéticos, estruturais e ambientais explicam muito mais do que imaginávamos — e especialistas defendem que esses traços devem ser vistos como parte natural da diversidade facial humana.
Uma descoberta científica inédita promete transformar a forma como tratamos doenças do sangue. Pesquisadores suíços conseguiram criar, pela primeira vez, uma medula óssea humana totalmente funcional em laboratório. O avanço abre portas para medicamentos mais precisos, menos testes em animais e terapias personalizadas que podem mudar o futuro da oncologia.
Uma infecção que parecia controlada está avançando novamente na região, impulsionada por desigualdades sociais, diagnósticos tardios e um estigma que mantém milhares longe do sistema de saúde. Novos dados revelam um aumento preocupante, formas resistentes do patógeno e falhas que podem transformar o cenário em uma crise maior se nada for feito.
Um comportamento cada vez mais comum está fazendo milhões evitarem consultas, exames e diagnósticos importantes — não por falta de tempo, mas por medo do que podem descobrir. A ciência acaba de alertar: esse hábito silencioso está atrasando diagnósticos, prejudicando a prevenção e afetando também a vida financeira, emocional e profissional.
Um novo estudo combinou química avançada e inteligência artificial para identificar sinais biológicos em rochas de 3,3 bilhões de anos — quase um bilhão antes das estimativas anteriores. A técnica revela um passado invisível aos métodos tradicionais e inaugura uma estratégia totalmente nova para buscar vida em Marte, Europa e Encélado.
Após semanas de silêncio causadas pelo fechamento do governo dos EUA, a NASA enfim apresentará imagens inéditas do cometa interestelar 3I/ATLAS, apenas o terceiro objeto conhecido a entrar em nosso Sistema Solar vindo do espaço profundo. A divulgação reacende o interesse científico por um fenômeno raro e cheio de mistérios.
Um comportamento cotidiano, muitas vezes visto como estranho ou constrangedor, está sendo reinterpretado pela ciência. Pesquisas mostram que esse gesto simples pode aprimorar foco, memória e tomada de decisões — e até indicar uma capacidade intelectual acima da média. Descubra por que especialistas agora o consideram uma ferramenta poderosa do cérebro.
Os dois são deliciosos, estão por toda parte e fazem parte da rotina de muita gente. Mas quando o assunto é saúde, álcool e açúcar aparecem como vilões — e entender seus impactos pode mudar completamente a forma como você encara a própria alimentação.
Imagine assistir ao último pôr do sol do ano… em novembro. Para os moradores de Utqiagvik, no extremo norte do Alasca, isso já é rotina — e eles estão prestes a entrar em mais de dois meses de escuridão contínua.
As profecias de Nostradamus voltam a circular sempre que o mundo parece instável — e 2025, com guerras, tensões políticas e clima extremo, oferece terreno fértil para interpretações. Mas o que, exatamente, ele teria previsto para este ano?
Pela primeira vez na história, cientistas conseguiram simular a Via Láctea com cada estrela individualmente — um feito que parecia impossível até agora. A combinação de supercomputação e inteligência artificial mudou completamente as regras do jogo.
A história da vida na Terra acaba de ganhar um “plot twist”: sinais químicos encontrados em rochas de 3,3 bilhões de anos mostram que a fotossíntese é muito mais antiga do que imaginávamos.
Um medicamento criado para diabetes virou protagonista de um estudo que revela algo surpreendente: ele silencia, mesmo que temporariamente, o “centro de recompensa” do cérebro ligado à compulsão alimentar.
Os oceanos sustentam a vida na Terra, regulam o clima e produzem metade do oxigênio que respiramos. Ainda assim, enfrentam seu pior momento: aquecimento, poluição, sobrepesca e espécies invasoras avançam em ritmo acelerado. Cientistas e conservacionistas defendem soluções urgentes para impedir que a saúde oceânica entre em colapso definitivo.
Um gigantesco estudo da Colaboração Euclid revela que o Universo deixou para trás sua juventude explosiva e entrou em um estado de “aposentadoria térmica”. A formação de estrelas despencou, o pó cósmico esfriou e a temperatura média se estabilizou. É mais uma evidência de que caminhamos para a inevitável Morte Fria do cosmos.
Uma estrutura colossal, invisível durante décadas mesmo sob telescópios modernos, emergiu graças à sensibilidade extrema do Observatório Vera Rubin. Trata-se de uma corrente estelar tão longa quanto a Via Láctea, formada pelos restos de uma galáxia engolida por M61. Um achado acidental que muda o que sabemos sobre canibalismo cósmico.