Uma companhia começou reduzindo custos em um setor tradicional e acabou convencendo investidores de que pode controlar mercados gigantescos que ainda estão apenas começando a surgir.
A Amazon divulgou pela primeira vez o consumo anual de água de seus centros de dados. O volume é gigantesco, suficiente para alimentar o debate sobre o impacto ambiental da inteligência artificial. Mas os números também revelam algo inesperado: a empresa afirma operar uma das infraestruturas mais eficientes do setor.
O crescimento explosivo da inteligência artificial trouxe um desafio ambiental que vai além do consumo de energia. Agora, a água utilizada para resfriar data centers está no centro das críticas à indústria. Em resposta, o Google anunciou um plano ambicioso para compensar integralmente seu impacto hídrico até o fim da década.
Antes mesmo da competição principal começar, uma cidade está colocando à prova uma estrutura que mistura tecnologia, esportes e videogames em uma escala inédita. O resultado pode definir o futuro de uma nova modalidade global.
O país já produz a maior parte dos robôs humanoides do planeta e reduziu drasticamente os custos de fabricação. Ainda assim, existe um obstáculo inesperado que ameaça desacelerar toda a indústria.
Uma experiência realizada com milhares de avaliações anônimas colocou especialistas e inteligência artificial frente a frente. O resultado surpreendeu até os próprios pesquisadores e reacendeu um debate importante.
Durante anos, a inteligência artificial foi vista como uma revolução digital baseada em algoritmos e automação. Mas a corrida global pela IA está revelando uma realidade diferente: por trás dos modelos mais avançados existe uma enorme demanda por infraestrutura física, capaz de alterar fluxos comerciais, investimentos e até estratégias geopolíticas.
Um lance cercado de mistério atravessou gerações sem registros em vídeo. Agora, uma nova tecnologia conseguiu recriar um dos momentos mais lendários da história do futebol.
Se você pedir a diferentes inteligências artificiais para inventar uma história, há uma chance surpreendentemente alta de encontrar o mesmo protagonista: um faroleiro chamado Elias Thorne. Agora, pesquisadores investigaram o fenômeno e chegaram a uma conclusão curiosa: o personagem pode ser um efeito colateral inesperado dos sistemas criados para tornar a IA mais segura.
Durante anos, pesquisar algo na internet foi praticamente sinônimo de usar o Google. Mas uma plataforma francesa vem ganhando espaço na Europa ao prometer algo que se tornou cada vez mais valioso: privacidade, proteção de dados e soberania digital. Agora, ela acaba de conquistar um importante aliado político.
Um experimento com materiais extremamente simples revelou um comportamento inesperado da água em escala nanométrica. O resultado chamou atenção por sua durabilidade e pelo potencial de reduzir a dependência de matérias-primas estratégicas.
Enquanto a maioria dos fabricantes fala sobre eficiência e autonomia, uma aeronave recém-chegada chamou atenção por outro motivo. Mas o que realmente a diferencia vai muito além da velocidade.
Pesquisadores investigam um fator inesperado por trás da queda das taxas de natalidade em diversos países. A hipótese envolve uma tecnologia presente no bolso de bilhões de pessoas.
Uma descoberta em laboratório conseguiu potencializar um fenômeno que intrigava físicos há décadas. O resultado pode abrir caminho para computadores muito mais eficientes e com consumo energético drasticamente menor.
ChatGPT, Gemini, Claude e outras inteligências artificiais já entendem linguagem natural, mas isso não significa que sempre compreendam exatamente o que queremos. Uma técnica simples, conhecida como meta prompting, está ajudando usuários a obter respostas mais precisas, completas e úteis sem precisar dominar programação ou engenharia de prompts.
Uma mudança silenciosa está prestes a transformar a forma como milhões de pessoas usam inteligência artificial. E o que vem pela frente parece ir muito além de simples conversas.
Após uma queda brutal e um clima de pessimismo crescente, o Bitcoin voltou ao centro das atenções. Especialistas divergem sobre o próximo passo, mas alguns sinais começam a chamar atenção.
Os data centers são a espinha dorsal da inteligência artificial, da computação em nuvem e dos serviços digitais modernos. Agora, a China decidiu testar uma solução incomum para torná-los mais eficientes: colocá-los debaixo d’água. O projeto já entrou em operação, mas especialistas ainda debatem se os benefícios compensam os possíveis riscos para os ecossistemas marinhos.
Uma das empresas mais influentes do setor de inteligência artificial acaba de lançar um alerta incomum. A Anthropic defende uma pausa coordenada no desenvolvimento dos sistemas mais avançados de IA, argumentando que a tecnologia pode se aproximar de um ponto em que será capaz de aperfeiçoar a si mesma sem supervisão humana direta.
Uma inovação desenvolvida com nanotecnologia combina leveza, resistência e uma característica rara que pode abrir caminho para aplicações antes consideradas inviáveis em diversos setores.