Um novo experimento conseguiu ativar mecanismos inesperados de regeneração em mamíferos e reacendeu uma pergunta que parecia impossível até poucos anos atrás: e se o corpo humano ainda pudesse reconstruir tecidos complexos?
Um objeto estranho detectado a bilhões de anos-luz acaba de emitir um sinal inesperado que pode ajudar cientistas a resolver um dos maiores mistérios do cosmos moderno.
Vídeos que parecem impossíveis continuam se espalhando pela internet, mas o que realmente explica a calma entre capivaras e jacarés revela algo muito maior sobre a natureza.
Empresas estão reformulando processos de contratação, redefinindo funções e buscando profissionais capazes de trabalhar ao lado da inteligência artificial. Em muitos setores, adaptabilidade e pensamento crítico passaram a valer tanto quanto experiência técnica.
Durante mais de 300 anos, uma acusação sobre o ouro africano foi aceita como verdade histórica. Agora, um carregamento recuperado do fundo do mar está obrigando cientistas a reverem toda essa narrativa.
Durante anos, crescer sem irmãos foi associado a solidão e dificuldade social. Agora, novos estudos revelam que essa experiência pode desenvolver uma habilidade emocional que muita gente subestimou.
O avanço silencioso da vegetação sobre áreas historicamente cobertas por neve está transformando uma das maiores reservas naturais de água do planeta — e os impactos podem ir muito além das montanhas.
Um novo estudo britânico desafiou uma ideia bastante difundida sobre depressão e envelhecimento cerebral. Pesquisadores descobriram que pessoas com melhor desempenho cognitivo podem, em alguns casos, apresentar maior risco de voltar a desenvolver sintomas depressivos.
Pesquisadores descobriram no gelo antártico um isótopo raro que praticamente não existe naturalmente na Terra. O material pode ser a evidência de antigas explosões de supernovas e revela que nosso planeta atravessou regiões diferentes do espaço ao longo dos últimos 80 mil anos.
Um novo dispositivo desenvolvido por pesquisadores uniu milhares de neurônios vivos a componentes eletrônicos flexíveis, aproximando a tecnologia do funcionamento real do cérebro humano.
Psicólogos descobriram que uma atividade comum da rotina pode ajudar o cérebro a reduzir estresse, organizar pensamentos e até melhorar a qualidade do sono.
Pesquisadores descobriram que uma atividade comum na infância pode estimular áreas importantes do cérebro ligadas à memória, linguagem e concentração.
Um instrumento capaz de observar milhões de galáxias trouxe novas pistas sobre uma força invisível que pode estar alterando silenciosamente o destino do universo.
Um novo estudo revelou que certas fissuras escondidas sob as gigantescas plataformas de gelo antárticas funcionam como armadilhas de calor oceânico. O resultado preocupa pesquisadores: em algumas regiões, o derretimento pode acontecer até dez vezes mais rápido do que se imaginava.
Ficar parado olhando para o teto pode parecer perda de tempo em uma cultura movida por notificações, metas e desempenho constante. Mas uma nova tendência entre jovens da Geração Z está propondo exatamente isso — e a neurociência sugere que talvez exista mais valor mental nesse silêncio do que imaginamos.
Pesquisadores conseguiram medir algo que parecia impossível dentro da mecânica quântica. O resultado mostra que nem todos os processos microscópicos acontecem no mesmo ritmo.
Aprender coisas novas, socializar, explorar lugares e manter a mente ativa realmente altera o cérebro. Mas um novo estudo mostra que esse processo é muito mais seletivo e complexo do que se imaginava. A experiência não “liga” o cérebro inteiro da mesma forma: ela deixa marcas moleculares diferentes em grupos específicos de neurônios.
Durante décadas, viajar até Marte parecia um sonho distante reservado aos filmes de ficção científica. Mas uma sequência de avanços reais em propulsão espacial, biotecnologia e exploração lunar começou a transformar esse cenário. Hoje, cientistas já falam em missões humanas ao planeta vermelho como um desafio técnico — não mais como fantasia.
O telescópio James Webb conseguiu enxergar camadas invisíveis da atmosfera de um planeta distante e encontrou sinais inesperados que estão mudando a forma como a ciência entende os gigantes gelados.
Quando pensamos no universo, a tendência é imaginar um espaço com começo, meio e fim. Mas a ciência moderna aponta para algo muito mais desconcertante: talvez o cosmos simplesmente não tenha bordas. Ainda assim, existe um limite para aquilo que conseguimos observar — e ele é muito maior do que parece.