Milhões são investidos em inteligência artificial, ferramentas e automação. Mas especialistas estão descobrindo que a vantagem competitiva pode depender justamente de algo que nenhuma empresa consegue simplesmente instalar.
O smartphone ajudou a derrubar uma importante barreira entre gerações. Agora, especialistas observam um efeito inesperado dessa transformação digital que pode estar passando despercebido dentro de muitas famílias.
Modelos cada vez mais autônomos já conseguem avançar por tarefas digitais complexas quase sem ajuda humana. Mas uma capacidade específica está obrigando empresas a reforçar suas barreiras de segurança.
A sensação de que o smartphone ouviu uma conversa pode ser inquietante. Mas existe uma explicação muito mais silenciosa para anúncios que parecem adivinhar nossos pensamentos.
Uma conexão que permanece ligada quase o tempo todo pode aumentar a exposição do smartphone em locais públicos. Um hábito simples ajuda a reduzir riscos e tentativas de fraude.
A rápida evolução da inteligência artificial levou a ONU a elevar o tom. O alerta envolve sistemas autônomos, infraestrutura crítica e um poder tecnológico concentrado em poucas mãos.
Uma disputa por componentes essenciais está pressionando toda a indústria tecnológica. Celulares, notebooks e consoles podem custar mais, e a inteligência artificial está no centro do problema.
Um novo dispositivo transforma uma tarefa automática do cotidiano em algo muito mais tecnológico, combinando visão artificial, algoritmos e um sistema capaz de agir em milissegundos.
Presente em bebidas, sobremesas e produtos “sem açúcar”, um adoçante popular desperta dúvidas sobre consumo diário, metabolismo e saúde. As evidências trazem respostas menos simples do que parecem.
Campainhas inteligentes e olhos mágicos digitais prometem mais segurança dentro de casa. O problema começa quando esses dispositivos passam a registrar tudo o que acontece do lado de fora.
Ele corre, enfrenta chuva, sobe terrenos difíceis e pode trabalhar durante horas carregando equipamentos. O novo cão-robô chinês mostra como os quadrúpedes estão deixando os laboratórios.
Administrar benefícios de centenas ou milhares de funcionários pode esconder uma enorme quantidade de trabalho manual. Novas plataformas estão conectando sistemas para fazer boa parte desse processo automaticamente.
Uma relação diplomática interrompida em 2009 começa a mudar rapidamente. Agora, agricultura, água, energia e saúde aparecem entre as áreas capazes de aproximar novamente os dois países.
O GPT-6 Astra representa uma mudança importante na inteligência artificial: em vez de simplesmente explicar como realizar uma tarefa, o novo modelo foi desenvolvido para executá-la do início ao fim.
Bancos, governos e empresas estão se preparando para uma tecnologia que ainda não alcançou todo seu potencial. O problema é que esperar sua chegada pode ser tarde demais.
Medicamentos revolucionaram o tratamento da obesidade, mas especialistas alertam para um paradoxo: enquanto uma indústria vende produtos que favorecem o excesso de consumo, outra oferece a solução farmacológica.
Dez minutos debaixo do chuveiro podem parecer perfeitamente normais, mas um especialista afirma que precisamos de muito menos. Reduzir esse tempo também pode representar uma enorme economia de água.
Paredes, vitrines e até pisos estão deixando de ser simples espaços publicitários. Uma nova tendência conecta objetos físicos ao celular e transforma consumidores em parte das próprias campanhas.
Uma plataforma brasileira pretende levar experimentos a cerca de 100 quilômetros de altitude, submetê-los à microgravidade e, depois, trazê-los intactos de volta para serem estudados pelos cientistas.
Durante séculos, uma projeção criada para ajudar navegadores alterou nossa percepção do tamanho dos continentes. Agora, 164 países apoiaram uma maneira diferente de representar o planeta.