Uma pesquisa científica indica que pequenos aumentos na circunferência do traje alteram a aerodinâmica do atleta e podem gerar quase seis metros extras no salto. O dado reacende rumores inusitados nos Jogos Olímpicos de Inverno e chama a atenção de federações e da agência antidoping.
Moléculas complexas detectadas pelo robô Curiosity desafiam explicações puramente geológicas. Um novo estudo mostra que fontes não biológicas conhecidas não bastam para explicar a abundância do material encontrado — e mantém aberta a hipótese de vida antiga no planeta vermelho.
Pesquisadores desenvolveram microrrobôs feitos de microbolhas proteicas capazes de navegar pelo organismo, identificar tumores e liberar medicamentos com extrema precisão. A tecnologia, testada em camundongos, combina simplicidade, baixo custo e inteligência química para atacar o câncer de dentro para fora.
Pesquisadores conseguiram observar diretamente um cristal de Wigner, uma fase exótica da matéria em que elétrons se organizam como um sólido. A descoberta confirma previsões antigas da física quântica e cria uma nova plataforma para estudar estados coletivos em materiais bidimensionais.
Os voos suborbitais do foguete New Shepard ficarão suspensos por pelo menos dois anos. A decisão revela que o turismo espacial, apesar de lucrativo, nunca foi o objetivo final da Blue Origin, que agora concentra engenheiros, orçamento e estratégia no programa Artemis e no módulo lunar Blue Moon.
Um smartphone conectado diretamente à constelação de satélites da Starlink poderia redefinir a ideia de conectividade móvel. Embora o projeto ainda não esteja em desenvolvimento, declarações de Elon Musk e um relatório da Reuters revelam ambições que vão além de Apple e Samsung — e colocam a inteligência artificial no centro da estratégia.
Um meteorito com 4,48 bilhões de anos revelou sinais claros de água em seu interior. O achado, obtido com técnicas de imagem não destrutivas, reforça a ideia de que o Marte primitivo foi muito mais úmido do que se imaginava e conecta evidências encontradas na Terra com dados recentes enviados por robôs no próprio planeta.
Após o anúncio do governo espanhol de que pretende proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, representantes de empresas, Estado e organizações sociais defenderam que a educação digital, a cooperação institucional e a transparência das plataformas são mais eficazes do que a simples proibição.
O novo Claude Opus 4.6 chegou prometendo revolucionar a programação, a análise de segurança e até tarefas corporativas. Durante testes, o modelo identificou centenas de vulnerabilidades inéditas sem instruções explícitas — um feito que animou desenvolvedores e, ao mesmo tempo, sacudiu investidores de tecnologia.
Reguladores europeus afirmam que recursos centrais do TikTok — como rolagem infinita, reprodução automática e recomendações personalizadas — podem infringir a legislação do bloco. A decisão preliminar reacende o debate global sobre redes sociais e saúde mental, especialmente entre crianças e adolescentes.
Enquanto alguns países já avançaram em leis para inteligência artificial, a maior parte da América Latina ainda opera entre rascunhos e princípios éticos inspirados na Europa. Especialistas alertam que copiar modelos estrangeiros pode aprofundar desigualdades — e defendem regras que levem em conta recursos naturais, soberania de dados e capacidade institucional.
Um novo estudo internacional propõe uma alternativa ousada para o “monstro” gravitacional da nossa galáxia. Em vez de um buraco negro supermassivo, os autores sugerem um núcleo ultradenso de matéria escura fermiónica capaz de explicar, ao mesmo tempo, as órbitas extremas das estrelas centrais e a rotação global da Via Láctea.
Poucos dias após unir suas empresas de foguetes e inteligência artificial, Elon Musk já colocou em movimento um plano que parece saído da ficção científica: transformar a órbita da Terra em uma gigantesca infraestrutura computacional. A autorização inicial prevê um enxame de satélites capaz de multiplicar por dezenas a presença atual da Starlink — e levanta questões sérias sobre energia, lixo espacial e o futuro da IA.
O que antes parecia ficção científica virou produto real. Impulsionados por IA generativa e novos sistemas de percepção espacial, os primeiros robôs humanoides domésticos começam a chegar aos lares, prometendo assumir tarefas repetitivas, entender contextos e até aprender por observação. Eis como essa virada tecnológica está redesenhando a rotina dentro de casa.
O visitante cósmico 3I/ATLAS surpreendeu astrônomos ao liberar moléculas orgânicas e apresentar uma erupção tardia de atividade. Terceiro objeto confirmado vindo de fora do Sistema Solar, ele pode ser mais antigo que o próprio Sol — e está oferecendo pistas raras sobre a química de outros sistemas planetários.
Um medicamento oral em fase avançada de testes clínicos mostrou resultados animadores ao diminuir significativamente a chance de um novo acidente vascular cerebral em pacientes que já passaram por um primeiro evento. Apresentado em um congresso internacional, o estudo também chamou atenção por manter um bom perfil de segurança, sem aumento relevante de sangramentos no cérebro.
Com receitas recordes, o Gemini vivendo seu melhor momento e a corrida pela liderança da IA cada vez mais agressiva, a empresa resolveu acelerar como nunca. O novo plano de investimentos impressiona Wall Street, assusta investidores no curto prazo e deixa claro que a batalha pelos modelos de próxima geração entrou em uma fase decisiva.
Um voo contínuo de drone revelou, em detalhes inéditos, a rota completa até o topo do Everest. Mais do que um espetáculo visual, a façanha mostra como drones estão transformando resgates, logística e segurança na montanha mais alta do planeta — e colocando experiências antes restritas a poucos ao alcance de milhões.
O lançamento do Gemini 3 virou a mesa da corrida pela inteligência artificial. Em menos de um trimestre, o assistente do Google somou mais de 100 milhões de usuários ativos mensais, reacendeu o entusiasmo do mercado e acendeu alertas na concorrência. Agora, a empresa aposta alto para transformar esse impulso em liderança.
Ao levar quatro astronautas além da órbita terrestre por 10 dias, a Artemis 2 abre uma janela inédita para estudar como radiação, microgravidade e isolamento afetam o corpo humano. Sensores pessoais, amostras biológicas e até “órgãos em chip” vão ajudar a preparar futuras missões lunares — e o caminho para Marte.