O rock perdeu uma de suas figuras discretas — e fundamentais. Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morreu aos 65 anos após uma doença recente. Segundo comunicado oficial da banda, o músico faleceu em casa durante o período de Natal.
O ano de 2025 foi marcado por despedidas que atravessaram fronteiras, idiomas e gerações. Ao longo dos meses, o mundo perdeu líderes políticos, artistas, intelectuais e figuras públicas que ajudaram a moldar debates, culturas e afetos. Algumas dessas mortes encerraram ciclos históricos; outras interromperam trajetórias ainda em movimento. Relembre, a seguir, as mortes que marcaram 2025 e por que esses nomes deixaram um vazio difícil de preencher.
Enquanto no Brasil o segundo semestre começa arrastado, com trânsito, volta às aulas e um agosto que parece não acabar nunca, na Islândia essa época é sinônimo de expectativa. Entre agosto e setembro, moradores saem às ruas à noite para participar de uma tradição curiosa — e essencial: resgatar filhotes de papagaios-do-mar perdidos e arremessá-los de um penhasco em direção ao oceano.
A China avança sobre a infraestrutura esportiva da América Latina com um projeto ambicioso: o novo Estádio Nacional de El Salvador. Com tecnologia de ponta, capacidade para mais de 50 mil pessoas e padrões internacionais, a obra simboliza como Pequim constrói influência real por meio de concreto, engenharia e diplomacia.
Um detalhe quase invisível foi suficiente para provocar censura, punições severas e transformar um livro comum em uma das obras mais controversas da história. Séculos depois, essa edição rara continua despertando fascínio por revelar como um pequeno erro humano pode ter consequências enormes.
A crise venezuelana deixou de ser apenas interna ou regional. Petróleo, energia e rivalidades entre grandes potências transformaram o país em uma peça estratégica de alcance global. Estados Unidos, China e Rússia disputam influência em um cenário que vai muito além de Caracas.
Por décadas, o continente acreditou que a guerra havia ficado para trás. Hoje, essa convicção se desfaz. Avaliações recentes de especialistas em segurança indicam que o risco de um conflito europeu deixou de ser teórico. O dilema agora é político, social e psicológico — não apenas militar.
Depois de mais de três semanas de apuração travada, acusações de fraude e pressão internacional, Honduras finalmente conheceu o nome de seu próximo presidente. O resultado, longe de pacificar o país, aprofundou divisões políticas e colocou o pleito no centro do debate regional sobre democracia, influência externa e instabilidade institucional.
Em meio a bombardeios, atrasos e incertezas, um trem noturno virou símbolo de resistência emocional na Ucrânia. Apelidado de “trem do amor”, ele leva mulheres até cidades próximas à linha de frente para reencontrar maridos e namorados que lutam contra a Rússia. A jornada é longa, perigosa — e, para muitas, a única forma de manter o vínculo vivo.
O ano de 2025 não deu trégua. Entre despedidas históricas, eleições que mudaram o jogo e tragédias que escancararam fragilidades globais, o planeta viveu meses intensos, cheios de tensão, incerteza e disputas de poder. Entenda os acontecimentos que marcaram o período e ajudaram a redesenhar o cenário internacional.
Ficar bilionário antes dos 30 anos sempre foi raro. Fazer isso sem herança parecia quase impossível. Em 2025, esse cenário mudou de vez. Segundo a Forbes, o número de jovens ultrarricos que construíram a própria fortuna bateu recorde — e a velocidade com que esse dinheiro surgiu chama ainda mais atenção.
A história aconteceu na França, mas levanta um debate que faz muito sentido no Brasil. Em 2015, um pai conseguiu algo raro: 350 dias de férias remuneradas doadas por colegas de trabalho. O objetivo não era viajar ou descansar — era acompanhar de perto o tratamento contra o câncer da filha pequena sem perder a renda da família.
Viajar para fora nunca esteve tão tentador para os argentinos — e o Brasil virou o destino favorito. Com o dólar relativamente barato e preços mais competitivos no exterior, a Argentina registrou em 2025 o maior déficit turístico da história para um período de onze meses. O impacto vai além das malas prontas: a saída em massa de viajantes pressiona as reservas e escancara um problema estrutural do setor.
A cena do presépio costuma sugerir silêncio e serenidade. Mas, segundo historiadores, o nascimento de Jesus ocorreu em um mundo marcado por ocupação romana, violência política e medo constante. Longe de uma vila pacata, a Judeia do século 1 vivia sob repressão, revoltas e massacres.
Uma seleção internacional colocou em destaque destinos latino-americanos ainda pouco explorados, mas cheios de beleza e identidade. São lugares que combinam natureza, cultura e renovação turística, com preços mais acessíveis e experiências autênticas. Para 2026, esses cantos prometem entrar no radar de quem busca viajar melhor e gastar menos.
Todo Natal, a mesma cena se repete: Papai Noel cruzando o céu em um trenó puxado por renas. Mas essa imagem tão familiar não vem de uma tradição milenar. Sua origem mistura literatura, cultura do norte da Europa e até campanhas publicitárias que ajudaram a moldar o Natal como o conhecemos hoje.
O avanço do aço chinês na América Latina está redesenhando o mapa industrial da região. Com preços baixos, subsídios estatais e excesso de produção global, as importações ganham espaço e colocam em xeque empregos, investimentos e a sobrevivência de siderúrgicas locais.
A China decidiu impor tarifas provisórias de até 42,7% sobre produtos lácteos importados da União Europeia. A medida, que entra em vigor nesta semana, aprofunda a tensão comercial entre Pequim e Bruxelas e é vista como retaliação direta aos impostos europeus sobre veículos elétricos chineses.
Mais do que um arranha-céu, a proposta é criar uma cidade vertical capaz de resistir a terremotos, ventos extremos e à superlotação urbana. Ainda conceitual, o projeto revela como a engenharia imagina o futuro das grandes metrópoles.
Muitas cenas repetidas à exaustão em filmes adultos parecem definir o que seria uma vida sexual “ideal”. Na prática, porém, essas fantasias raramente acontecem como mostram as telas. Entender essa diferença ajuda a reduzir frustrações, alinhar expectativas e viver o sexo com mais conexão e prazer real.