Nem sempre dá tempo de sair do caminho. Uma câmera instalada para monitorar o vulcão Kilauea, no Havaí, foi simplesmente engolida pela lava durante uma erupção repentina no último sábado (6). O equipamento, operado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), registrava a atividade vulcânica em tempo real quando foi atingido em cheio — e as imagens impressionam pela força e velocidade do fenômeno.
Irritação constante, choro fácil, dificuldade de concentração e até dores físicas. O que antes era tratado como “fase” agora preocupa especialistas: crianças estão ficando exaustas cedo demais. A combinação de rotina cheia, pouco sono e quase nenhum tempo livre tem criado um cenário de fadiga infantil que afeta o desenvolvimento emocional, cognitivo e físico — e muitas famílias nem percebem o alerta.
Um estudo com gêmeos idênticos indicou que uma dieta vegana estrita pode reduzir a idade biológica em poucas semanas, graças a melhorias epigenéticas e metabólicas. Mas o efeito pode não vir apenas do veganismo em si — e sim da redução calórica natural que acompanha esse tipo de alimentação.
Durante décadas, a biologia teve uma zona proibida no estudo do desenvolvimento humano: as semanas entre a fecundação e a formação inicial dos órgãos. A ética impedia avançar — até agora. Um novo modelo de embrião de macaco, cultivado até o dia 25, permite ver processos essenciais que nunca haviam sido observados.
Novas pesquisas revelam que a composição corporal — especialmente ter mais massa muscular e menos gordura visceral — é um dos indicadores mais fortes de juventude cerebral. Estudos mostram que hábitos que melhoram a saúde metabólica também preservam cognição, memória e longevidade, oferecendo um caminho prático para manter o cérebro “mais jovem” do que a idade cronológica.
O fígado gorduroso afeta milhões de pessoas e, na maior parte dos casos, não apresenta sintomas. Especialistas apontam a dieta mediterrânea como a mais eficaz para reverter o quadro e prevenir complicações graves. Além disso, novos estudos destacam alimentos que podem oferecer proteção extra ao fígado.
O sono não precisa ser uma luta diária. A ciência mostra que pequenas mudanças antes de deitar ajudam o corpo a desligar, reduzem despertares noturnos e aumentam a energia ao acordar. Rotinas, respiração, luz e até aromas podem decidir como será a sua noite.
O vinagre conquistou fama de desinfetante natural nas redes sociais, mas um estudo científico recente revela um cenário bem diferente: ele até possui efeitos antimicrobianos, porém está longe de atingir os padrões exigidos para sanitização. Entenda o que o vinagre faz — e o que definitivamente não faz — durante a faxina.
Pela primeira vez na história, as línguas não se fragmentam: elas convergem. Enquanto idiomas minoritários se apagam, um sistema global ganha terreno com rapidez inédita. O fenômeno promete comunicação universal, mas cobra um preço cultural alto — e silencioso.
Aquele alongamento profundo com um bocejo logo ao despertar não é hábito nem preguiça. Existe um reflexo antigo por trás dessa sensação de prazer imediato, capaz de ativar hormônios, reorganizar músculos e preparar o corpo para o dia. Entender esse gesto revela como a biologia trabalha enquanto você acorda.
Não sentir dor pode parecer uma vantagem, mas esconde riscos profundos. Existem pessoas que nascem sem essa sensação essencial e precisam aprender a viver de outra forma. Entender essa condição rara ajuda a revelar por que a dor, apesar de incômoda, é uma aliada vital da sobrevivência.
Já aconteceu de fechar os olhos e continuar “vendo” padrões, movimentos ou imagens do que você fez o dia todo? Esse efeito intrigante tem explicação científica e revela como o cérebro aprende, cria e até se protege emocionalmente — mesmo quando parece estar em repouso.
A menopausa ganhou visibilidade, mas junto com informação surgiram promessas fáceis e soluções milagrosas. Um novo alerta de especialistas mostra como diferenciar ciência de marketing, o que realmente funciona nessa fase e quais cuidados ajudam a atravessar esse processo com saúde — e não ilusões.
E se a pandemia mais mortal da história da Europa não tivesse começado com ratos ou pulgas, mas com um vulcão? Pesquisas recentes indicam que uma grande erupção por volta de 1345 pode ter provocado um efeito dominó climático, econômico e sanitário que culminou na Peste Negra — a doença que matou até metade da população europeia no século 14. Entenda como clima extremo, fome e comércio global se combinaram nessa tragédia histórica.
Pode parecer estranho, mas o primeiro cocô do bebê — aquele que os pais encaram com curiosidade e até certo espanto — pode trazer pistas valiosas sobre a saúde da criança ao longo da vida. Pesquisas recentes mostram que os microrganismos presentes nas fezes dos recém-nascidos ajudam a moldar o sistema imunológico e podem influenciar riscos de infecções, alergias e até doenças crônicas no futuro.
Três palavras simples que podem salvar sua saúde no trabalho
Soltar a voz nunca foi apenas sobre música. Cantar ativa o corpo inteiro, mexe com o cérebro, aproxima pessoas e pode até aliviar a dor. Em épocas de corais, músicas de Natal ou simples rodas de amigos, essa prática tão comum esconde efeitos poderosos sobre a saúde física e mental. E o mais curioso: a ciência vem confirmando que cantar, especialmente em grupo, é um dos hábitos mais completos que existem.
O Atacama Cosmology Telescope (ACT), no Chile, encerrou suas operações em 2022, mas seu último pacote de dados acaba de derrubar cerca de 30 modelos alternativos que tentavam explicar a expansão do universo. Em vez de resolver o famoso “tensionamento de Hubble”, o ACT confirmou que o problema é real — e ainda mais profundo.
Ir para a cama tarde não afeta apenas a sensação de cansaço no dia seguinte. Pesquisas recentes mostram que dormir após a meia-noite pode desregular processos metabólicos essenciais, reduzir a sensibilidade à insulina e favorecer o acúmulo de gordura. Ajustar o horário de descanso pode ser um ato simples — e poderoso — de prevenção.
Celular, notebook, tablet, streaming, home office. A vida digital facilitou tudo — menos a sua coluna. Médicos alertam: dor nas costas deixou de ser problema exclusivo de quem passou dos 40 e está aparecendo cada vez mais cedo, inclusive entre jovens de 20 e poucos anos. O motivo? Uma combinação explosiva de uso excessivo de telas, má postura e sedentarismo.