Não é carência, fome nem preferência pessoal. Um estudo recente revela que os gatos ajustam a forma como se comunicam dependendo de quem está à frente. Em casa, eles tendem a “aumentar o volume” ao interagir com homens — e a razão tem mais a ver com percepção humana do que com o felino.
Dormir mal nem sempre começa na cama. Um grande estudo científico aponta que o controle da glicose e dietas excessivamente restritivas podem interferir diretamente no sono profundo. Mais do que açúcar no sangue, o problema pode estar no desequilíbrio nutricional e na forma como nos relacionamos com a comida.
Ele nasceu nos rios quentes da Amazônia, virou símbolo da culinária do Norte do Brasil e hoje é criado em escala industrial do outro lado do planeta. O tambaqui, um dos peixes mais emblemáticos do país, cruzou oceanos e passou a integrar sistemas intensivos de aquicultura na Ásia, com destaque para a produção chinesa. Entenda como um peixe amazônico ganhou o mundo — e por que ele se tornou tão valioso.
Enquanto dormimos, o cérebro entra em um modo altamente ativo para organizar informações recentes. Um experimento científico mostrou que estímulos aplicados no momento exato do sono podem reforçar memórias frágeis e evitar o esquecimento, abrindo novas possibilidades para tratar doenças que afetam a lembrança.
Um estudo revisado por pares apresenta o primeiro modelo físico realista para um motor de curvatura compatível com as leis conhecidas da física. Ainda distante da engenharia prática, a ideia muda o debate sobre viagens mais rápidas que a luz.
Ao comparar humanos com 34 espécies de mamíferos, pesquisadores usaram dados genéticos para mapear padrões reais de fidelidade. O resultado mostra que, apesar da diversidade cultural, nossa espécie está longe da promiscuidade dominante no reino animal.
Com pouco mais de um centímetro de comprimento e hábito quase invisível, um novo anfíbio foi identificado nas montanhas do sul do Brasil. O achado revela a riqueza ainda desconhecida da Mata Atlântica e reacende alertas sobre conservação.
Novas evidências genéticas indicam que populações de ursos polares na Groenlândia estão evoluindo mais rápido do que o esperado, com mutações que reduzem a dependência de focas e favorecem fontes alternativas de energia em um Ártico cada vez mais quente.
Uma liga metálica desenvolvida com ciência de materiais de fronteira desafia tudo o que se sabia sobre resistência e tenacidade. Criada a partir de três elementos comuns, ela combina força extrema e ductilidade inédita — e, por enquanto, só um país domina sua produção.
O cérebro consome muita energia, mas isso não significa que horas de estudo ou concentração intensa ajudem a perder peso. Pesquisas recentes mediram com precisão o gasto calórico do esforço mental e mostram por que o cansaço intelectual não equivale a queimar calorias de forma relevante.
Ela parecia ter apagado de vez. Depois de anos emitindo radiação intensa, uma estrela distante simplesmente “sumiu” do radar dos astrônomos. Mas o universo adora plot twists: o objeto voltou a brilhar com força, acelerou sua rotação e agora está forçando cientistas a repensarem como estrelas morrem — e como algumas insistem em sobreviver ao caos.
É uma daquelas notícias que mostram como política pública bem feita salva vidas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu oficialmente que o Brasil eliminou a transmissão do HIV de mãe para filho como problema de saúde pública. O anúncio coloca o país como o maior do mundo a alcançar esse marco — e destaca o papel central do Sistema Único de Saúde (SUS) nesse resultado.
Parece piada cósmica, mas é ciência de ponta. Astrônomos usando o Telescópio Espacial James Webb identificaram um exoplaneta com formato alongado, parecido com um limão, e uma atmosfera que não se parece com nada já visto. A descoberta está deixando cientistas coçando a cabeça — e reforça como o universo ainda é muito mais estranho do que imaginávamos.
Eles aparecem em vídeos virais, cardápios descolados e receitas “fitness”. Mas por trás do matcha, da quinoa e do pistache — ingredientes que viraram obsessão global — existe um alerta ambiental que quase nunca entra na conversa. Entenda como tendências alimentares aparentemente inofensivas podem gerar impactos profundos no meio ambiente e nas comunidades produtoras.
A ideia de comer insetos existe há milênios, mas nos últimos anos ganhou um rótulo inesperado: teoria da conspiração. O que antes era discutido como alternativa sustentável de proteína passou a ser tratado, em certos círculos online, como prova de um suposto plano das “elites globais” para controlar a população. Entenda como isso aconteceu — e por que a desinformação atrapalha o combate às mudanças climáticas.
Eles iluminam o céu e marcam momentos de celebração, mas deixam consequências que quase ninguém vê. Poluição química, ruído extremo e danos à saúde transformam os fogos de artifício em um problema ambiental e sanitário cada vez mais questionado por cientistas e médicos.
Por décadas, os fios brancos foram vistos apenas como um sinal inevitável do envelhecimento. Mas novas pesquisas sugerem que o cabelo grisalho pode revelar algo muito mais profundo: um mecanismo biológico de defesa que ajuda o corpo a reduzir riscos graves, inclusive ligados ao câncer.
Elas parecem um simples jogo, mas provocam reações intensas e difíceis de controlar. Por que rimos, nos contorcemos ou até sentimos desconforto com as cócegas? Pesquisas recentes usam robôs, sensores cerebrais e estudos com animais para entender o que esse fenômeno revela sobre percepção, evolução e relações sociais.
Um simples ajuste na forma de falar pode mudar completamente o rumo de um conflito, uma negociação ou até a percepção que os outros têm de você. Psicólogos e especialistas em comportamento mostram que trocar uma única palavra altera o clima emocional da conversa. Steve Jobs usava essa técnica com maestria — e raramente pedia desculpas.
Durante anos, acreditamos que dormir de lado ou apoiar o rosto no travesseiro era o grande vilão do envelhecimento facial. Mas estudos recentes mostram que essa obsessão pode ser enganosa. O fator que mais pesa não está na posição do corpo, e sim na qualidade real do sono — e seus efeitos vão muito além da estética.