Uma planta silvestre comum no litoral brasileiro, usada há décadas na medicina popular, entrou no radar da ciência moderna. Testes laboratoriais indicam que seu extrato tem ação anti-inflamatória, analgésica e potencial antiartrítico, abrindo caminho para novas terapias naturais baseadas em conhecimento ancestral.
Pesquisadores identificaram um metabólito naturalmente presente no organismo humano capaz de restaurar funções neuronais afetadas pelo Alzheimer. O achado sugere uma abordagem terapêutica mais segura e acessível, focada no envelhecimento cerebral — e não apenas nos sintomas da doença.
Seco, pequeno e aparentemente sem graça, Mercúrio esconde um dos maiores mistérios da astronomia moderna. Sua densidade extrema, órbita estranha e composição química desafiam os modelos clássicos de formação planetária — a ponto de alguns cientistas dizerem que ele simplesmente não deveria existir.
Pesquisas em psicologia indicam que crescer em um mundo analógico, mais lento e cheio de limites, moldou uma resiliência emocional profunda em quem nasceu entre os anos 1960 e 1970. Já a Geração Z, formada na lógica da gratificação instantânea, enfrenta desafios inéditos para lidar com frustração, tédio e incerteza.
Algumas pessoas travam diante de números enquanto outras avançam sem esforço. A ciência mostra que essa diferença vai muito além de dom ou falta de inteligência — e envolve fatores que poucos consideram.
Não é um asteroide nem uma tempestade solar. São fragmentos criados por nós mesmos que orbitam a Terra a velocidades extremas. O lixo espacial se tornou um risco real para satélites, astronautas e serviços essenciais, e a Europa busca medidas urgentes para evitar que a situação saia do controle.
Esse sonho costuma causar impacto imediato ao acordar. Para a psicologia, porém, ele raramente fala de bebês — e quase sempre aponta para transformações internas que pedem atenção.
Um amplo levantamento científico revela como um elemento comum dentro de casa pode agravar crises emocionais, acelerar decisões irreversíveis e ampliar riscos justamente nos momentos de maior vulnerabilidade.
Acelerar vídeos, áudios e mensagens virou hábito cotidiano. Mas por trás da promessa de produtividade, a ciência aponta efeitos silenciosos sobre memória, atenção e ansiedade que quase ninguém percebe.
Ficar acordado sem pensar em nada não é distração nem mito. A neurociência identificou um estado real do cérebro que surge com mais frequência do que imaginamos — e muda o que sabemos sobre consciência.
Durante décadas, um conjunto de experiências cotidianas moldou uma resiliência mental silenciosa. Não era força inata — era contexto. E ele desapareceu sem que a gente percebesse.
O dia 1º de janeiro funciona como um botão psicológico de reinício: a motivação sobe, os planos florescem e tudo parece possível. O problema é que o impulso dura pouco. A ciência do comportamento mostra que não é a força de vontade que falha, mas o desenho do hábito. Entenda por que manter mudanças é tão difícil — e o que realmente ajuda.
Nem toda marca da infância vem de traumas explícitos. Às vezes, ela aparece em reações automáticas da vida adulta — padrões emocionais aprendidos sem perceber, que a psicologia começa a mapear.
Enquanto o debate gira em torno de proibições e limites, a ciência aponta outro caminho: uma prática cotidiana que fortalece o cérebro emocional dos adolescentes e muda a relação deles com o celular.
Existe uma meta global que parece simples, mas esconde um problema enorme. A ciência insiste que o tempo está acabando — e que proteger o oceano não é só contar áreas no mapa.
Todo começo de ano ativa uma sensação poderosa de reinício. Mas, poucas semanas depois, a maioria das metas desaparece. A psicologia explica por que isso acontece — e por que o problema não é falta de força de vontade.
Durante muito tempo acreditamos que a maturidade mental tinha uma data quase fixa. Mas novas evidências científicas mostram que o cérebro humano segue em transformação silenciosa por mais tempo do que imaginávamos — e isso muda como entendemos decisões, comportamento e potencial na vida adulta.
Em meio ao verão intenso, um hábito chama atenção nos lares japoneses. Ele parece simples demais para funcionar — mas a ciência explica por que faz tanto sentido.
Durante anos, os gatos foram vistos como distantes e independentes demais. Um estudo recente revela que essa imagem pode estar profundamente equivocada — e o vínculo felino-humano é mais forte do que parece.
Astrônomos identificaram um aglomerado inesperado de objetos gelados no Cinturão de Kuiper, a cerca de 43 unidades astronômicas do Sol. A descoberta desafia modelos clássicos de formação planetária e sugere que a migração de Netuno pode ter esculpido regiões estáveis onde, em tese, reinaria o vazio.