O infinito não é um número nem um lugar distante no espaço. É um conceito que usamos para lidar com o que não termina — nem para cima, nem para baixo, nem para dentro. E, apesar de parecer abstrato, ele está no coração da ciência.
Um novo relatório internacional mostra que a região que funciona como termômetro do planeta está mudando em velocidade sem precedentes. As consequências já ultrapassam o Círculo Polar e afetam o clima global.
Um novo estudo revela que o cérebro usa dois tipos diferentes de neurônios para interpretar cheiros. Essa divisão de funções ajuda a explicar como conseguimos reconhecer aromas sutis, separar odores parecidos e identificar um cheiro específico mesmo em ambientes saturados. A descoberta muda o que a ciência sabia sobre o olfato.
O infinito soa abstrato, distante e até contraditório. Ainda assim, ele está presente em quase tudo o que sustenta a matemática moderna e boa parte da ciência. Entender o que ele realmente significa muda a forma como pensamos números, espaço, movimento e até os limites do conhecimento humano.
Buscar fazer tudo da melhor forma possível costuma ser visto como virtude. Mas quando a exigência vira regra permanente, ela pode corroer a autoestima, desgastar relações e afetar a saúde mental sem sinais evidentes. Especialistas alertam: por trás da aparência de excelência, existe um custo psicológico alto e pouco reconhecido.
Como a mente constrói sonhos sem imagens? Pesquisas em neurociência mostram que pessoas cegas de nascimento têm experiências oníricas ricas e intensas, baseadas em sons, toques, cheiros e emoções. Esses sonhos desafiam a ideia de que “ver” é essencial para imaginar — e revelam a incrível plasticidade do cérebro humano.
Cinco pessoas passaram por uma experiência visual que nunca havia ocorrido antes. Em laboratório, pesquisadores conseguiram provocar a percepção de um tom inexistente na natureza e fora do espectro visual convencional. O achado levanta novas questões sobre os limites da percepção e pode abrir caminhos inesperados para a ciência da visão.
O satélite natural vai atingir sua fase mais brilhante 13 vezes em 2026, incluindo um mês com Lua cheia dupla. Veja as datas, entenda por que isso acontece e descubra quais eventos astronômicos ajudam a contextualizar o ano para quem gosta de observar o céu.
Usando lasers de altíssima precisão, pesquisadores conseguiram estimular a retina humana de uma forma inédita, revelando um matiz impossível de ser visto por meios naturais e abrindo caminhos para ampliar a percepção de cores.
Um novo estudo mostra que um alimento comum, barato e muitas vezes subestimado pode estimular a síntese muscular de forma mais eficiente do que carnes magras tradicionais — inclusive o peito de frango.
Um visitante interestelar cruza nossa vizinhança cósmica a centenas de milhões de quilômetros de distância, oferecendo aos astrônomos uma oportunidade única de estudar a química e a origem de objetos vindos de outros sistemas estelares.
A frequência sexual varia muito ao longo da vida. Ela muda com a idade, com o corpo, com o relacionamento e com o momento emocional. Ainda assim, uma dúvida insiste em aparecer em consultórios médicos e conversas do dia a dia: ficar muito tempo sem sexo faz mal à saúde? A resposta da ciência é menos dramática do que muita gente imagina — e bem mais interessante.
Um tipo de clima que nunca foi registrado no Brasil pode surgir nas próximas décadas — e o alerta é sério. Pesquisas indicam que a Amazônia pode enfrentar secas mais quentes e prolongadas, capazes de comprometer a sobrevivência das árvores e alterar o funcionamento básico da floresta. O cenário preocupa cientistas porque aponta para mudanças profundas em um dos biomas mais importantes do planeta.
O cardápio improvável chamou a atenção dos cientistas — e não foi só pela cena curiosa. Na Patagônia argentina, pumas começaram a caçar pinguins dentro de um parque nacional, e essa mudança inesperada está alterando profundamente a forma como esses grandes felinos vivem, circulam e até convivem entre si.
Uma descoberta silenciosa, no escuro absoluto do fundo do mar, acaba de surpreender arqueólogos e pode reescrever parte da história do comércio marítimo europeu. A mais de 2.500 metros de profundidade no Mediterrâneo, um navio do século XVI foi encontrado praticamente intacto — algo raríssimo mesmo para padrões da arqueologia subaquática.
Durante décadas, ele foi considerado uma relíquia perdida do passado. Agora, em uma das florestas mais inacessíveis do planeta, um mamífero extraordinário voltou a ser visto com vida. A descoberta reabre questões fundamentais sobre a biodiversidade ainda oculta e o futuro da conservação.
Por décadas, a busca por vida inteligente fora da Terra se concentrou em sinais discretos: transmissões de rádio fracas, padrões sutis no brilho de estrelas distantes ou indícios químicos tímidos em atmosferas de exoplanetas. Mas e se estivermos procurando do jeito errado? Para o astrônomo David Kipping, da Universidade de Columbia, talvez a primeira evidência de uma civilização alienígena não seja silenciosa nem elegante — e sim barulhenta, extrema e profundamente anormal.
Durante anos, alimentos ricos em gordura foram tratados como vilões da saúde. Queijo, então, quase sempre entrou na lista do “coma com moderação”. Mas um novo estudo acaba de bagunçar esse consenso — pelo menos quando o assunto é cérebro. Pesquisadores encontraram uma associação surpreendente entre o consumo de queijos e creme de leite mais gordurosos e um menor risco de demência. Entenda o que o estudo diz, o que ele não diz e por que o resultado chama tanta atenção.
Repetir o jeans ou a camiseta do dia anterior é algo que muita gente faz sem culpa. Mas quando o assunto são as meias, a história muda — e bastante. Segundo microbiologistas, usar o mesmo par de meias mais de uma vez pode transformar seus pés em um verdadeiro laboratório de bactérias e fungos. Entenda o que vive ali depois de apenas um dia de uso e por que esse hábito merece um alerta.
Resultados de um novo estudo clínico indicam que o orforglipron, um comprimido de uso diário, ajuda pacientes a preservar a perda de peso obtida com semaglutida ou tirzepatida — abrindo um caminho mais simples para a manutenção do tratamento da obesidade.