Durante décadas, o Triângulo das Bermudas foi tratado como palco de sumiços inexplicáveis. Agora, dados geológicos e registros oficiais ajudam a separar o mito do que realmente existe nessa faixa do Atlântico.
Um grande asteroide identificado pela primeira vez em 1997 fará uma aproximação relativamente próxima da Terra neste fim de semana. Apesar do tamanho impressionante, cientistas garantem que não há qualquer risco de colisão. O evento, porém, oferece uma rara oportunidade para observadores do céu acompanharem a passagem de um visitante cósmico de centenas de metros de largura.
Com capacidade para mergulhar a profundidades extremas, um novo veículo submarino autônomo está ajudando a Noruega a explorar regiões praticamente desconhecidas do oceano Ártico. Equipado com sensores avançados, câmeras e sistemas de navegação de alta precisão, o drone promete revelar detalhes inéditos sobre o relevo e a geologia do fundo marinho.
Muitas pessoas evitam consumir água mineral com receio de desenvolver pedras nos rins. A crença é antiga e costuma estar relacionada à presença de cálcio e outros minerais na bebida. Mas especialistas em nefrologia afirmam que a realidade é bem diferente: em vez de aumentar o risco, a hidratação adequada costuma ser uma das principais aliadas da saúde renal.
Por trás da caixa cheia de parafusos, da cadeira remendada e da insistência em consertar objetos antigos, pode existir algo muito mais profundo do que simples economia doméstica.
Uma nova descoberta revelou que é possível alterar temporariamente uma função essencial das plantas para direcionar seus recursos a algo muito diferente. E o mais surpreendente é que tudo pode voltar ao normal depois.
Uma expedição em uma das regiões mais enigmáticas do oceano revelou descobertas inesperadas que podem ajudar a desvendar fenômenos pouco compreendidos e ecossistemas quase desconhecidos.
Ele costuma ser evitado por desconforto e falta de espaço, mas um estudo com acidentes fatais nos Estados Unidos chegou a uma conclusão contraintuitiva sobre o assento mais seguro do carro.
A ciência descobriu que nem toda risada nasce do mesmo lugar e uma delas é muito mais antiga do que imaginávamos.
Um novo projeto quer instalar 1.650 antenas em uma região isolada dos EUA para capturar sinais de rádio que hoje escapam dos instrumentos atuais. O objetivo é ouvir eventos cósmicos quase instantâneos.
Uma técnica de respiração usada há séculos acaba de ganhar uma explicação neurológica surpreendente. Segundo cientistas, ela pode alterar o ritmo cardíaco, mexer com o cérebro e influenciar escolhas arriscadas.
Poucos objetos oferecem uma janela tão direta para os primórdios da Via Láctea quanto um cometa vindo de outro sistema estelar. Agora, observações do Telescópio Espacial James Webb revelaram que o misterioso 3I/ATLAS pode ter se formado entre 10 e 12 bilhões de anos atrás, transformando-o em um dos corpos celestes mais antigos já estudados em detalhes.
Respirar é algo tão automático que raramente pensamos nisso. Mas pesquisadores estão descobrindo que a forma como respiramos pode influenciar diretamente nossa atenção, memória, emoções e até o funcionamento das redes cerebrais. O que antes era visto apenas como uma prática associada à meditação agora ganha respaldo crescente da neurociência moderna.
Elas surgem de repente na cozinha, aparecem no banheiro ou formam longas filas ao longo das paredes. Embora muitas pessoas associem a presença de formigas a significados simbólicos ou espirituais, a explicação mais comum é bem mais prática: alimento, água e abrigo. Entender o que atrai esses insetos é o primeiro passo para evitar infestações.
Muitas pessoas utilizam apenas a inicial do próprio nome na assinatura, seja por praticidade, estilo ou hábito. Para os defensores da grafologia, essa escolha pode revelar traços de personalidade, ambições e até a forma como alguém deseja se apresentar ao mundo. Mas até que ponto essas interpretações fazem sentido?
Um achado inesperado em uma falha geológica japonesa colocou um material ultrafino no centro de uma hipótese ousada. Se ela estiver certa, parte dos terremotos pode precisar ser reinterpretada.
Quando pensamos na NASA, normalmente imaginamos foguetes, astronautas, telescópios espaciais e missões rumo a Marte. Mas a influência da agência espacial americana vai muito além da exploração do cosmos. Ao longo de décadas, tecnologias desenvolvidas para sobreviver no espaço acabaram encontrando aplicações inesperadas na Terra e hoje fazem parte da rotina de milhões de pessoas.
Um sinal estranho no subsolo levou cientistas a um achado raro no interior da Austrália. O que parecia apenas uma formação circular pode esconder uma história violenta, antiga e valiosa.
Um planeta localizado a cerca de 100 anos-luz da Terra está chamando a atenção dos cientistas por um motivo incomum: ele pode ser praticamente coberto por água. Conhecido como TOI-1452 b, o exoplaneta apresenta características compatíveis com um raro “mundo oceânico”, uma categoria de planetas onde vastos mares dominam quase toda a superfície.
Uma torre de quase 150 metros de altura, blocos de 35 toneladas e a força da gravidade como sistema de armazenamento. Parece uma ideia saída da ficção científica, mas já está funcionando na China. O projeto pode abrir caminho para uma nova geração de baterias destinadas a resolver um dos maiores desafios da transição energética: armazenar energia renovável em larga escala.