E se tudo o que aprendemos sobre Urano e Netuno estiver desatualizado? Um estudo da Universidade de Zurique acaba de lançar uma bomba científica: os dois planetas, classificados há décadas como gigantes de gelo, podem ser, na verdade, gigantes rochosos. A pesquisa, publicada na Astronomy & Astrophysics, sugere que o interior desses mundos é muito mais complexo — e possivelmente muito menos gelado — do que imaginávamos.
Acordar e tomar “qualquer coisa” parece inofensivo, mas pode ser exatamente o que provoca refluxo, náusea, queda de energia ou até uma absorção muito rápida de álcool. Especialistas em nutrição explicam que algumas bebidas comuns irritam o estômago, desregulam a glicose e estimulam a produção de ácido — especialmente quando consumidas em jejum. Veja como cada uma pode afetar seu corpo.
O espaço adora surpreender, mas desta vez a surpresa veio de fora do Sistema Solar. Pesquisadores detectaram indícios de raios-X no cometa interestelar 3I/Atlas, um fenômeno jamais observado nos visitantes anteriores desse tipo — nem em 1I/ʻOumuamua, nem em 2I/Borisov. Se confirmado, o achado pode revelar detalhes inéditos sobre como materiais formados em outros sistemas interagem com o vento solar.
A história da evolução humana acaba de ganhar um novo capítulo — e ele é incendiário. Um estudo publicado na Nature afirma que nossos ancestrais já eram capazes de produzir fogo de forma intencional há 400 mil anos, muito antes do que se imaginava. A descoberta, feita no sítio arqueológico de Barnham, na Inglaterra, antecipa em 350 mil anos o domínio de uma das habilidades mais importantes da humanidade. Entenda como os pesquisadores chegaram a essa conclusão surpreendente.
Por trás da recuperação das exportações de petróleo da Venezuela existe uma rede pouco visível, altamente estratégica — e agora no centro de uma nova tensão militar com os Estados Unidos. Descubra como funciona a chamada frota fantasma, um conjunto de navios que opera à margem dos sistemas tradicionais para transportar petróleo venezuelano sem ser detectado.
Um estudo recém-publicado mostra que duas estrelas gigantes e extremamente quentes passaram perigosamente perto do Sol há 4,4 milhões de anos — o suficiente para alterar o ambiente interestelar ao nosso redor. A intensa radiação emitida por elas deixou um rastro visível na nuvem de gás e poeira que envolve o Sistema Solar.
Uma poderosa labareda solar X5.1 acompanhada de uma ejeção de massa coronal colocou cientistas e serviços de comunicação em alerta máximo. O evento, registrado no dia 8 de dezembro, já provocou falhas de rádio e pode gerar uma tempestade geomagnética de nível 3, afetando satélites, energia e operações aéreas.
Menos de um mês após apresentar o GPT-5.1, a OpenAI surpreende com o lançamento do GPT-5.2, uma versão pensada para reforçar o raciocínio, reduzir erros e melhorar o uso de ferramentas — tudo em meio à pressão exercida pelo recém-chegado Gemini 3. A disputa pela liderança da IA acelera, e o ritmo das atualizações também.
A história do doador 7069, cujo sêmen permitiu conceber 197 crianças em 14 países — algumas delas afetadas por uma mutação genética potencialmente mortal — revela uma combinação perigosa de falhas médicas, burocráticas e legais. O caso reacende o debate sobre como a Europa perdeu o controle da reprodução assistida transnacional.
A ciência brasileira acaba de dar um passo gigante. Pela primeira vez, uma terapia celular CAR-T — considerada o topo da tecnologia contra cânceres do sangue — foi desenvolvida, produzida e aplicada sem depender de nenhum laboratório estrangeiro. E o mais impressionante: com taxas de remissão que rivalizam com centros de ponta nos EUA e Europa. Entenda como esse marco pode mudar o futuro da oncologia no país.
A disputa pelas IAs que vão dominar o entretenimento ganhou um novo capítulo — e um dos mais explosivos do ano. A Disney acaba de investir US$ 1 bilhão na OpenAI e liberar mais de 200 personagens para criação de vídeos no Sora, a plataforma de geração audiovisual da companhia do ChatGPT. Entenda por que esse acordo pode redesenhar o futuro do streaming, da tecnologia e das narrativas digitais.
O soluço costuma ser apenas um incômodo passageiro e inofensivo, mas nem sempre é tão simples. Em algumas situações, o espasmo repetitivo do diafragma pode indicar problemas digestivos, respiratórios ou até neurológicos. Entender por que ele acontece, quando merece preocupação e como aliviar o sintoma ajuda a diferenciar episódios comuns de sinais de alerta importantes para a saúde.
Por décadas, Elon Musk repetiu que SpaceX só entraria na bolsa quando fosse possível voar regularmente a Marte. Porém, um novo plano estratégico muda completamente essa narrativa. A empresa prepara a maior IPO da história dos Estados Unidos — não para financiar foguetes ou expandir Starlink, mas para algo muito maior: construir uma nova camada de computação global diretamente no espaço, capaz de alimentar a inteligência artificial do futuro.
O anúncio pegou o mercado de surpresa — e acendeu um alerta no setor de bebidas. A Coca-Cola acaba de nomear o brasileiro Henrique Braun como novo CEO global, num momento em que consumidores do mundo inteiro pressionam por produtos mais saudáveis, preços mais acessíveis e marcas com estratégia mais clara. Agora, todos querem entender: quem é o executivo que vai comandar a empresa mais famosa de refrigerantes do planeta?
Uma pesquisa inédita mostra que muitos jovens acreditam que o banco pode pedir dados por SMS ou WhatsApp — exatamente o tipo de prática usada em golpes. Metade admite saber pouco sobre cibersegurança, e poucos seguem recomendações básicas. A conclusão é direta: crescer com tecnologia não significa entendê-la, muito menos saber se proteger.
Uma nova operação gigante no Complexo do Salgueiro voltou a colocar um nome conhecido — e temido — no centro do noticiário: Rabicó. Mas quem é o homem que mobiliza mais de mil agentes e dezenas de mandados em uma das regiões mais sensíveis do Rio?
Uma investigação global identificou padrões genéticos comuns entre 14 transtornos psiquiátricos. As descobertas desafiam as classificações tradicionais e indicam que muitas condições compartilham raízes biológicas profundas. Esses achados apontam para um futuro em que diagnósticos serão guiados por genética e desenvolvimento cerebral — e não apenas por sintomas.
Um estudo internacional revela que variações climáticas prolongadas podem modificar o peso exercido sobre a crosta terrestre, influenciando falhas tectônicas e atividade sísmica. Embora seus efeitos não sejam imediatos, essa relação mostra que o clima e as entranhas da Terra estão profundamente conectados — com implicações para o passado humano e para os riscos futuros.
Um relatório global indica que preservar o planeta pode render até 20 trilhões de dólares por ano até 2070, além de reduzir desigualdades, crises sanitárias e danos ambientais. A ONU afirma: investir em clima, biodiversidade e sustentabilidade é mais lucrativo do que manter o modelo atual — e decisivo para o futuro da humanidade.
Pesquisas revelam que jovens hiperconectados podem ter uma vida social ativa e, ao mesmo tempo, sentir uma solidão profunda. A ciência chama isso de “ambivalência social”, um fenômeno que cresce no mundo inteiro. A quantidade de contatos não garante vínculos reais — e essa desconexão silenciosa já afeta saúde mental, autoestima e identidade.