Uma descoberta recente reacendeu dúvidas sobre nossa capacidade de detectar e desviar ameaças vindas do cosmos. Pesquisadores explicam por que, diante de objetos que chegam sem aviso, cada minuto importa e por que a sobrevivência planetária depende de coordenação global, tecnologia precisa e decisões tomadas em tempo recorde.
Uma mudança mínima na rotina noturna pode trazer benefícios surpreendentes para quem deseja controlar a pressão arterial. Pesquisas recentes apontam que um gesto cotidiano, fácil de adotar e totalmente gratuito, tem impacto real na saúde do coração — e os resultados chamaram a atenção dos cientistas.
Nossas escolhas de cores parecem simples, mas estudos recentes mostram que certos tons podem revelar estados internos que nem sempre percebemos conscientemente. Pesquisas em psicologia moderna identificaram um padrão curioso entre pessoas que atravessam momentos de insegurança emocional — e três cores aparecem com frequência surpreendente.
Cientistas espanhóis identificaram, pela primeira vez, um microcircuito neuronal específico na amígdala capaz de acionar e também desligar comportamentos ligados à ansiedade. Ao reequilibrar a atividade de um grupo especial de neurônios, pesquisadores conseguiram reverter sintomas em ratos transgênicos — um avanço que abre caminho para terapias mais precisas e menos invasivas.
A supertormenta geomagnética de maio de 2024, a mais intensa em mais de duas décadas, comprimiu brutalmente a plasmasfera da Terra, deslocou auroras para latitudes incomuns e provocou falhas em satélites, GPS e comunicações. Pela primeira vez, cientistas conseguiram medir em detalhe como um evento solar extremo pode deformar o escudo que protege o planeta.
Acordar com a sensação de ter chegado ao orgasmo enquanto dormia pode parecer estranho — e até assustador. Mas a verdade é que o orgasmo noturno é mais comum do que muita gente imagina. E a ciência já tem boas explicações para isso.
Beijar pode parecer algo puramente humano, romântico e moderno. Mas a ciência acaba de mostrar que o ato de encostar os lábios é muito mais antigo do que imaginávamos. Um novo estudo científico aponta que o primeiro beijo surgiu há cerca de 21 milhões de anos — muito antes dos primeiros humanos modernos existirem.
O observatório Swift, lançado em 2004 para estudar rajadas de raios gama, está perdendo altitude rapidamente e pode reentrar na atmosfera de forma descontrolada até o fim de 2026. Para evitar isso, a NASA contratou a startup Katalyst Space Technologies, que planeja uma missão inédita usando um foguete Pegasus lançado do ar.
Pela primeira vez, cientistas conseguiram observar as horas iniciais da morte de uma estrela massiva, um momento extremamente breve e difícil de captar. Usando o Very Large Telescope, no Chile, astrônomos registraram o início da supernova SN 2024ggi — oferecendo pistas inéditas sobre como estrelas gigantes realmente colapsam.
A observação simultânea do cometa interestelar 3I/ATLAS a partir da Terra e do orbitador ExoMars em Marte permitiu calcular sua órbita com uma precisão inédita. O feito, embora não envolva risco imediato, representa um avanço decisivo para sistemas futuros de alerta e desvio de objetos potencialmente perigosos para o planeta.
O entusiasmo pelo running cresce, mas muitos iniciantes desconhecem riscos reais e cuidados essenciais. Estudos recentes revelam o que realmente causa lesões, quais temores são exagerados e como criar uma base segura para correr sem dores. Se você pretende calçar o tênis, a ciência tem recomendações indispensáveis.
Quando seu filho traz para casa um amigo de quem você simplesmente não gosta, a primeira reação costuma ser direta: “melhor não andar com essa criança”. Mas proibir raramente resolve. E pior — pode afastar seu filho de você. Especialistas explicam como lidar com essa situação delicada sem transformar a convivência em guerra.
Um novo estudo de grande escala revela que fumar pouco está longe de ser inofensivo. Mesmo quantidades mínimas aumentam drasticamente o risco de doenças cardíacas e mortalidade precoce, derrubando a ideia de que “fumar pouco não faz mal”. A descoberta promete mudar a forma como médicos e pacientes encaram o consumo reduzido de tabaco.
Um estudo pioneiro conseguiu registrar, pela primeira vez, os sinais cerebrais que anunciam um desejo compulsivo de comer antes que ele aconteça. A descoberta revela a região exata envolvida nesses impulsos e abre caminho para terapias capazes de antecipar desejos, oferecendo novas soluções para quem convive com comportamentos alimentares difíceis de controlar.
Pesquisadores identificaram um mecanismo até então desconhecido que pode explicar por que algumas pessoas com Alzheimer deixam de reconhecer quem mais amam. O estudo revela que uma estrutura cerebral específica se deteriora antes do esperado — e aponta um caminho promissor para proteger, e talvez recuperar, essa memória afetiva tão essencial.
A escolha da roupa de banho infantil pode influenciar diretamente a segurança. Estudos mostram que certos tons praticamente somem debaixo d’água — especialmente brancos, azuis claros e cores escuras. Já os neons oferecem contraste máximo e ajudam a localizar uma criança mais rápido em caso de emergência.
A cena você já conhece: vem um carro no sentido contrário, o farol acende como um flash direto nos seus olhos e, por alguns segundos, você perde toda a referência da pista. Pois é — agora um estudo britânico confirma aquilo que qualquer motorista brasileiro já percebeu na prática: os faróis LED estão ficando potentes demais e, combinados com a altura crescente dos SUVs, se tornaram um problema de segurança.
Uma série de artigos publicada na The Lancet aponta que o consumo de ultraprocessados está associado a riscos elevados para diversos sistemas do corpo e a pelo menos 12 doenças graves. Mesmo assim, esses produtos seguem ganhando espaço no mundo todo, impulsionados por grandes corporações e políticas públicas ainda insuficientes.
Imagine viver em um Brasil até 6°C mais quente do que hoje. Não é ficção científica, é um alerta real feito pelo biólogo Adalberto Val, pesquisador do Inpa, durante uma palestra no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O cenário projeta impactos profundos nos seis biomas brasileiros — e coloca o país entre os mais vulneráveis do planeta.
Nem todo mundo sabe, mas a gravidez pode trazer sinais completamente fora do esperado — inclusive o aumento extremo da produção de saliva. A sialorreia na gravidez, também chamada de ptialismo gravídico, é um sintoma raro, pouco estudado e que impacta profundamente a vida de quem passa por ele. E foi justamente esse desconforto que levou a publicitária Talita Buzzi a transformar sua experiência em um vídeo que viralizou com mais de 1,3 milhão de visualizações.