Embora a maioria dos terremotos seja seguida apenas por réplicas mais fracas, em ocasiões excepcionais a Terra surpreende com dois abalos de magnitude semelhante em um intervalo de poucos minutos. Conhecido como duplo sismo, esse fenômeno é raro, complexo e revela que as forças tectônicas podem agir de maneiras muito mais imprevisíveis do que se imaginava.
A aposentadoria da Estação Espacial Internacional (ISS) já tem data e destino: o remoto Ponto Nemo, no Oceano Pacífico. Embora a NASA considere a operação a alternativa mais segura, especialistas em direito ambiental e organizações dedicadas à conservação dos oceanos afirmam que o plano levanta dúvidas sobre impactos ecológicos e uma preocupante lacuna nas leis internacionais.
Uma nova iniciativa pode aproximar artistas de alguns dos programas espaciais mais importantes da atualidade. Mas existe uma condição que torna essa oportunidade bem diferente do que muitos imaginam.
Pesquisadores recorreram a uma estratégia pouco convencional para encontrar um material mais eficiente e resistente. O resultado pode ajudar a reduzir custos e transformar a produção de hidrogênio verde nos próximos anos.
Uma sequência incomum de fortes terremotos em diferentes continentes levantou dúvidas sobre uma possível conexão entre eles. A ciência investigou o caso e revelou o que realmente aconteceu.
Um ciberataque atingiu dezenas de hospitais e revelou como a dependência da tecnologia pode colocar o atendimento médico em risco. A solução encontrada foi tão simples quanto inesperada.
Uma descoberta feita a centenas de quilômetros de profundidade está mudando a forma como os cientistas entendem a evolução dos continentes. O fenômeno é lento, invisível e pode revelar muito sobre o futuro geológico da Terra.
Muito além da velocidade e das quedas radicais, existe uma estratégia cuidadosamente planejada para convencer o cérebro de que sentir medo pode ser uma das experiências mais prazerosas que existem.
Em um planeta onde quase toda a superfície pertence a algum país, existe uma exceção intrigante. Um território permanece oficialmente sem dono há mais de um século, e o motivo surpreende até especialistas.
Novas medições por satélite revelam uma transformação acelerada nos oceanos que pode influenciar o clima, eventos extremos e o equilíbrio do planeta nas próximas décadas.
Entre gols, surpresas e atuações decisivas, a Copa de 2026 ganhou também uma celebração improvável: um gesto coletivo inspirado na tradição viking que transformou vitórias da Noruega em espetáculo.
Um novo estudo usou inteligência artificial para investigar o comportamento molecular da água e encontrou pistas que podem explicar por que o líquido mais comum da Terra se comporta de forma tão estranha.
Ele escolhe bandeiras com a pata, acumula acertos improváveis na Copa do Mundo de 2026 e já foi comparado a um dos animais mais famosos da história do futebol.
Eles simulam compras, pedidos de comida e até pausas para fumar sem que nada aconteça de verdade. Ainda assim, conquistam jovens em busca de alívio rápido, companhia e uma sensação imediata de recompensa.
Uma imagem registrada após a vitória francesa trouxe à tona uma substância pouco conhecida fora da Europa nórdica e abriu debate sobre hábitos, regras e bastidores no Mundial.
A nova iniciativa do Google oferece milhares de bolsas para cursos online de inteligência artificial e habilidades digitais. A oportunidade mira quem quer ganhar espaço no mercado sem precisar de experiência prévia.
A definição da chave do Brasil na Copa de 2026 desenhou um trajeto cheio de armadilhas e abriu a possibilidade de um confronto explosivo antes da decisão. Até lá, porém, a seleção ainda terá de sobreviver a uma rota pesada.
Astrônomos encontraram em um cometa interestelar sinais químicos raríssimos que apontam para uma origem muito mais antiga do que se imaginava — e isso pode abrir uma janela inesperada para os primeiros capítulos da Via Láctea.
Três mulheres passaram boa parte da vida acreditando conhecer a própria história. Só muitos anos depois, um teste de DNA revelou um vínculo inesperado, reabriu perguntas sobre identidade e expôs um sistema cercado de silêncio.
Durante décadas, os ossos foram tratados como simples pilares do corpo. Agora, uma nova leva de pesquisas mostra que eles participam de uma rede silenciosa que ajuda a regular funções vitais muito além da sustentação.