Encontrar uma lacraia em casa é daquelas situações que fazem qualquer pessoa recuar um passo. Mas, segundo especialistas, a presença desses animais diz muito sobre o ambiente — e pode servir como um alerta importante sobre umidade, infiltrações e até infestação de outros insetos. Entenda o que realmente significa ter lacraias circulando pela sua casa.
Durante décadas, a Amazônia parecia um enorme ponto vazio no mapa dos dinossauros. Agora, uma nova pesquisa revela algo que ninguém esperava — e que pode reescrever parte da história pré-histórica do Brasil. Descubra como cientistas confirmaram que dinossauros caminharam pela região há mais de 103 milhões de anos.
Um dos métodos mais eficazes para salvar bebês prematuros não envolve tecnologia sofisticada — apenas calor humano. O método canguru, baseado no contato pele a pele e na amamentação, reduz drasticamente mortes e complicações neonatais. A OMS agora o impulsiona como política essencial para hospitais e famílias em todo o mundo.
Nem todo cheiro que percebemos gera automaticamente uma emoção. Um novo estudo japonês revela que o cérebro divide a experiência olfativa em duas fases distintas: primeiro decodifica a química do aroma e, só depois, avalia se ele é agradável ou repulsivo. A descoberta redefine o papel do olfato na memória, emoção e diagnóstico clínico.
Um estudo evolutivo com primatas indica que o beijo, longe de ser uma invenção humana, surgiu nos ancestrais dos grandes símios entre 21,5 e 16,9 milhões de anos atrás. A descoberta mostra que esse comportamento afetivo é muito mais antigo do que se pensava e oferece novas pistas sobre a evolução social dos primatas.
Adotar um cachorro parece uma decisão simples e carinhosa, mas estudos mostram que essa escolha tem um impacto climático muito maior do que imaginamos. A dieta carnívora, a cadeia da pecuária e percepções equivocadas sobre o que realmente polui colocam os cães no centro de um debate que desafia nossas prioridades ambientais.
Um novo estudo revela que a atividade física não só fortalece músculos e coração: ela envia sinais químicos ao cérebro que estimulam a criação de novas neurônias. A descoberta aponta para o papel das vesículas extracelulares — minúsculas mensageiras liberadas pelos músculos — e abre caminho para futuras terapias que imitem os efeitos do exercício.
As olheiras e as bolsas sob os olhos sempre foram tratadas como sinais de cansaço ou má saúde, mas a ciência moderna mostra outra realidade. Fatores genéticos, estruturais e ambientais explicam muito mais do que imaginávamos — e especialistas defendem que esses traços devem ser vistos como parte natural da diversidade facial humana.
Uma descoberta científica inédita promete transformar a forma como tratamos doenças do sangue. Pesquisadores suíços conseguiram criar, pela primeira vez, uma medula óssea humana totalmente funcional em laboratório. O avanço abre portas para medicamentos mais precisos, menos testes em animais e terapias personalizadas que podem mudar o futuro da oncologia.
Uma infecção que parecia controlada está avançando novamente na região, impulsionada por desigualdades sociais, diagnósticos tardios e um estigma que mantém milhares longe do sistema de saúde. Novos dados revelam um aumento preocupante, formas resistentes do patógeno e falhas que podem transformar o cenário em uma crise maior se nada for feito.
Um comportamento cada vez mais comum está fazendo milhões evitarem consultas, exames e diagnósticos importantes — não por falta de tempo, mas por medo do que podem descobrir. A ciência acaba de alertar: esse hábito silencioso está atrasando diagnósticos, prejudicando a prevenção e afetando também a vida financeira, emocional e profissional.
Um novo estudo combinou química avançada e inteligência artificial para identificar sinais biológicos em rochas de 3,3 bilhões de anos — quase um bilhão antes das estimativas anteriores. A técnica revela um passado invisível aos métodos tradicionais e inaugura uma estratégia totalmente nova para buscar vida em Marte, Europa e Encélado.
Após semanas de silêncio causadas pelo fechamento do governo dos EUA, a NASA enfim apresentará imagens inéditas do cometa interestelar 3I/ATLAS, apenas o terceiro objeto conhecido a entrar em nosso Sistema Solar vindo do espaço profundo. A divulgação reacende o interesse científico por um fenômeno raro e cheio de mistérios.
Um comportamento cotidiano, muitas vezes visto como estranho ou constrangedor, está sendo reinterpretado pela ciência. Pesquisas mostram que esse gesto simples pode aprimorar foco, memória e tomada de decisões — e até indicar uma capacidade intelectual acima da média. Descubra por que especialistas agora o consideram uma ferramenta poderosa do cérebro.
Os dois são deliciosos, estão por toda parte e fazem parte da rotina de muita gente. Mas quando o assunto é saúde, álcool e açúcar aparecem como vilões — e entender seus impactos pode mudar completamente a forma como você encara a própria alimentação.
Imagine assistir ao último pôr do sol do ano… em novembro. Para os moradores de Utqiagvik, no extremo norte do Alasca, isso já é rotina — e eles estão prestes a entrar em mais de dois meses de escuridão contínua.
As profecias de Nostradamus voltam a circular sempre que o mundo parece instável — e 2025, com guerras, tensões políticas e clima extremo, oferece terreno fértil para interpretações. Mas o que, exatamente, ele teria previsto para este ano?
Pela primeira vez na história, cientistas conseguiram simular a Via Láctea com cada estrela individualmente — um feito que parecia impossível até agora. A combinação de supercomputação e inteligência artificial mudou completamente as regras do jogo.
A história da vida na Terra acaba de ganhar um “plot twist”: sinais químicos encontrados em rochas de 3,3 bilhões de anos mostram que a fotossíntese é muito mais antiga do que imaginávamos.
Um medicamento criado para diabetes virou protagonista de um estudo que revela algo surpreendente: ele silencia, mesmo que temporariamente, o “centro de recompensa” do cérebro ligado à compulsão alimentar.