Pesquisadores e juristas acreditam que as neurotecnologias poderão um dia revelar mentiras, memórias e intenções humanas analisando a atividade cerebral. Mas, por enquanto, o sonho de transformar o cérebro em um detector infalível esbarra em um obstáculo insuperável: a mente é mais complexa — e menos transparente — do que os algoritmos imaginam.
Um asteroide com rota incerta, uma chance real de impacto e um prazo que não para de correr: é esse o cenário que coloca o Telescópio Espacial James Webb no centro de uma possível operação de defesa da Lua. A decisão final — desviar ou não o asteroide 2024 YR4 — depende de uma observação crucial marcada para 2026.
Quando um temporal arrasta cidades inteiras ou um ciclone explode em poucas horas, a conta chega rápido — e ela não para de crescer. Agora, um novo alerta mostra o tamanho real do rombo: desastres climáticos causaram R$ 180 bilhões em perdas no Brasil nos últimos três anos. E a COP30 chega com um recado direto ao país: sem seguro, não há financiamento verde possível.
Um estudo global da Deezer revelou que 97% das pessoas não conseguem identificar quando uma música foi criada por inteligência artificial. A descoberta acende um alerta para a indústria musical, que já enfrenta um aumento massivo de conteúdo automatizado e um debate urgente sobre direitos autorais e transparência.
Um novo estudo da Universidade da Califórnia indica que pessoas com câncer colorretal que usam medicamentos com GLP-1, como o Ozempic, têm metade do risco de morrer em cinco anos. Embora os resultados sejam preliminares, cientistas acreditam que o fármaco pode ajudar a prevenir mortes associadas a tumores ligados à obesidade.
Com submarinos nucleares, caças supersônicos e uma indústria de defesa em rápida expansão, o Brasil ocupa o posto de principal força militar da América Latina. O país combina o maior exército do continente com investimentos em tecnologia nacional, autonomia estratégica e crescente influência geopolítica mundial.
A nova ferramenta do WhatsApp permite apagar fotos, vídeos e áudios pesados sem precisar excluir os chats. O recurso “Gerenciar armazenamento” ajuda a identificar rapidamente quais arquivos ocupam mais espaço e otimiza o desempenho e a bateria do celular, prometendo acabar com o problema da memória cheia.
Pesquisadores descobriram que algumas estrelas colossais — até mil vezes mais massivas que o Sol — podem ter deixado uma marca química permanente nos aglomerados globulares, os sistemas estelares mais antigos da galáxia. O estudo ajuda a explicar mistérios de composição que intrigam astrônomos há décadas e redefine a origem da Via Láctea.
Documentos obtidos pelo Wall Street Journal revelam que a Anthropic, criadora do Claude, planeja alcançar rentabilidade já em 2028, enquanto a OpenAI só espera chegar lá em 2030. As duas maiores startups de IA seguem estratégias opostas: uma prioriza eficiência e lucro, a outra aposta em dominar o futuro — a qualquer custo.
O ovo é um dos alimentos mais completos e acessíveis da dieta, mas nem toda forma de preparo conserva seus nutrientes da mesma maneira. Segundo nutricionistas, a melhor forma de cozinhar o ovo para aproveitar todas as proteínas não envolve frigideira, óleo ou altas temperaturas.
Cientistas de Harvard desenvolveram uma tecnologia capaz de detectar diversos tipos de câncer com uma simples amostra de sangue — antes mesmo dos primeiros sintomas. O método, baseado na análise de fragmentos de DNA tumoral, promete transformar a medicina preventiva e salvar milhões de vidas ao antecipar o diagnóstico em até anos.
Parece ficção científica: cientistas alemães conseguiram criar gelo à temperatura ambiente, sem usar frio. A façanha foi possível ao comprimir água entre dois diamantes, simulando as pressões existentes no interior de luas como Titã e Ganímedes. O resultado é o gelo XXI, uma forma inédita e passageira da água sólida.
O que você vê, ouve e sente pode não ser real. Segundo o psiquiatra e divulgador Miguel Gaona, o cérebro constrói sua própria versão do mundo — uma mistura de sentidos, emoções e memórias. A neurociência mostra que a mente não reflete a realidade: ela a inventa. E compreender isso pode ser vital para manter o equilíbrio emocional.
A guerra entre Rússia e Ucrânia entrou em uma nova fase. Kiev deixou de priorizar conquistas territoriais para atacar o coração da economia russa: sua energia. Refino, petróleo e gás tornaram-se alvos estratégicos. Enquanto Moscou celebra supostos avanços no campo de batalha, uma guerra silenciosa corrói sua base financeira.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende reduzir as tarifas sobre o café importado, medida que pode aliviar o preço do grão no varejo americano, atualmente 21% mais caro que no ano passado. O anúncio reacende as conversas comerciais entre Washington e Brasília.
O Sagitário A*, o gigantesco buraco negro que habita o centro da nossa galáxia, está prestes a voltar à ativa — mas não tão cedo. Astrônomos descobriram que, em alguns bilhões de anos, uma colisão cósmica pode reacendê-lo, liberando energia colossal e transformando o futuro da Via Láctea.
Dizer “não” não é falta de educação — é um ato de saúde mental. Pesquisas recentes mostram que aprender a recusar pressões externas melhora o julgamento, reduz o estresse e evita decisões que contradizem nossos valores. Dominar essa habilidade é uma forma prática de proteger a mente em um mundo que exige “sim” o tempo todo.
A Conferência do Clima em Belém começa sob um clima tenso. A Organização Meteorológica Mundial afirma que limitar o aquecimento global a 1,5 °C “já é praticamente impossível”, enquanto ativistas e povos indígenas chegam à Amazônia em canoas e veleiros para exigir que a justiça climática substitua as promessas vazias.
Durante uma reunião com acionistas da Tesla, Elon Musk apresentou uma ideia que parece saída de um filme de ficção científica: abolir as prisões e usar robôs humanoides para vigiar criminosos em tempo integral. Segundo ele, seria uma forma “mais humana” de justiça. Especialistas, porém, enxergam uma distopia disfarçada de compaixão.
A doação de um rim é um ato de generosidade extrema. No entanto, uma nova pesquisa canadense revelou um efeito colateral curioso e pouco divulgado entre homens doadores: o inchaço escrotal, que em muitos casos requer cirurgia. Especialistas defendem que o risco não deve impedir a doação, mas precisa ser comunicado.