Chamadas de estrelas de População III, elas seriam as primeiras luzes acesas no cosmos após o Big Bang. Agora, uma galáxia observada pelo telescópio James Webb pode conter o rastro mais próximo que já tivemos desse momento primordial, abrindo uma janela inédita para os primeiros 800 milhões de anos do universo.
Durante muito tempo se repetiu a ideia de que todo cão se torna idoso aos 7 anos. Mas uma nova pesquisa revela que esse número é apenas uma média — e que alguns cães envelhecem muito antes, enquanto outros continuam jovens por quase uma década a mais. Porte, raça, peso, esterilização e fatores individuais influenciam diretamente quando a velhice começa, e reconhecer o momento certo pode prolongar a qualidade de vida do animal.
Um objeto metálico apareceu no caminho do Perseverance e deixou cientistas em alerta. O robô da Nasa, que explora Marte desde 2021, encontrou uma rocha que simplesmente não combina com o terreno do planeta vermelho — nem em forma, nem em composição. O achado reacende a busca por pistas sobre como o Sistema Solar evoluiu.
Muita gente pensa que o TDAH “fica na infância”, mas a verdade é que o transtorno pode atravessar décadas sem diagnóstico — e explodir na vida adulta. Quando isso acontece, tudo vira um efeito dominó: relações estremecem, o trabalho emperra e a saúde emocional sente o impacto. Entender como o TDAH funciona depois dos 18 é essencial para identificar sinais que passam despercebidos.
Uma faixa esquecida do deserto egípcio acaba de entregar um dos maiores segredos da Antiguidade. Graças a satélites de radar, pesquisadores descobriram que as pirâmides não foram erguidas “no meio do nada”, como muitos imaginaram por décadas. Na verdade, elas estavam estrategicamente posicionadas às margens de um antigo braço do rio Nilo — hoje soterrado. A revelação reacende debates sobre logística, engenharia e até urbanismo no Antigo Egito.
A rápida evolução da inteligência artificial está redesenhando o mercado de trabalho global, e segundo Sam Altman, CEO da OpenAI, o primeiro setor que verá cortes significativos será o de atendimento ao cliente, tanto telefônico quanto técnico. Enquanto isso, líderes como Bill Gates defendem que áreas complexas como biologia, energia e programação seguem exigindo supervisão humana — pelo menos por enquanto.
Uma empresa chinesa diz estar desenvolvendo uma pílula capaz de prolongar a vida humana para além dos limites conhecidos — talvez até os 150 anos. A promessa parte de um composto encontrado nas sementes de uva, conhecido como PCC1, que eliminaria células envelhecidas e melhoraria a saúde em idade avançada. A ideia parece simples, mas a ciência por trás dela é bem mais complexa e ainda levanta grandes dúvidas.
Incidentes no espaço aéreo da Otan, violações fronteiriças e o avanço fulminante dos drones FPV transformaram essas aeronaves baratas em protagonistas do conflito na Ucrânia. Com alcance rápido, precisão cirúrgica e custo mínimo, elas redesenham o campo de batalha e pressionam governos a criar novas defesas.
Entrar em águas geladas parece coisa de aventureiros excêntricos, mas a ciência começa a revelar que esse choque térmico provoca transformações profundas no cérebro. Entre efeitos sobre o humor, a atenção e o estresse, uma prática antiga ganha novos significados — e também novos alertas.
Durante meses, um dado chocante circulou como verdade absoluta sobre o impacto ambiental da inteligência artificial. Ele alimentou manchetes, protestos e debates acalorados. Agora, uma revisão técnica revela que tudo pode ter começado com um erro básico de conversão — e o choque é ainda maior.
Por trás de foguetes gigantescos e missões históricas, existe uma infraestrutura que quase ninguém vê. Aviões cruzando o céu em rotas silenciosas, conectando pontos estratégicos com precisão cirúrgica. Não é luxo nem marketing: é uma peça-chave para manter um ritmo industrial que poucos conseguem acompanhar.
Em poucos segundos, tecnologias hoje conseguem fazer aquilo que antes levava horas ou dias. Para milhões de jovens, ler já não significa necessariamente abrir um livro. Entre praticidade, pressa e novos atalhos, uma transformação profunda avança sem alarde — e pode redefinir nossa relação com o conhecimento.
Depois de transformar lixo em energia em escala monumental, um dos maiores sistemas do mundo enfrenta hoje uma contradição surpreendente. A infraestrutura segue crescendo, mas a matéria-prima começa a faltar. Para continuar operando, soluções extremas já estão sendo colocadas em prática.
Quase metade dos jovens vive sob uma pressão constante que raramente é percebida como perigo. Entre telas, filtros e comparações diárias, a relação com o próprio corpo se torna frágil, instável e vulnerável. Os números mais recentes revelam um cenário que exige atenção urgente.
Acreditamos ser racionais, mas dentro da mente atua um sistema silencioso que distorce fatos, edita lembranças e protege crenças frágeis. Ele nos conforta, mas também nos engana. Entender esse processo é encarar uma das forças mais poderosas — e menos conscientes — do comportamento humano.
Enquanto a medicina avança em ritmo acelerado, existe um território onde os desafios só aumentam. Milhões de pessoas são afetadas todos os anos, e as soluções ainda caminham lentamente. Mais do que tecnologia, especialistas alertam: o maior obstáculo está na forma como a sociedade cuida da própria mente.
Em meio ao frio extremo e ao silêncio absoluto do Ártico, uma viagem atravessa montanhas, fiordes e céus que se transformam em palcos de luz. Não é ficção, nem cinema: é uma experiência real que combina ciência, natureza e emoção em estado puro.
Durante mais de um século, acreditamos conhecer todos os sabores fundamentais. Mas novas descobertas científicas indicam que nossa língua talvez esconda um segredo ainda não revelado. Um candidato surpreendente surge com força, capaz de mudar a forma como sentimos, escolhemos e entendemos os alimentos.
A febre sempre foi vista como um dos alarmes mais poderosos do organismo contra infecções. Mas novas evidências mostram que parte dos vírus da gripe aviária pode simplesmente ignorar essa barreira. Um estudo das universidades de Cambridge e Glasgow revelou como esses microrganismos conseguem se replicar mesmo em temperaturas elevadas — e por que isso aumenta o alerta para transmissões entre humanos.
O museu mais visitado do planeta está prestes a ficar bem mais caro — pelo menos para quem vem de fora da Europa. A partir de 2026, o Louvre vai aplicar um aumento de 45% no ingresso de visitantes extraeuropeus, numa tentativa de equilibrar as contas e reforçar sua estrutura após um ano marcado por polêmicas e problemas internos. Entenda por que o preço vai subir e como isso afeta turistas do mundo todo.