Começar o dia transando pode ser muito mais eficiente do que um café reforçado. Estudos recentes mostram que o sexo matinal tem impacto direto no humor, na motivação e até no rendimento profissional — e os números são mais convincentes do que você imagina.
Um eclipse solar total registrado em 709 a.C. acaba de ajudar pesquisadores a resolver um mistério arqueológico que durou séculos. A análise do fenômeno — o mais antigo eclipse documentado da história — permitiu identificar a verdadeira localização da antiga cidade chinesa de Qufu, que estava no mapa errado há muito tempo.
Uma das nebulosas mais impressionantes do céu ganhou uma nova fotografia — e ela é tão detalhada que deve animar qualquer fã de astronomia. O telescópio Gemini Sul, no Chile, registrou uma visão inédita da Nebulosa Borboleta, mostrando como gás e poeira se espalham em torno de uma estrela moribunda que deixou para trás um cenário digno de ficção científica.
A ideia parece saída de ficção científica, mas é real: cientistas da missão OSIRIS-REx podem ter encontrado no asteroide Bennu um dos ingredientes fundamentais para produzir serotonina — o neurotransmissor conhecido como “hormônio da felicidade”. A descoberta reacende uma hipótese intrigante: a de que parte dos componentes da vida pode ter chegado à Terra viajando pelo espaço.
Um modelo de inteligência artificial capaz de analisar mamografias e prever o risco individual de desenvolver câncer de mama nos próximos cinco anos pode revolucionar o rastreamento da doença. A tecnologia identifica padrões invisíveis ao olho humano, permitindo intervenções mais precisas, personalizadas e potencialmente salvadoras.
Um novo tratamento baseado em uma molécula microscópica conseguiu algo que parecia impossível há poucos anos: desacelerar de forma expressiva uma doença neurodegenerativa considerada implacável. Os resultados surpreenderam a comunidade científica e reacenderam a esperança de milhares de famílias ao redor do mundo.
Quando se fala em guerra nuclear, a mente imagina fogo, clarão e destruição instantânea. Mas o impacto mais duradouro não vem do momento da explosão. Ele se espalha pelo ar, viaja continentes e transforma o ambiente por anos. O que cai depois é o verdadeiro risco.
Um avanço inesperado está mudando a forma como veterinários encaram o excesso de peso em cães e gatos. Uma nova abordagem hormonal promete reduzir a ansiedade alimentar, melhorar o metabolismo e trazer mais qualidade de vida aos animais — sem dietas radicais nem rupturas na relação com seus tutores.
Um experimento inspirado em um organismo microscópico abriu caminho para extrair alguns dos metais mais estratégicos da era moderna sem produtos tóxicos, sem rios contaminados e sem montanhas de rejeitos. A técnica é simples, reutilizável e já desperta o interesse da indústria, de governos e do setor tecnológico.
Você sabe que a cena é apenas um filme, mas ainda assim desvia o olhar, contrai os músculos e sente um arrepio real. A ciência agora confirma: ao ver a dor de outra pessoa, seu cérebro reage como se ela fosse sua. Uma descoberta que muda a forma como entendemos percepção, empatia e diagnóstico neurológico.
Um estudo recente sugeriu ter encontrado a primeira evidência luminosa da matéria escura, graças a um excesso de raios gama detectado pelo telescópio Fermi-LAT. Mas especialistas pedem extrema prudência: observar algo que não interage com a luz é um desafio monumental, envolvendo física de partículas, astrofísica e modelos ainda incompletos do cosmos.
Um eclipse solar total raríssimo ocorrerá em 2 de agosto de 2027, trazendo mais de seis minutos de escuridão plena. Milhões já planejam viagens para vivenciar o fenômeno, considerado o mais longo do século. A NASA explica por que essa combinação astronômica é tão especial — e por que não voltará a acontecer tão cedo.
Uma tecnologia baseada em luz está abrindo uma nova frente no combate às bactérias mais perigosas da atualidade. Em testes de laboratório, um método inovador conseguiu devolver a eficácia de antibióticos considerados obsoletos. A ciência agora aposta em uma estratégia que une química e fototerapia para enfrentar uma das maiores ameaças da medicina moderna.
Pouca gente associa um imperador do século 19 ao avanço da ciência, da educação e até da astronomia no Brasil — mas Pedro II fez exatamente isso. Em pleno período monárquico, enquanto o país ainda engatinhava institucionalmente, ele já financiava bolsas no exterior, comprava equipamentos científicos do próprio bolso e aproximava o Brasil do conhecimento produzido no resto do mundo.
Pesquisas internacionais acabam de confirmar que atividades criativas fazem muito mais do que entreter. Elas atuam diretamente no rejuvenescimento cerebral, retardam o envelhecimento da mente e fortalecem funções cognitivas essenciais. O mais surpreendente: os benefícios aparecem até em quem começa do zero.
Por trás de um gesto simples, existe um efeito profundo e mensurável no cérebro. Pesquisas recentes mostram que praticar a gratidão regularmente ativa áreas ligadas ao bem-estar, reduz hormônios do estresse e fortalece a saúde emocional. A ciência começa a explicar por que agradecer muda tanto a forma como sentimos a vida.
Um problema quase invisível está avançando entre jovens de todo o mundo, impulsionado por hábitos diários que parecem inofensivos. A ciência acaba de confirmar que seus efeitos não são distantes nem reversíveis — e podem acompanhar uma geração inteira pelo resto da vida.
Beber café todos os dias pode fazer mais do que espantar o sono — e a ciência acaba de reforçar isso com um alerta interessante. Um novo estudo sugere que o consumo moderado da bebida pode desacelerar o envelhecimento biológico, especialmente em pessoas com transtornos mentais graves.
Durante anos, uma das células mais importantes do cérebro foi estudada de forma distorcida. Agora, um experimento inesperado conseguiu revelar sua aparência real e trouxe à tona funções que estavam ocultas. A descoberta pode mudar profundamente a pesquisa sobre Alzheimer, Parkinson e lesões neurológicas.
Uma equipe de cientistas desenvolveu uma bateria que foge de tudo o que conhecemos: ela é flexível, não usa metais pesados e simplesmente desaparece após cumprir sua função. Inspirada em algo simples, essa inovação pode transformar o futuro dos sensores, wearables e da tecnologia descartável.