Estudos relacionam diferentes vacinas de rotina a um menor risco de demência. Uma das hipóteses é que elas consigam “treinar” uma parte do sistema imunológico que, durante décadas, foi considerada incapaz de criar memória.
Enquanto muita gente transforma cada viagem, conquista ou momento especial em publicação, outras pessoas preferem manter tudo longe das redes. E os motivos podem surpreender.
A viagem no tempo continua sendo uma das ideias mais fascinantes da física. Um dos maiores físicos teóricos da atualidade explica por que uma direção parece possível — e a outra esconde um problema enorme.
Estudos com milhões de pessoas encontraram uma associação intrigante entre determinadas vacinas e um risco menor de demência. Agora, uma antiga ideia da imunologia voltou ao centro das atenções.
Crianças que crescem em ambientes rurais tradicionais parecem desenvolver uma relação diferente com alergias e asma. Agora, pesquisadores tentam descobrir o que acontece nos primeiros anos de vida.
Em situações nas quais cada minuto pode fazer diferença, a logística tradicional tem limites. Agora, uma tecnologia criada para o espaço pode abrir uma rota completamente diferente para cargas urgentes.
Com tantas novidades chegando diariamente às plataformas de streaming, por que continuamos voltando às mesmas histórias? A resposta pode estar na forma como nosso cérebro busca conforto, previsibilidade e bem-estar.
O envelhecimento pode ser menos aleatório do que imaginávamos. Pesquisas mostram que diferentes grupos de células mudam de forma coordenada e em fases específicas da vida.
A idade registrada nos documentos conta apenas parte da história. Cientistas estão decifrando sinais celulares capazes de mostrar como o organismo realmente envelhece e quais riscos podem surgir.
Pesquisas sobre envelhecimento estão mudando uma antiga certeza: talvez o corpo humano não tenha apenas um prazo fixo, mas mecanismos que podem ser alterados.
Um novo mapa europeu colocou diferentes países diante de uma realidade difícil de ignorar. O problema não está apenas onde a terra já é seca, mas também onde ela pode chegar.
Uma música toca, o cachorro ergue a cabeça e começa a uivar. O comportamento parece estranho, mas pode esconder uma resposta ancestral que sobreviveu à domesticação.
Durante décadas, pessoas em diferentes países relataram ouvir um ruído grave que ninguém ao redor conseguia identificar. Agora, uma investigação científica aponta para uma possibilidade surpreendente.
Pesquisadores encontraram mutações genéticas associadas à resistência a rodenticidas em populações urbanas. Em camundongos, 84% dos animais analisados apresentavam pelo menos uma dessas alterações.
Durante séculos, uma mesma imagem dominou pinturas e filmes sobre a crucificação. Mas, quando a astronomia reconstrói aquele céu, surge uma contradição difícil de ignorar.
O cristianismo continua sendo a maior tradição religiosa do planeta, mas uma combinação de demografia e mudanças de identidade está redesenhando o equilíbrio espiritual mundial.
A missão MMX pretende coletar rochas e poeira de Fobos para investigar a origem das luas de Marte e entender como água e compostos essenciais chegaram aos planetas rochosos.
O aumento das temperaturas está alterando as áreas favoráveis à transmissão da malária na África. Regiões antes frias enfrentam novos riscos, enquanto sistemas de saúde precisam se adaptar rapidamente.
A Placa de Nazca avança sob o continente sul-americano e está diretamente relacionada à intensa atividade sísmica registrada em Peru, Chile, Equador e Colômbia.
Fósseis encontrados em Wyoming revelam que florestas afetadas por um intenso aquecimento global há 56 milhões de anos precisaram de mais de 100 mil anos para recuperar sua estrutura.