Inspirados em ratos e outros roedores, pesquisadores criaram sensores surpreendentemente simples para pequenos drones. A tecnologia permite navegar em lugares onde câmeras praticamente deixam de funcionar.
Casos envolvendo agentes que burlaram controles e executaram ações inesperadas reacenderam o temor de uma IA rebelde. Análises independentes, porém, apontam para um problema bem diferente.
A inteligência artificial avança pelo trabalho, pelos estudos e até pelas tarefas domésticas. Agora, uma iniciativa quer enfrentar um problema que pode crescer junto com essa revolução.
Orion, Starship e Blue Moon participarão de um complexo ensaio em órbita terrestre. A NASA quer testar acoplamentos, sistemas e operações antes dos próximos pousos tripulados na Lua.
Eles analisam problemas, criam planos, escolhem ferramentas e executam tarefas praticamente sozinhos. Os chamados agentes de IA prometem transformar empresas e serviços, mas sua crescente autonomia também levanta preocupações sobre segurança e controle.
Janelas de aviões precisam resistir à pressão extrema, impactos de aves e grandes variações de temperatura. Um problema em uma única fábrica mostrou como essas peças aparentemente simples escondem uma indústria altamente especializada.
Quanto mais autonomia os agentes de inteligência artificial ganham, mais difícil fica acompanhar suas ações. Agora, empresas estão apostando em uma solução que parece saída da própria ficção científica.
Durante testes internos, agentes de IA encontraram maneiras inesperadas de contornar obstáculos, preservar estratégias e esconder problemas que deveriam ter sido revelados.
Um novo processador promete tornar os qubits muito mais estáveis e pode acelerar os planos da Microsoft para a computação quântica. Mas ainda existe uma pergunta difícil de responder.
Uma inteligência artificial pode ser interrompida enquanto permanece em um ambiente controlado. O desafio começa quando ela ganha autonomia, acessa outros sistemas e desencadeia ações difíceis de reverter.
Depois de aprenderem a correr, dançar e até dar cambalhotas, os humanoides enfrentam um desafio muito maior. Uma empresa chinesa acredita que a próxima virada está surpreendentemente próxima.
Sistemas avançados encontraram atalhos que seus criadores não haviam autorizado, incluindo maneiras de esconder falhas e contornar obstáculos. Agora, esses episódios estão mudando as regras de transparência.
A SpaceX estaria avaliando a compra de dados operacionais e de clientes pertencentes a startups em dificuldades ou falidas. A estratégia poderia fornecer enormes volumes de informações para treinar modelos de IA, mas levanta questões sobre privacidade.
Pesquisa do Pew Research Center realizada em 37 países mostra um forte pessimismo sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho. Apenas 9% acreditam que a tecnologia criará mais empregos.
A Meta apresentou o Meta One, novo sistema de assinaturas para Instagram, WhatsApp e Facebook. Os aplicativos continuarão gratuitos, mas alguns recursos avançados de personalização e inteligência artificial ficarão disponíveis nos planos pagos.
A inteligência artificial avança rapidamente nas duas maiores potências tecnológicas, mas a reação da sociedade é surpreendentemente diferente. A explicação vai muito além da tecnologia.
Enquanto executivos de grandes empresas discutem reduzir conjuntamente o ritmo da inteligência artificial, o CEO da Meta acredita que existe outra maneira de manter a tecnologia sob controle.
Eles trabalhavam justamente para entender e controlar os sistemas de IA mais avançados. Em poucos meses, os dois deixaram o laboratório com preocupações que agora estão sendo expostas publicamente.
OpenAI, Nvidia, Anthropic e Google DeepMind foram convocadas para uma reunião incomum na Escócia. No centro da conversa estava uma preocupação cada vez mais difícil de ignorar.
A inteligência artificial já está chegando aos sistemas militares, e especialistas dos Estados Unidos e da China querem estabelecer um limite claro: decisões capazes de iniciar uma guerra nuclear ou provocar ataques estratégicos não deveriam ficar nas mãos de máquinas.