O que colocamos no prato não afeta apenas o peso ou a energia: molda diretamente o ecossistema invisível do intestino. Estudos recentes mostram como a dieta ocidental, rica em açúcares, gorduras saturadas e ultraprocessados, pode desequilibrar a microbiota e aumentar o risco de doenças crônicas.
Mesmo parado, o carro influencia a temperatura ao redor. Pesquisadores mostraram que certos acabamentos retêm mais calor e o devolvem ao ambiente como uma “estufa de bolso”, intensificando ilhas de calor. A descoberta reacende um debate urbano: além de árvores e calçadas refletivas, o que estacionamos nas vias também altera o microclima.
A milhões de quilômetros de distância, a sonda Psyche registrou imagens únicas da Terra e da Lua, transformando-os em pontos brilhantes no espaço profundo. O feito faz parte de testes essenciais para sua missão ao asteroide 16-Psyche, mas acabou rendendo registros impressionantes que funcionam como verdadeiros “cartões postais” do Sistema Solar.
Uma condição pouco conhecida pode imitar um infarto sem ser causada por obstrução nas artérias. Ligada a emoções intensas, a síndrome do coração partido revela como sentimentos extremos podem afetar fisicamente o coração. Entender seus sintomas e diferenças em relação ao infarto é essencial para evitar complicações e garantir recuperação.
Uma técnica inesperada promete desafiar os métodos tradicionais de correção visual. Ainda em testes, já provoca debates sobre o futuro da oftalmologia e as possibilidades que pode abrir para além da simples correção de miopia ou astigmatismo.
O universo é vasto demais para que estejamos sozinhos. Astrônomos e astrofísicos acreditam que a existência de vida fora da Terra é altamente provável, mas há um consenso: mesmo que ela exista, o contato com civilizações alienígenas ainda está muito distante — e talvez nunca aconteça.
Vivemos obcecados por metas e performance, a ponto de transformar o descanso em mais um “projeto”. Há, porém, uma chave filosófica antiga para recolocar a vida no eixo: ela reorganiza desejos, fortalece amizades e aprofunda o pensamento. Sem hacks de produtividade — apenas um uso diferente do tempo que você já tem.
Pesquisadores identificaram um “porteiro” molecular ligado à persistência da dor. A descoberta, publicada na Nature, indica um caminho para analgésicos capazes de aliviar milhões de pessoas sem “desligar” a dor aguda — essencial para nos proteger de lesões. Se confirmada em humanos, a estratégia pode reduzir efeitos colaterais e dependência de opioides, abrindo uma nova era no tratamento da dor crônica.
Pequenas ausências do celular já geram desconforto em muita gente. Esse mal-estar silencioso cresce com notificações constantes, feeds infinitos e aplicativos pensados para fisgar nossa atenção. Especialistas descrevem o mecanismo por trás desse fenômeno e apontam caminhos simples para diminuir a ansiedade sem “abandonar” a tecnologia.
Nem todo abanar de rabo conta a mesma história — e existem pistas discretas no corpo, na rotina e até no sono que revelam como anda o bem-estar do seu amigo. Reunimos comportamentos fáceis de observar para ajudar você a reconhecer alegria genuína, fortalecer o vínculo e agir cedo quando algo não vai bem.
Mudanças discretas na atmosfera estão redesenhando o que sentimos a bordo — e nem sempre dá para ver a tempo no radar. Pesquisadores apontam um fenômeno em alta altitude que tende a ficar mais frequente nas próximas décadas. A boa notícia: há decisões simples do passageiro e novas tecnologias capazes de reduzir riscos e desconfortos.
Checamos o celular centenas de vezes por dia e, sem perceber, caímos num fluxo de notícias que drena energia e esperança. A boa notícia: dá para virar o jogo com um ajuste de rota simples, capaz de reduzir o consumo de conteúdo negativo e transformar o feed em um espaço que ajuda — não que adoece.
Pequenos gestos mudam a forma como somos percebidos, criam confiança e deixam as conversas mais leves. Sem truques forçados: a psicologia mostra ajustes simples que qualquer pessoa pode treinar para transmitir proximidade e respeito. Descubra como transformar interações comuns em conexões mais humanas e memoráveis.
Um achado recente sugere que o cérebro não “apaga” lembranças de medo, mas cria uma rota de segurança que pode se sobrepor a elas. A descoberta, observada diretamente em regiões profundas do encéfalo humano, ajuda a explicar recaídas, fobias persistentes e por que a terapia funciona melhor em alguns contextos do que em outros.
Um dos prazeres mais queridos do brasileiro pode esconder uma armadilha discreta. Pesquisas recentes apontam que um metal pesado — associado a câncer e problemas renais — aparece em diferentes alimentos e chama atenção especial no chocolate. Consumido com frequência e em porções generosas, ele pode aproximar crianças e adultos dos limites de segurança.
Quase 50 anos após a detecção do misterioso Sinal Wow!, um novo estudo promete mudar tudo o que se sabia sobre um dos maiores enigmas da astronomia. Pesquisadores do Observatório de Arecibo, em Porto Rico, revisaram décadas de dados inéditos e encontraram pistas que podem redefinir sua origem — e reacendem a busca por respostas.
A busca por equilíbrio emocional tem levado muitas pessoas a recorrer a alternativas naturais. Três plantas, em especial, se destacam por suas propriedades relaxantes e acessibilidade no cultivo. Mais do que simples ervas, elas carregam histórias, benefícios e até curiosidades culturais que podem fazer diferença no seu bem-estar.
Pouca gente percebe, mas sinais discretos no corpo podem indicar que os níveis de testosterona estão abaixo do ideal. Esse hormônio é essencial não só para a libido, mas também para energia, memória e equilíbrio emocional. Descubra os principais sintomas e entenda como esse problema pode afetar homens e mulheres.
Durante séculos, falar em “sexto sentido” soava como mito ou literatura fantástica. Agora, a ciência confirma que essa ideia não é pura ficção. Pesquisadores descobriram que os humanos possuem uma capacidade semelhante à ecolocalização de morcegos e golfinhos — e que pode ser treinada por qualquer pessoa.
Um estudo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), mostrou que cada pedaço de chiclete libera milhares de microplásticos durante a mastigação. Esses fragmentos, invisíveis a olho nu, podem se acumular silenciosamente no organismo e trazer riscos ainda pouco compreendidos para a saúde a longo prazo.