Com mais de 1.300 mortes associadas ao calor extremo em poucos dias, a Europa passou a discutir uma questão que parecia resolvida: ampliar ou não o uso do ar-condicionado. O tema deixou de ser apenas uma escolha individual e se transformou em um debate político que divide governos, ambientalistas e especialistas.
A Antártica registrou uma temperatura inédita de 15,4 °C durante o inverno austral, quebrando o recorde histórico para o mês de junho. Além do calor incomum, pesquisadores observaram chuva sobre geleiras e episódios de degelo, sinais que reforçam as preocupações sobre as transformações climáticas em uma das regiões mais frias da Terra.
A Nvidia e a startup Valar Atomics anunciaram uma parceria para desenvolver um novo modelo de data center capaz de operar sem consumir água para refrigeração. A proposta combina pequenos reatores nucleares modulares e um sistema de resfriamento com hélio, oferecendo uma alternativa às estruturas que hoje enfrentam críticas pelo alto consumo de recursos naturais.
Cientistas confirmaram a existência de um enorme reservatório de água doce escondido sob o fundo do oceano na costa leste dos Estados Unidos. Formado há cerca de 20 mil anos, durante a última Era do Gelo, o aquífero pode ajudar a compreender melhor a história geológica da região e o futuro da gestão dos recursos hídricos.
Um novo estudo propõe uma visão surpreendente sobre os impactos de asteroides na Terra primitiva. Em vez de apenas destruir o planeta, essas colisões podem ter transformado o subsolo em um vasto ambiente favorável às reações químicas que antecederam o aparecimento dos primeiros organismos vivos.
Um grupo de pesquisadores identificou, pela primeira vez, uma população de protoestrelas capaz de emitir raios gama dentro da Via Láctea. A descoberta revela que estrelas ainda em formação podem acelerar partículas de altíssima energia e desempenhar um papel muito maior na dinâmica da nossa galáxia do que se imaginava.
À medida que a inteligência artificial se torna mais rápida e eficiente em um número crescente de tarefas, cresce também uma narrativa preocupante: a de que os seres humanos são apenas um obstáculo. Mas eficiência não é o único critério que importa quando falamos de decisões, responsabilidade e convivência em sociedade.
O histórico ônibus espacial Endeavour será a principal atração do novo Centro Aéreo e Espacial Samuel Oschin, em Los Angeles. Montado na posição vertical, com tanque externo e foguetes auxiliares, o conjunto será a única exibição do tipo no mundo, recriando a configuração de lançamento usada pela NASA.
O parque temático mais famoso do mundo atingiu um feito inédito mais de 70 anos após sua inauguração. O bilionésimo visitante foi recebido com uma celebração especial, enquanto a Disney reforça o legado da Disneyland em meio a desafios como pandemia, aumento dos preços e mudanças no turismo internacional.
Um novo estudo propõe uma técnica capaz de fazer sistemas quânticos se comportarem como se o tempo fluísse ao contrário. A pesquisa não envolve viagens no tempo, mas revela um método inédito para controlar qubits e até extrair energia das próprias medições, abrindo caminho para avanços em computação quântica e armazenamento energético.
Uma pesquisa baseada em análises de DNA e modelos estatísticos sugere que o número de espécies de insetos no planeta pode ser até três vezes maior do que se imaginava. A descoberta reforça a preocupação de cientistas, que alertam para o risco de espécies desaparecerem antes mesmo de serem identificadas.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu manter Jair Bolsonaro em prisão domiciliar após avaliar a evolução de seu estado de saúde. A decisão também determina que o ex-presidente entregue todas as armas registradas em seu nome.
A impressão de que o tempo está acelerando não é apenas uma sensação. Especialistas explicam que a maneira como o cérebro registra memórias, processa a rotina e direciona a atenção influencia diretamente nossa percepção da passagem dos dias. Pequenas mudanças de hábito podem tornar a vida mais presente e memorável.
A desativação da Estação Espacial Internacional já tem data prevista, mas o destino da maior estrutura já construída em órbita está longe de ser consenso. O plano de fazer a ISS reentrar de forma controlada no oceano Pacífico desperta dúvidas sobre impactos ambientais, lacunas legais e o futuro da gestão do lixo espacial.
O Japão estabeleceu uma meta ambiciosa para as próximas décadas: colocar cerca de 10 milhões de robôs em operação até 2040. A estratégia não se concentra apenas em humanoides, mas em máquinas inteligentes capazes de atuar em fábricas, hospitais, restaurantes, logística e outros setores afetados pela escassez de mão de obra.
Pesquisadores propõem transformar estações de tratamento de esgoto em centros de recuperação de minerais críticos, como lítio, magnésio e terras raras. A estratégia pode fortalecer a economia circular, diminuir a pressão sobre a mineração e impulsionar a transição para uma matriz energética mais limpa.
Dois gigantes gasosos localizados a mais de 1.100 anos-luz da Terra surpreenderam os astrônomos por sua densidade extremamente baixa. Conhecidos como planetas “superfofos”, eles podem ajudar a revelar como alguns dos mundos mais incomuns da galáxia se formam e evoluem.
Após anos prestando serviços à ciência, o observatório espacial Neil Gehrels Swift estava prestes a ser destruído ao reentrar na atmosfera terrestre. Agora, uma missão inédita da NASA utilizou um robô equipado com três braços para elevar sua órbita, demonstrando que satélites antigos também podem ganhar uma nova vida no espaço.
Uma pesquisa que acompanhou cerca de 90 mil adultos por mais de uma década concluiu que permanecer sentado por longos períodos seguidos está associado a um maior risco de desenvolver e morrer de câncer. Os resultados indicam que pequenas pausas para caminhar ou se movimentar podem reduzir significativamente esse risco, mesmo sem exercícios intensos.
Pesquisadores inseriram em células de camundongos genes de organismos unicelulares que viveram há cerca de 1 bilhão de anos e conseguiram reprogramá-las com sucesso. O experimento sugere que os mecanismos genéticos responsáveis pela formação de tecidos complexos surgiram muito antes dos primeiros animais, abrindo novas perspectivas para a medicina regenerativa.