A mecânica quântica desafia a lógica do cotidiano ao mostrar que partículas podem existir em vários estados ao mesmo tempo. Esses fenômenos, que pareciam apenas curiosidades da física, hoje impulsionam o desenvolvimento dos computadores quânticos.
Pesquisadores desenvolveram uma enzima capaz de remover compostos associados ao envelhecimento dos tecidos humanos. Embora ainda esteja longe da aplicação clínica, a descoberta pode abrir novas possibilidades para combater doenças relacionadas à idade.
As AI Overviews deixaram de ser um experimento e passaram a ocupar um papel central no Google, oferecendo respostas completas sem que o usuário precise visitar outros sites.
Pesquisa com camundongos mostra que transformar uma ação em hábito e mantê-la ao longo do tempo são processos controlados por vias neurais independentes, abrindo novas perspectivas para tratar transtornos como o TOC.
O segundo voo de testes da Starship V3 foi considerado um sucesso pela SpaceX. O maior foguete já construído voltou a demonstrar avanços importantes, incluindo o primeiro lançamento da nova geração de satélites Starlink e uma reentrada atmosférica bem-sucedida. No entanto, especialistas acreditam que um obstáculo técnico fundamental ainda impede a empresa de alcançar seu principal objetivo: reutilizar a nave rapidamente entre um voo e outro.
Um experimento que buscava tratar uma doença genética rara em uma menina de seis anos terminou em tragédia e agora desencadeou uma investigação na China. O neurocientista Zilong Qiu, responsável pelo estudo, é acusado de não divulgar publicamente que a paciente morreu poucos dias após receber uma terapia experimental de edição genética baseada na tecnologia CRISPR.
A galáxia de Andrômeda, considerada a grande vizinha cósmica da Via Láctea, vem diminuindo drasticamente sua produção de novas estrelas. Dados obtidos pelo telescópio espacial Hubble indicam que essa desaceleração ocorre há pelo menos 500 milhões de anos e reduziu em cerca de 80% o ritmo de formação estelar.
Escrever palavras alternando letras maiúsculas e minúsculas no meio de frases chama a atenção e se tornou comum nas redes sociais. Para algumas pessoas, esse estilo faz parte da identidade visual; para outras, pode parecer apenas um hábito curioso. Mas será que esse padrão realmente revela aspectos da personalidade?
Todos os anos, durante o mês de agosto, o céu oferece um dos espetáculos astronômicos mais aguardados: a chuva de meteoros Perseidas. Em 2026, o fenômeno divide as atenções com o eclipse solar de 12 de agosto, mas a verdadeira estrela por trás dessa exibição acontece longe dos nossos olhos. Trata-se do cometa 109P/Swift-Tuttle, um gigante gelado que cruza periodicamente o Sistema Solar e deixa para trás uma trilha de fragmentos responsável por produzir centenas de meteoros brilhantes.
Durante décadas, ser canhoto foi visto como um problema que precisava ser corrigido. Depois, a ideia mudou completamente, e passou a ser comum associar a canhotice a uma criatividade acima da média ou a um talento artístico especial. Mas o que a neurociência realmente diz sobre isso? Um novo conjunto de pesquisas mostra que a realidade é bem diferente dos dois extremos.
A inteligência artificial pode estar prestes a entrar em uma fase completamente nova. Pelo menos essa é a visão de Sam Altman, CEO da OpenAI, que acredita que a humanidade já vive os primeiros momentos da chamada Singularidade — um estágio em que sistemas de IA seriam capazes de executar praticamente qualquer tarefa intelectual.
As nuvens baixas desempenham um papel fundamental no equilíbrio climático da Terra ao refletirem parte da radiação solar de volta ao espaço. No entanto, um novo estudo sugere que esse mecanismo natural de resfriamento pode estar enfraquecendo mais rapidamente do que os cientistas imaginavam. Segundo a pesquisa, o aumento do dióxido de carbono (CO₂) não apenas aquece o planeta diretamente, mas também reduz a quantidade dessas nuvens, intensificando ainda mais o aquecimento global.
A energia escura é considerada há mais de duas décadas a principal responsável pela expansão acelerada do Universo. Mas um novo estudo está reacendendo um dos debates mais importantes da cosmologia: e se essa misteriosa forma de energia nunca tiver existido? Embora a hipótese ainda esteja longe de representar um consenso, pesquisadores argumentam que a aceleração cósmica pode ser resultado de um efeito de observação, e não de um fenômeno físico real.
A Antártida sempre foi vista como um dos ambientes mais preservados do planeta. No entanto, um novo estudo revela que o continente gelado está se tornando um importante ponto de acúmulo e liberação de mercúrio, impulsionado pelo avanço das mudanças climáticas. Segundo a pesquisa, a taxa de acumulação desse metal tóxico na Península Antártica aumentou cerca de 160% desde o início da era industrial.
Dados inéditos da missão Juno revelam que o calor interno de Io se propaga sob a crosta da lua de Júpiter. A descoberta pode ajudar cientistas a compreender tanto os vulcões da Terra quanto mundos gelados como Europa e Ganimedes.
Conversas compartilhadas no Claude podem ser indexadas por mecanismos de busca quando seus links se tornam públicos. Especialistas alertam para o risco de exposição de dados sensíveis e reforçam a importância de revisar as configurações de privacidade.
Em 2007, um boato afirmava que os ruivos desapareceriam até 2060. Quase duas décadas depois, a ciência continua apontando exatamente o contrário: o gene responsável pelos cabelos ruivos permanece estável na população e não corre risco de extinção apenas por ser recessivo.
Uma simulação que reconstruiu 12 mil anos de história linguística conclui que o auge da diversidade de idiomas ocorreu entre 1 mil e 3 mil anos atrás. Desde então, o número de línguas vem diminuindo de forma contínua, impulsionado pela formação de grandes Estados e pela expansão de idiomas dominantes.
Megaprojeto utilizará biogás agrícola e eletricidade renovável para fabricar SAF, reduzindo em até 90% as emissões ao longo do ciclo de vida. A planta será a primeira do mundo a empregar essa tecnologia em escala comercial.
Sagittarius A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea, pode voltar a ficar ativo quando nossa galáxia colidir com a Grande Nuvem de Magalhães daqui a cerca de 2 bilhões de anos. Apesar do evento impressionante, cientistas afirmam que a Terra permanecerá protegida.