Durante décadas, desenvolvimento econômico e poluição pareciam caminhar juntos. Agora, uma análise global baseada em observações espaciais revela uma tendência inesperada que está chamando a atenção de cientistas.
Uma descoberta feita a quase cinco quilômetros de profundidade revelou sinais de um evento ocorrido há mais de 100 milhões de anos. O mais intrigante é que seus vestígios ainda continuam caindo sobre o planeta.
Dificuldade para entender sinais sociais, repetir os mesmos erros e depender de ajuda para problemas simples podem acender um alerta, mas a explicação nem sempre é a mais óbvia.
Uma nova estrutura enviada ao espaço está despertando atenção por um motivo incomum. Ela pode ampliar capacidades que, até pouco tempo atrás, pareciam inviáveis e abrir caminho para uma transformação industrial fora da Terra.
Um pequeno ícone que aparece no topo da tela do celular parece inofensivo, mas pode revelar quando aplicativos estão acessando câmera ou microfone sem chamar atenção.
Dois estudos recentes conseguiram algo que parecia impossível em escala microscópica. Os resultados não criaram uma máquina do tempo, mas reacenderam um debate profundo sobre a verdadeira natureza do tempo.
Em uma das experiências mais ousadas da Europa para estimular a natalidade, casais receberam dinheiro, benefícios e promessas. Anos depois, os resultados reacenderam um debate delicado.
Uma aquisição discreta envolvendo três ilhas sul-americanas tomou um rumo inesperado e acabou gerando impactos que ultrapassam fronteiras, políticas ambientais e interesses econômicos.
O WhatsApp vai encerrar o suporte para parte dos celulares mais antigos em 2026, e isso pode afetar desde o acesso a novos recursos até a segurança das conversas.
Um novo sistema de propulsão está chamando atenção da comunidade científica por prometer reduzir drasticamente o tempo necessário para alcançar destinos que hoje exigem meses de viagem.
A Netflix enfim mostrou as primeiras imagens de um novo filme de ficção científica e terror que mistura isolamento, paranoia e sobrevivência. O mistério é grande, mas alguns detalhes já bastaram para acender o hype.
A disputa tecnológica entre as maiores potências do mundo está entrando em uma nova fase. E o elemento mais importante dessa batalha talvez não seja um chip, uma empresa ou um software.
Uma família acorda e descobre que está presa dentro da própria casa por uma força invisível. Sem conseguir escapar e com recursos cada vez mais escassos, eles precisam sobreviver enquanto tentam entender a origem da ameaça. Essa é a premissa de A Última Casa, novo suspense da Netflix.
A NASA está desenvolvendo uma nova geração de veículos robóticos para exploração espacial. Batizado de ERNEST, o protótipo combina inteligência artificial, mobilidade avançada e maior velocidade para enfrentar terrenos extremos. Em seus testes mais recentes, o rover impressionou ao atravessar quilômetros de deserto praticamente sozinho.
Uma equipe de cientistas chineses deu mais um passo em direção a uma ideia que parece saída da ficção científica: usinas solares orbitais capazes de gerar energia no espaço e transmiti-la sem fios para a Terra. O projeto já demonstrou seus principais componentes em testes realizados no solo.
Uma nova hipótese científica propõe que fenômenos quânticos extremamente breves podem deixar rastros duradouros no cérebro humano. Embora a ideia ainda seja controversa, ela levanta questões intrigantes sobre a origem da consciência, da intuição e dos processos que moldam nossas decisões cotidianas.
Um estudo rastreou a origem de uma substância química extremamente persistente que vem se espalhando pelo planeta em silêncio. E a resposta aponta para compostos que, durante anos, foram tratados como heróis ambientais.
Um teste em humanos reacendeu o sonho de frear o envelhecimento ao mexer no “relógio” das células. O resultado empolga, mas também expõe riscos e limites que ainda estão longe de desaparecer.
Uma estudante ainda no ensino médio chamou atenção na Europa com uma ideia que não apenas desaparece sem deixar rastros, mas também pode atacar um dos resíduos mais persistentes da era moderna.
Milhões de celulares tocaram de forma inesperada durante a madrugada e espalharam confusão em diferentes regiões do país. Agora, autoridades tentam entender se o episódio foi mais grave do que parecia.