Estudo com aves e morcegos mostra que correntes atmosféricas reduzem o gasto energético do voo. O resultado desafia comparações tradicionais baseadas principalmente em medições de laboratório.
Agências espaciais trabalham para criar um horário universal na Lua. A diferença provocada pela gravidade pode afetar satélites, robôs, pousos e futuras bases habitadas.
Imagens de satélite revelam transformações importantes no Pacífico em 2026. Três mudanças observadas pela NASA ajudam a entender a evolução de um fenômeno climático com consequências globais.
Algumas frases aparentemente inofensivas podem esconder críticas, ressentimentos e tentativas de provocar culpa. A psicologia explica como reconhecer esses padrões e evitar conflitos emocionais desgastantes.
Um experimento no maior acelerador de partículas do mundo revelou um comportamento inesperado dentro dos núcleos atômicos. O resultado pode esclarecer um dos maiores mistérios da matéria.
Experimento realizado no Japão converteu o spin de elétrons em movimento mecânico. O avanço abre caminhos para investigar fenômenos quânticos em objetos maiores, mas ainda não demonstra superposição.
Pesquisa acompanhou 995 idosos e encontrou associação entre cochilos frequentes e maior risco de demência. Os resultados não demonstram que dormir durante o dia cause a doença.
Nova tecnologia utiliza sensores acústicos para detectar sinais de desidratação nas árvores antes que apareçam nas folhas. A inovação pode ajudar a combater os efeitos das secas.
Horizonte de eventos, disco de acreção e singularidade aparecem com frequência nas explicações sobre buracos negros. Cada termo descreve uma região ou característica diferente. Conhecer essas estruturas ajuda a entender como objetos que não deixam a luz escapar podem produzir alguns dos fenômenos mais brilhantes observados no Universo.
Arqueólogos recuperaram enormes blocos do Farol de Alexandria, no Egito. A descoberta permitirá reconstruir digitalmente uma das sete maravilhas do mundo antigo, destruída por terremotos.
Mapas digitais, imagens de satélite e inteligência artificial ajudam a identificar áreas vulneráveis e organizar respostas a eventos extremos. A inteligência geoespacial permite cruzar informações sobre clima, população e infraestrutura para antecipar possíveis danos. Seu papel é melhorar a preparação diante de ameaças como secas, enchentes e deslizamentos.
O telescópio James Webb identificou uma emissão infravermelha desconhecida em duas observações separadas por 88 dias. Cientistas investigam um fenômeno que permanece sem explicação.
Dormir com a televisão ou uma luminária ligada pode estar relacionado à ansiedade e à busca por segurança. Estudos também identificam efeitos da iluminação noturna sobre o organismo.
Uma simulação climática indica que a circulação do Atlântico pode recuperar força se a temperatura global cair. O resultado, porém, não garante uma recuperação rápida nem elimina os riscos do aquecimento. Enquanto as correntes respondem ao resfriamento, o gelo perdido na Groenlândia pode deixar consequências duradouras para o nível do mar.
A OMS alerta que a exposição ao chumbo está associada a milhões de mortes anuais e danos irreversíveis ao cérebro infantil. O perigo pode estar em produtos cotidianos.
A Amazônia Legal perdeu 3.335 quilômetros quadrados de floresta entre agosto de 2025 e julho de 2026. Embora a área ainda seja expressiva, o resultado representa o menor índice da série histórica do Inpe. O Cerrado também registrou queda, enquanto organizações ambientais defendem a continuidade das políticas de proteção.
Com mais de 8 bilhões de habitantes, a humanidade enfrenta uma pergunta desconfortável. Novas pesquisas apresentam estimativas surpreendentes sobre os limites ambientais do planeta e suas consequências.
A Helicobacter pylori, já conhecida por aumentar o risco de câncer de estômago, também pode estar associada a tumores no cólon e no reto. Uma análise de 43 estudos identificou maior risco entre pessoas infectadas, mas ainda faltam pesquisas para esclarecer essa relação e suas implicações para a prevenção.
A hora oficial segue o ritmo estável dos átomos, enquanto a Terra gira com pequenas irregularidades. Para manter essas referências próximas, cientistas recorrem aos segundos intercalares. Uma mudança internacional prevê ampliar a diferença permitida até 2035, reduzindo ajustes que complicam a sincronização de sistemas digitais.
Protótipos de estado sólido funcionaram a até −80 °C e resistiram à exposição a −170 °C sem danos nos testes. Desenvolvida pelo projeto SPEARS, a tecnologia poderá abastecer ferramentas, veículos e instrumentos lunares. O desafio é reduzir a necessidade de manter as baterias aquecidas continuamente durante as missões.