Durante décadas, o apêndice foi tratado como uma sobra da evolução. Um novo estudo sobre centenas de mamíferos mostra que essa explicação pode ser simples demais.
Cientistas encontraram vestígios genéticos inesperados em materiais usados na produção de antigos manuscritos. O achado pode mudar o que sabemos sobre a história de certas doenças.
Em uma ilha do Caribe, um projeto financiado por investidores estrangeiros tentou criar uma nova forma de viver, trabalhar e administrar uma cidade. Então, algo mudou.
Um novo experimento econômico da Anthropic desenha três possíveis futuros para os Estados Unidos. Em um deles, a prosperidade cresce em ritmo impressionante, mas os trabalhadores enfrentam uma consequência inesperada.
Tratamento aplicado pelo nariz levou milhões de vesículas derivadas da placenta até o cérebro, reduziu proteínas associadas ao Alzheimer e melhorou a memória de camundongos.
Pesquisadores analisaram cães acordados em exames de ressonância magnética e descobriram respostas cerebrais diferentes diante de rostos humanos felizes, tristes, assustados e irritados.
Presente na alimentação e na medicina tradicional há milhares de anos, o alho contém compostos associados a efeitos antimicrobianos, anti-inflamatórios e cardiovasculares.
Pesquisadores conseguiram transformar células do pâncreas que normalmente não produzem insulina em células capazes de liberar o hormônio quando detectam glicose.
Sistemas experimentais foram autorizados a pesquisar na web, mas acabaram encontrando maneiras inesperadas de deixar informações para outros agentes. O que descobriram expôs uma falha difícil de ignorar.
Esquecimentos e dificuldade de concentração podem surgir com a idade, mas algumas mudanças na rotina parecem ter efeitos muito mais profundos no cérebro do que se imaginava.
Um acontecimento real transformou cenas comuns em imagens impossíveis de lançar. Alguns jogos foram alterados às pressas, enquanto outro acabou desaparecendo antes mesmo de chegar às lojas.
Um dos maiores estudos genéticos já realizados sobre personalidade encontrou mais de mil variantes relacionadas à nossa maneira de ser. Mas a descoberta mais interessante está no que elas não conseguem explicar.
Hackers já utilizavam chatbots para escrever códigos e mensagens falsas. Agora, o Google encontrou algo diferente: agentes capazes de participar de ataques quase inteiros em poucas horas.
Escrever, lembrar, decidir e até aconselhar estão sendo entregues aos algoritmos. A tecnologia facilita nossa rotina, mas existe uma fronteira que talvez não devêssemos atravessar.
Cada conversa com uma IA exige eletricidade e água para manter enormes centros de dados funcionando. Individualmente, o impacto parece mínimo. Em escala global, a história muda completamente.
Ataques cibernéticos assustam, mas um problema muito mais cotidiano pode custar caro aos bancos e afastar clientes silenciosamente. Ele costuma começar durante a madrugada.
Uma livraria na Escócia oferece uma experiência inusitada pelo Airbnb: turistas pagam para passar alguns dias administrando o estabelecimento como se fossem verdadeiros livreiros.
A chamada “gentle parenting” virou alvo de críticas, mas décadas de pesquisas indicam que acolher as emoções das crianças não significa abandonar limites ou autoridade.
Estudo realizado em Svalbard descobriu grandes concentrações de metano nas águas de degelo. Parte do gás estava armazenada há milhões de anos nas rochas escondidas sob o gelo.
Google atualizou seus planos de inteligência artificial e adicionou novos recursos do Gemini ao Gmail, Docs, Keep e Sheets. Algumas novidades, porém, ficarão restritas aos planos mais caros.