Um estudo recente mostra que o álcool não afeta o organismo da mesma forma aos 20, 40 ou 70 anos. Mesmo consumos considerados “moderados” podem ter consequências diferentes conforme o envelhecimento. De saúde mental a fertilidade, sono, coração e risco de câncer, os especialistas alertam: cada idade tem sua vulnerabilidade.
Um novo relatório das Nações Unidas acende o alerta máximo: a Terra deve ultrapassar o limite de 1,5 °C de aquecimento na próxima década. O documento, divulgado às vésperas da COP30 em Belém, aponta falhas graves no cumprimento das metas climáticas e cobra ação imediata das potências mundiais.
Um novo estudo andaluz analisou centenas de universitários e encontrou um padrão surpreendente: o que mais os protege da ansiedade não são boas notas, horas de estudo ou disciplina rígida, e sim forças internas quase invisíveis. Dois fatores psicológicos parecem funcionar como escudos emocionais e podem mudar toda a experiência acadêmica.
Um estudo das universidades de Yale e Cornell acaba de derrubar uma das certezas mais repetidas nos livros de biologia. O cérebro não funciona apenas com glicose: ele possui uma segunda fonte de energia escondida, capaz de manter o pensamento ativo mesmo em condições extremas. A descoberta muda o que sabíamos sobre metabolismo cerebral e abre portas para novas terapias neurológicas.
Um novo estudo mostra que substituir apenas 30 minutos do tempo sentado por movimentação leve —como caminhar, cozinhar, arrumar a casa ou até falar ao telefone em pé— já é suficiente para aumentar energia, entusiasmo e bem-estar no dia seguinte. Não precisa academia, nem treinos exaustivos: pequenos gestos mudam tudo.
Durante décadas, a Finlândia foi referência global em bem-estar, igualdade e políticas familiares. Porém, nada disso tem impedido um declínio vertiginoso da natalidade. Jovens adiam – ou descartam – a ideia de ter filhos, e o Estado descobre que incentivos não conseguem combater uma mudança cultural muito mais profunda.
Milhões de anos atrás, nossos ancestrais perderam quase todo o pelo corporal, mas curiosamente mantiveram uma densa cabeleira. A biologia evolutiva explica que isso não foi acaso: o cabelo foi crucial para proteger o cérebro, refrescar o corpo e adaptar-se ao clima quente. E até a calvície tem um motivo.
Doar um rim parece uma decisão radical, mas estudos mostram que é muito mais seguro, simples e transformador do que a maioria imagina. Médicos da Mayo Clinic explicam como mitos antigos criaram medos infundados — e por que milhares de pessoas saudáveis doam um rim e voltam à vida normal em poucas semanas.
Ser pai muda tudo — rotina, prioridades, sono e, segundo a ciência, até a forma como o cérebro funciona. Estudos recentes mostram que a paternidade pode tanto fortalecer quanto fragilizar o equilíbrio emocional masculino, dependendo de como o homem interpreta essa nova fase da vida.
Se você já escreveu “jeleia” ou “jente”, saiba que não está sozinho. O som do J antes das vogais E e I costuma enganar até quem escreve bem. Mas entender quando usar G ou J pode salvar sua ortografia — e evitar aqueles deslizes que entregam a pressa (ou o corretor automático).
Um grupo de pesquisadores — incluindo o controverso astrofísico Avi Loeb, de Harvard — reacendeu o debate sobre vida extraterrestre com uma hipótese ousada: o cometa 3I/ATLAS, recém-detectado no Sistema Solar, pode ser um artefato tecnológico criado por uma inteligência alienígena.
Prepare o celular (ou o telescópio): a maior Superlua de 2025 promete iluminar o céu nesta quarta-feira (5) e deixar qualquer observador de queixo caído. Além de ser a segunda do ano, ela será também a mais brilhante — e a mais próxima da Terra.
A “Lua do Castor” promete um espetáculo raro nesta semana: será a maior e mais luminosa superlua do ano, visível em todo o Brasil e no restante do hemisfério sul. O fenômeno, ligado às tradições indígenas norte-americanas, marca o auge do outono no hemisfério norte.
Nem mágica nem inofensiva: a melatonina pode ajudar a regular o sono — mas não é um sedativo natural, nem serve para todos os casos de insônia. A ciência revela quando ela funciona, quando não faz diferença e por que o uso indiscriminado pode, na verdade, piorar o descanso.
A busca pela origem do Transtorno do Espectro Autista avança lentamente entre hipóteses genéticas, fatores ambientais e muita desinformação. Mesmo com décadas de pesquisa, a ciência ainda tenta decifrar um dos maiores mistérios da mente humana — enquanto falsas teorias se espalham mais rápido do que os dados científicos.
Após mais de 80 anos de mistério, os astrônomos finalmente observaram as ondas magnéticas torsionais que agitam a coroa solar. O fenômeno, previsto desde 1942, ajuda a explicar por que a atmosfera do Sol é milhões de graus mais quente que sua superfície — e pode mudar o modo como compreendemos o astro.
Um novo método assistido por inteligência artificial conseguiu identificar dois espermatozoides viáveis em um paciente com azoospermia — uma condição em que o sêmen não apresenta espermatozoides detectáveis. O feito resultou na primeira gravidez bem-sucedida do mundo sem necessidade de cirurgia invasiva.
Por quatro décadas, uma miniatura renascentista desapareceu entre conventos saqueados e leilões estrangeiros. Agora, graças à paciência dos Carabinieri e à cooperação internacional, a “Virgem com o Menino” retorna a Roma, reacendendo a esperança de que outras obras perdidas também encontrem o caminho de casa.
O Egito acaba de abrir as portas do monumental Grande Museu Egípcio (GEM), um projeto de mais de duas décadas e US$ 1 bilhão que reúne 100 mil artefatos da civilização faraônica — incluindo a icônica tumba de Tutancâmon. A construção enfrentou revoluções, pandemias e atrasos, mas se torna, enfim, um marco da arquitetura e da cultura mundial.
Aos 46 anos, a plenitude não está em conquistar mais — mas em deixar ir o que pesa. Abandonar a necessidade de aprovação, o medo do novo ou a culpa do passado pode transformar completamente sua vida emocional. Psicólogos explicam por que escolher a leveza é o verdadeiro caminho para a felicidade.