A ciência brasileira acaba de dar um passo gigante. Pela primeira vez, uma terapia celular CAR-T — considerada o topo da tecnologia contra cânceres do sangue — foi desenvolvida, produzida e aplicada sem depender de nenhum laboratório estrangeiro. E o mais impressionante: com taxas de remissão que rivalizam com centros de ponta nos EUA e Europa. Entenda como esse marco pode mudar o futuro da oncologia no país.
O soluço costuma ser apenas um incômodo passageiro e inofensivo, mas nem sempre é tão simples. Em algumas situações, o espasmo repetitivo do diafragma pode indicar problemas digestivos, respiratórios ou até neurológicos. Entender por que ele acontece, quando merece preocupação e como aliviar o sintoma ajuda a diferenciar episódios comuns de sinais de alerta importantes para a saúde.
Uma pesquisa inédita mostra que muitos jovens acreditam que o banco pode pedir dados por SMS ou WhatsApp — exatamente o tipo de prática usada em golpes. Metade admite saber pouco sobre cibersegurança, e poucos seguem recomendações básicas. A conclusão é direta: crescer com tecnologia não significa entendê-la, muito menos saber se proteger.
Uma investigação global identificou padrões genéticos comuns entre 14 transtornos psiquiátricos. As descobertas desafiam as classificações tradicionais e indicam que muitas condições compartilham raízes biológicas profundas. Esses achados apontam para um futuro em que diagnósticos serão guiados por genética e desenvolvimento cerebral — e não apenas por sintomas.
Um estudo internacional revela que variações climáticas prolongadas podem modificar o peso exercido sobre a crosta terrestre, influenciando falhas tectônicas e atividade sísmica. Embora seus efeitos não sejam imediatos, essa relação mostra que o clima e as entranhas da Terra estão profundamente conectados — com implicações para o passado humano e para os riscos futuros.
Um relatório global indica que preservar o planeta pode render até 20 trilhões de dólares por ano até 2070, além de reduzir desigualdades, crises sanitárias e danos ambientais. A ONU afirma: investir em clima, biodiversidade e sustentabilidade é mais lucrativo do que manter o modelo atual — e decisivo para o futuro da humanidade.
Pesquisas revelam que jovens hiperconectados podem ter uma vida social ativa e, ao mesmo tempo, sentir uma solidão profunda. A ciência chama isso de “ambivalência social”, um fenômeno que cresce no mundo inteiro. A quantidade de contatos não garante vínculos reais — e essa desconexão silenciosa já afeta saúde mental, autoestima e identidade.
A NASA confirmou a data e o percurso daquele que será o eclipse solar total mais longo e impactante do século XXI. Com mais de seis minutos de escuridão completa em algumas regiões, o fenômeno despertou enorme expectativa global. Astrônomos afirmam que esta geração dificilmente verá outro evento com magnitude semelhante.
Um estudo internacional identificou que a exposição prolongada a altas temperaturas está associada a pior desempenho cognitivo em crianças pequenas. Os resultados sugerem que o aquecimento global pode comprometer habilidades essenciais como leitura, escrita e matemática — e aprofundar desigualdades já existentes. As conclusões levantam questionamentos urgentes sobre clima, saúde e educação infantil.
O cometa 3I/ATLAS, um raro visitante vindo de fora do Sistema Solar, está se aproximando e despertando enorme interesse científico. Embora não ofereça qualquer risco à Terra, sua estela rica em poeira e gases pode revelar pistas inéditas sobre a formação de corpos interestelares e sobre a diversidade química presente em outros sistemas estelares.
Uma combinação inédita de robôs operados à distância e sistemas guiados por inteligência artificial está abrindo caminho para que tratamentos altamente especializados sejam realizados mesmo em hospitais distantes. A proposta promete encurtar tempos críticos, aumentar a sobrevivência e democratizar o acesso ao cuidado neurológico — tudo sem precisar mover o paciente.
Cansaço digital, ansiedade constante e noites mal dormidas vêm levando muita gente a repensar o uso das telas. Entre o medo de perder algo importante e o alívio de se desconectar, um novo comportamento ganha força e promete mudar a forma como lidamos com o mundo online.
Eles parecem companheiros ancestrais do ser humano, mas a ciência acaba de encurtar drasticamente essa história. Uma nova análise genética indica que a convivência próxima entre humanos e gatos é bem mais recente do que se acreditava — e começou muito longe do que muitos imaginavam.
Se existisse um “alimento mágico” para viver mais, ele já estaria na capa de todos os jornais. A boa notícia é que a ciência chegou bem perto de uma resposta — só que ela não envolve um único ingrediente milagroso. O segredo da longevidade está no padrão alimentar ao longo da vida, especialmente aquele que protege o coração, reduz inflamações e combate o envelhecimento celular.
Imagine uma corrida cósmica em escala absurda. De um lado, um cometa interestelar que veio de fora do Sistema Solar. Do outro, a criação humana mais distante da Terra. A pergunta parece simples, mas a resposta ajuda a entender os limites — e os feitos — da exploração espacial. Afinal, quem viaja mais rápido no espaço: o 3I/Atlas ou a Voyager?
O Sul do Brasil voltou a enfrentar um cenário de destruição que já parece assustadoramente familiar. Um ciclone extratropical de altíssimo risco provocou chuvas intensas, ventos extremos e mortes, levantando uma pergunta inevitável: eventos como esse são apenas azar meteorológico ou um sinal claro das mudanças climáticas em ação?
Um estudo da NASA revelou evidências inéditas de que Marte já abrigou praias, oceanos e um clima ameno há bilhões de anos. O planeta, hoje árido e frio, pode ter sido um ambiente semelhante ao da Terra primitiva, levantando novas questões sobre sua evolução geológica e a possibilidade de vida passada.
Eles fazem muito mais do que combater infecções. Novas evidências científicas mostram que certos antibióticos ativam processos químicos invisíveis na microbiota intestinal, capazes de dialogar diretamente com o sistema imunológico. Um achado que muda a forma como entendemos a ação desses medicamentos dentro do corpo.
Trânsito incessante, barulho contínuo, telas acesas até de madrugada e prazos que não dão trégua. O estresse urbano parece normalizado, mas para o organismo humano ele pode representar uma sequência interminável de ameaças. Pesquisas científicas mostram que viver nas grandes cidades mantém o corpo em estado de defesa permanente, com impactos profundos na saúde física e mental.
O Brasil registrou em 2024 o menor número de nascimentos dos últimos anos. Segundo o IBGE, houve uma queda de 5,8% em relação a 2023, com recuos em todas as regiões do país. O instituto relaciona o fenômeno à redução da fecundidade, mudanças demográficas e reflexos persistentes da pandemia.