Milhares de objetos cruzam o céu todos os dias em velocidades extremas. Agora, uma enorme simulação tenta identificar riscos ocultos antes que um único incidente provoque consequências difíceis de controlar.
Uma história que começou há mais de três décadas acaba de ganhar um novo capítulo. O caso está chamando a atenção de médicos, especialistas e famílias por desafiar nossa percepção sobre tempo, vida e reprodução.
Durante décadas, desenvolvimento econômico e poluição pareciam caminhar juntos. Agora, uma análise global baseada em observações espaciais revela uma tendência inesperada que está chamando a atenção de cientistas.
Uma descoberta feita a quase cinco quilômetros de profundidade revelou sinais de um evento ocorrido há mais de 100 milhões de anos. O mais intrigante é que seus vestígios ainda continuam caindo sobre o planeta.
Dificuldade para entender sinais sociais, repetir os mesmos erros e depender de ajuda para problemas simples podem acender um alerta, mas a explicação nem sempre é a mais óbvia.
Uma nova estrutura enviada ao espaço está despertando atenção por um motivo incomum. Ela pode ampliar capacidades que, até pouco tempo atrás, pareciam inviáveis e abrir caminho para uma transformação industrial fora da Terra.
Dois estudos recentes conseguiram algo que parecia impossível em escala microscópica. Os resultados não criaram uma máquina do tempo, mas reacenderam um debate profundo sobre a verdadeira natureza do tempo.
Em uma das experiências mais ousadas da Europa para estimular a natalidade, casais receberam dinheiro, benefícios e promessas. Anos depois, os resultados reacenderam um debate delicado.
Um novo sistema de propulsão está chamando atenção da comunidade científica por prometer reduzir drasticamente o tempo necessário para alcançar destinos que hoje exigem meses de viagem.
A NASA está desenvolvendo uma nova geração de veículos robóticos para exploração espacial. Batizado de ERNEST, o protótipo combina inteligência artificial, mobilidade avançada e maior velocidade para enfrentar terrenos extremos. Em seus testes mais recentes, o rover impressionou ao atravessar quilômetros de deserto praticamente sozinho.
Uma nova hipótese científica propõe que fenômenos quânticos extremamente breves podem deixar rastros duradouros no cérebro humano. Embora a ideia ainda seja controversa, ela levanta questões intrigantes sobre a origem da consciência, da intuição e dos processos que moldam nossas decisões cotidianas.
Um estudo rastreou a origem de uma substância química extremamente persistente que vem se espalhando pelo planeta em silêncio. E a resposta aponta para compostos que, durante anos, foram tratados como heróis ambientais.
Um teste em humanos reacendeu o sonho de frear o envelhecimento ao mexer no “relógio” das células. O resultado empolga, mas também expõe riscos e limites que ainda estão longe de desaparecer.
Uma estudante ainda no ensino médio chamou atenção na Europa com uma ideia que não apenas desaparece sem deixar rastros, mas também pode atacar um dos resíduos mais persistentes da era moderna.
As equações de Einstein continuam resistindo a todos os testes experimentais mais de um século após sua formulação. Ainda assim, um astrônomo e filósofo acredita que existe um problema fundamental na forma como cientistas descrevem o espaço-tempo. Segundo ele, a questão não está na matemática, mas na linguagem utilizada para explicar a realidade.
Eles chegaram com a promessa de reduzir danos e até ajudar fumantes a largar o cigarro. Mas novas pesquisas estão acumulando sinais de alerta sobre metais pesados, dependência e riscos ao coração.
Pesquisadores encontraram uma forma de jogar Wordle que troca o chute intuitivo por um cálculo frio — e o resultado foi uma taxa de acerto que muda a lógica do quebra-cabeça.
Um projeto australiano pretende criar uma espécie de “caixa-preta da Terra” capaz de registrar, em tempo real, os sinais do agravamento da crise climática. A estrutura, feita para sobreviver a desastres naturais e até ataques humanos, será instalada em uma região remota da Tasmânia ainda este ano.
Uma clínica em Londres promove um tratamento alternativo que utiliza dióxido de cloro em pacientes com câncer avançado. Sem respaldo científico e considerado potencialmente perigoso por especialistas, o método ganhou espaço em comunidades que rejeitam a medicina baseada em evidências e alimentam promessas de cura sem comprovação.
Um indicador antes restrito a atletas e laboratórios ganhou novo peso na ciência da longevidade e pode ajudar a antecipar riscos importantes muito antes dos primeiros sintomas aparecerem.