A quilômetros do olhar público, um repositório extremo preserva algo que normalmente descartamos sem pensar. O objetivo não é curioso nem excêntrico: trata-se de proteger um patrimônio invisível que pode ser decisivo para tratar doenças, restaurar a saúde e compreender melhor o corpo humano nas próximas décadas.
Desorganização constante, dependência emocional e incapacidade de lidar com a própria rotina parecem detalhes banais — até começarem a corroer o desejo. Especialistas explicam por que a ausência de autonomia pode afetar profundamente a atração, o clima sexual e até a sobrevivência de uma relação.
Apagar um desenho antigo ou transformá-lo em outro novo? A decisão parece apenas estética, mas envolve aspectos médicos importantes. Entre laser, tinta, cicatrização e possíveis efeitos colaterais, especialistas explicam quais são os riscos reais de cada escolha — e em quais situações cada alternativa faz mais sentido para a saúde da pele.
Mar, montanha ou campo: a escolha do destino para descansar não é aleatória. Pesquisas em psicologia ambiental indicam que o cenário das férias pode refletir traços profundos da personalidade, a forma como lidamos com o estresse e até o que nosso corpo e mente mais precisam em cada fase da vida.
Depois de milênios de aperfeiçoamento, uma das capacidades mais fundamentais da humanidade está sofrendo um declínio acelerado entre os mais jovens. Pesquisas recentes indicam que a migração quase total para o teclado não afeta apenas a caligrafia, mas compromete algo mais profundo: a forma como ideias são organizadas, encadeadas e desenvolvidas.
Durante décadas, pesquisadores tentaram responder a uma pergunta íntima e universal: existe um horário ideal para o sexo? Estudos recentes indicam que sim. Ritmos biológicos, hormônios e descanso se alinham em um período específico do dia — e da semana — em que o corpo parece naturalmente preparado para sentir mais prazer.
Uma descoberta genética inesperada colocou em xeque décadas de consenso científico. Ao identificar uma mutação capaz de aumentar drasticamente o risco de um transtorno psiquiátrico grave, pesquisadores abriram caminho para novos diagnósticos, tratamentos mais precisos e até estratégias de prevenção que antes pareciam impossíveis.
Um homem britânico de 50 anos, ativo e sem fatores clássicos de risco, sofreu um derrame que surpreendeu até seus médicos. A causa provável? Uma rotina diária de oito energéticos, triplicando o limite seguro de cafeína. O caso reacende o debate sobre o impacto cardiovascular dessas bebidas e a necessidade de maior conscientização pública.
A gente gosta de acreditar que controla as próprias emoções. Que tristeza, ansiedade ou irritação são apenas respostas racionais ao que acontece ao redor. Mas a ciência vem mostrando que essa história é bem mais complexa — e química. Literalmente. Hormônios, esses mensageiros invisíveis que circulam pelo corpo, podem influenciar profundamente o humor, a memória, o estresse e até a forma como pensamos.
Entrar para a lista anual da Nature já é um feito raro. Estar entre os dez nomes que mais influenciaram a ciência mundial em um único ano é algo ainda mais extraordinário. Em 2025, um brasileiro alcançou esse patamar — não por acaso, com uma pesquisa que já salva vidas e mudou a forma como o Brasil enfrenta a dengue.
Um visitante raro acaba de cruzar nosso quintal cósmico. O cometa 3I/ATLAS, apenas o terceiro objeto interestelar já observado passando pelo Sistema Solar, foi registrado por instrumentos de ponta e está oferecendo pistas valiosas sobre mundos que existem muito além do nosso. Descubra por que astrônomos do mundo inteiro estão de olho nesse corpo — e por que ele não representa perigo algum para a Terra.
O interesse por idiomas nunca esteve tão alto. Em 2025, o relatório anual do Duolingo revelou uma virada curiosa no mapa global de aprendizado: novos públicos, novas motivações e três línguas que dispararam no ranking mundial. Se você achava que inglês dominava tudo, prepare-se para descobrir um cenário bem mais diverso — e surpreendente.
Trocar o refrigerante tradicional pela versão zero parece, à primeira vista, uma escolha mais “inteligente”. Menos açúcar, zero caloria, menos culpa. Mas será que isso significa mais saúde? Um novo estudo reacendeu o debate e levantou um alerta importante sobre os efeitos dessas bebidas no corpo — especialmente no fígado.
Um pequeno robô oceanográfico Argo ficou preso sob o gelo da Antártica por quase nove meses, em uma jornada inesperada que o levou a regiões nunca antes medidas. Ao reaparecer, trouxe dados inéditos sobre temperatura, salinidade e a saúde das plataformas de gelo Denman e Shackleton — informações vitais para prever o aumento do nível do mar.
A resistência aos antimicrobianos cresce de forma acelerada e já compromete tratamentos comuns, desde infecções simples até procedimentos médicos de alto risco. Uso inadequado de antibióticos, falhas no diagnóstico e desigualdades sanitárias impulsionam um problema global que pode tornar ineficazes medicamentos fundamentais. Entender esse fenômeno é crucial para enfrentá-lo.
Em meio a uma cultura acelerada, hiperestimulada e marcada pela incerteza, os jovens adultos continuam buscando respostas profundas sobre sentido, liberdade e pertencimento. A psicóloga Marta Oporto-Alonso explica como essa geração de 18 a 30 anos, longe de estar apática, revela um desejo autêntico de compreender a vida e encontrar esperança.
A ciência é clara: pequenas mudanças na rotina dos cães — desde alimentação equilibrada até estímulos mentais e visitas veterinárias — podem acrescentar anos de saúde e bem-estar. Pesquisas internacionais mostram que a longevidade canina depende de hábitos constantes, prevenção e vínculos positivos. Aqui estão os 20 comportamentos que mais fazem diferença.
A Paradoxa de Fermi sempre nos lançou a mesma pergunta: se o universo é tão antigo e tão grande, onde estão todos? Agora, uma nova hipótese sugere que civilizações extremamente avançadas poderiam estar muito mais perto do que imaginamos — instaladas no próprio coração da Via Láctea, e invisíveis por razões profundamente físicas.
Um tremor forte assusta, alertas soam, o medo se espalha. Mas, no fim das contas, nem todo grande terremoto termina em tsunami. Foi exatamente isso que aconteceu após o abalo de magnitude 7,5 que atingiu a costa nordeste do Japão nesta semana. Apesar dos avisos iniciais, o pior cenário não se confirmou — e a explicação está na forma como a Terra se mexe lá embaixo.
Durante um quarto de século, uma instituição pública transformou pesquisa básica em avanços médicos concretos, formou gerações de cientistas e enfrentou desafios estruturais comuns à ciência do futuro. O aniversário marca não apenas conquistas, mas uma estratégia clara para aproximar o conhecimento da sociedade.